<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926</id><updated>2012-02-16T07:02:13.692-08:00</updated><title type='text'>RELAÇOES-INTERNACIONAIS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1254697832235046791</id><published>2011-08-18T16:12:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T16:22:25.656-07:00</updated><title type='text'>A Liderança Mundial</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Por muito que o consenso seja o mais desejável objectivo de um processo de reorganização da governança mundial, a experiência acumula a notícia das indispensáveis lideranças de Estados que lançaram as vias do entendimento colectivo para a salvaguarda do interesse comum. Durante a guerra de 1939-1945, e depois nos cinquenta anos de guerra fria, os Estados Unidos conseguiram exercer essa capacidade em tudo o que eram interesses fundamentais da aliança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Na situação actual, que poderá ver agravar as rupturas daquilo que subsiste de ordem mundial, as lideranças afloram, talvez sempre em confrontação binária: a crítica dos observadores inclina-se frequentemente para reconhecer que, na ameaçadora circunstância das alterações climatéricas, é do binómio EUA-China que depende o desenvolvimento sustentado de uma política mundial, ao mesmo tempo que, no que respeita à corrida armamentista, se inclinam para esperar o desenvolvimento positivo da resposta conciliatória do entendimento entre os EUA e a Rússia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Estas e outras sugestões, elaboradas para responder construtivamente aos enormes desafios, são de uma fragilidade evidente, em vista da permanência das ameaças do fraco ao forte, e também do programa dos Estados que não se impressionam com a semântica do eixo do mal, e que algumas vezes foram apoiados pela dogmática de mercado que domina o complexo militar-industrial que desanimou o vigor do Presidente Eisenhower. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No que toca ao G-20, tratando-se de um agrupamento em que os membros mutuamente se reconhecem como sendo as principais potências económicas do mundo, não parece todavia evidente que tal grupo consiga, em tempo útil, restaurar a confiança mundial do G-192 que reúne, na Assembleia Geral da ONU, a totalidade dos Estados fatigados de sofrer efeitos colaterais. Mesmo dentro do G-20 não é visível que uma liderança seja conseguida com a autoridade necessária, considerando designadamente a evidência de que lhes parece excessiva a representação da Europa, composta de países e de representantes institucionais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Adoptando a hipótese mais esperançosa de que o globalismo resistirá como tecido que de facto articula todos os centros de poder, o que o panorama da circunstância sugere é que será a multipolaridade, correspondente ao pluralismo das áreas culturais e dos interesses, que virá a emergir, definindo um limitado número de grandes referências a partir das quais a ONU será refundada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É neste panorama, em que os ocidentais são os que mais terão de reflectir sobre a mudança de estatuto em todas as balanças de poder, estratégico, financeiro, cultural, que a mudança de perspectiva da Administração americana se destaca, porque se trata da potência líder do equilíbrio conseguido nos cinquenta anos de guerra fria, e de um dos povos mais caracterizados pela cultura de resistência à adversidade, e pela lucidez quanto à necessidade de mudar de políticas sempre que a manutenção e defesa do seu interesse fundamental o exija. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Nesta conjuntura, o regresso ao multilateralismo é já uma prova de que a coragem secular não falta para responder aos factos, e o mobilizador discurso de Obama, ao lutar pela presidência dos EUA, implantou a esperança de conseguir reformular os paradigmas directores da política mundial. Foi o poder da palavra em exercício invulgar, mas longe ainda de conseguir as mudanças necessárias em obediência à palavra do poder que lhe foi confiado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O Prémio Nobel da Paz, que lhe foi outorgado, não reconhece nem recompensou resultados obtidos na organização da governança mundial, e esse é um juízo das populações angustiadas de todas as latitudes. O poder da palavra não é exclusivamente um dom de estadista. Mas a coerência entre o poder da palavra e a palavra do poder alcançado é a exigência dos povos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:12.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom: 12.0pt;margin-left:0cm;line-height:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O apoio à coragem também pode ser um objectivo do Prémio Nobel. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 9.5pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1254697832235046791?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1254697832235046791/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/08/lideranca-mundial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1254697832235046791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1254697832235046791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/08/lideranca-mundial.html' title='A Liderança Mundial'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2049551007974471642</id><published>2011-08-02T21:20:00.002-07:00</published><updated>2011-08-02T21:28:33.322-07:00</updated><title type='text'>Os Desafios da União Europeia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O melhor indicador de sucesso da economia da União é reflectido pela qualidade de vida, das pessoas que nela nascem, vivem e trabalham. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por isso se pensarmos no enquadramento social do quotidiano, ciclo de vida dos indivíduos e das famílias, encontramos as áreas de maior importância e que na nossa avaliação da qualidade de vida, facilmente entendemos que as politicas que são prioritárias para os desafios da União são:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Saúde, Educação, Justiça, Segurança e Defesa, Emprego, Desemprego, Segurança Social, Combate ao Terrorismo, Alargamento Europeu, a Entrada de Novos Países, Alterações Climáticas, Energias Renováveis, Comercio Externo e Economia. Hoje mais do que nunca, num mundo globalizado em constante mutação, a Europa deve fazer face a novos desafios. A mundialização da economia, a evolução demográfica, o aprovisionamento energético, ou ainda as novas ameaças, que pesam sobre a segurança, são alguns dos desafios com que a Europa do século XXI se confronta. Os Estados-Membros, já não são capazes de enfrentar sozinhos todos estes novos desafios, que não conhecem fronteiras. Por conseguinte, um esforço colectivo à escala europeia, permitirá fazer-lhes face e responder às preocupações dos cidadãos. Todavia, para enfrentar esses desafios, a Europa tem de modernizar-se. Tem de dispor de utensílios eficazes e coerentes, adaptados não só ao funcionamento de uma União Europeia, recentemente alargada para 27, mas também à rápida evolução do mundo actual. As regras de vida, em comum consagradas nos tratados têm de ser renovadas. As orientações usadas na construção de soluções para os problemas identificados, tem por base essencialmente, princípios de gestão numa lógica em que convivem em simultâneo os conceitos de cultura, recursos, objectivos, processos, eficiência. O primeiro e grande objectivo da comissão tem de ser, fazer com que a Polónia, Republica Checa e Irlanda ratifiquem o tratado de Lisboa, o quanto antes e por conseguinte pô-lo &lt;st1:personname productid="em marcha. O" st="on"&gt;em marcha. O&lt;/st1:personname&gt; objectivo tem de ser lutar por uma Europa mais unida, mais justa, mais livre e mais independente e cada vez menos americano- independente, baseada num conjunto de politicas, simples, claras, directas, e objectivas. Um conjunto de politicas irreverentes e corajosas que as anteriores comissões não tiveram a arte, o engenho e a coragem de as por em pratica, como o Reconhecimento das uniões de facto, a Legalização de todos os emigrantes trabalhadores em situação&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ilegal, acabando com isso com o trabalho clandestino e contribuindo para a reforma da segurança social de todos os estados membros, assim como a legalização da prostituição, que será também interesse de saúde publica. O Desenvolvimento económico, a luta contra o terrorismo e defesa dos valores europeus são as prioridades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Saúde&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A saúde é uma prioridade para os europeus e, consequentemente, também para a União Europeia. As pessoas esperam usufruir de protecção contra os riscos de doença e demais problemas de saúde, querem que os filhos cresçam num ambiente saudável e consideram adquirido o direito a um local de trabalho que respeite as normas de segurança e higiene. Quando se viaja pela União Europeia, é indispensável ter acesso a assistência e a cuidados de saúde fiáveis e de elevada qualidade. Cada país da União Europeia é livre de decidir da sua política de saúde em função do contexto e das tradições nacionais. Mas todas as políticas de saúde europeias partilham determinados valores comuns, designadamente o direito a uma saúde pública de elevado nível e a igualdade de acesso a cuidados de saúde de qualidade. Por conseguinte, tem toda a lógica que os países europeus trabalhem juntos para enfrentar desafios comuns que vão desde o envelhecimento das populações à obesidade. A União Europeia também está empenhada em integrar as questões da saúde em todas as suas políticas. As doenças não conhecem fronteiras, especialmente num mundo globalizado. O direito de viajar livremente ou de viver e trabalhar em qualquer local da União Europeia só tem sentido se os seus cidadãos tiverem acesso garantido aos cuidados de saúde onde quer que se encontrem. O cartão europeu de seguro de doença facilita o usufruto destes direitos por parte das pessoas que se deslocam em negócios ou como turistas, que podem assim beneficiar de cuidados de saúde se adoecerem noutro Estado-Membro, bem como noutros países europeus. Em determinadas circunstâncias, os cidadãos europeus podem também seguir um tratamento em qualquer país da União Europeia da sua escolha, mesmo que não estejam a passar férias nesse país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;&lt;span style="font-style: normal; " &gt;Educação&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "  &gt;Para a Europa se desenvolver como sociedade do conhecimento e ser competitiva no âmbito de uma economia mundial cada vez mais globalizada, é essencial que o ensino e a formação sejam de elevada qualidade. A política de educação propriamente dita é decidida separadamente por cada país da União Europeia, mas os países estabelecem em conjunto objectivos comuns e partilham boas práticas. Além disso, a União Europeia financia um grande número de programas que permitem aos cidadãos tirar o melhor partido das suas capacidades e do potencial económico da UE, realizando estudos, beneficiando de acções de formação ou fazendo trabalho de voluntariado noutros países. Criação de oportunidades para os jovens – As políticas relativas aos jovens não se restringe ao domínio da educação. O Pacto Europeu para a Juventude estabelece princípios comuns relativamente à criação de oportunidades para os jovens, reconhecendo o seu direito à igualdade de oportunidades no que diz respeito à participação em todos os aspectos da sociedade: educação e formação de qualidade, procura de emprego, emprego adequado às qualificações, prestações de segurança social e uma habitação. Por último, o programa comunitário Juventude para a Europa promove a participação activa na comunidade, assim como vários projectos destinados a reforçar o sentimento de cidadania europeia dos jovens, nomeadamente através do Serviço Voluntário Europeu. A União Europeia atribuiu a estas actividades cerca de 900 milhões de euros para o período de &lt;st1:metricconverter productid="2007 a" st="on"&gt;2007 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 2013.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Justiça&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Na área da Justiça, temos na União um conjunto de situações que tem de ser alteradas. O principal problema prende-se com a credibilidade da Justiça, quase em todos os países da união. Na actual crise de valores que apoquenta a sociedade Europeia, é essencial uma tábua de salvação, algo de sólido, a que o povo se possa agarrar com esperança de resolver seus problemas. É preciso uma entidade que mereça o respeito do povo, que alimente a lealdade com algo de valido, o poder judicial tem de ser essa entidade, e tem essa obrigação, mas não o é. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Segurança e Defesa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Até hoje muitos continuam a ver a UE apenas como uma união económica e social. Falta-lhe sentido estratégico. O sistema de defesa da União Europeia é praticamente inexistente. Não existe um exército europeu nem uma politica internacional delineada para servir os interesses da Europa. Em alturas de conflito a União escuda-se na NATO, na ONU e principalmente nos Estados Unidos. A criação de um exército Europeu vai ajudar a alterar este cenário. Os turcos têm o segundo maior exército da NATO, logo a seguir aos norte-americanos, e poderiam dar o mote para a constituição de um exército europeu capaz de dizer presente nas alturas de maior necessidade. Além do mais a proximidade geoestrategica da Turquia em relação ao Médio Oriente é já em si uma forte razão para a criação de uma entidade de defesa e para a redefinição de uma politica defensiva no plano europeu. Reforçar pressão sobre regimes e países que não respeitem os direitos humanos e o combate á pirataria serão também as prioridades deste departamento.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Porque a hipocrisia e a demagogia, começa quando se defende o incumprimento dos direitos humanos, torna-se, então, numa cultura de morte contra a vida, sendo isso contra a dignidade humana e contra os direitos inscritos. O fechar de olhos da esfera política e a obtusidade dos que a seguem, são sintomas da cegueira Mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Emprego&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A Comissão deve e ajudar a financiar a criação de infra-estruturas por parte dos Estados Membros com vista á criação de novos postos de trabalho, incentivar as pequenas e medias empresas.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Desempregados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;A questão dos cidadãos desempregados nos Estados Membros é um factor de preocupação. Os Estados Membros devem pressionar os centros de emprego com vista á colocação dos desempregados, é um dever dos Estados, mas é também dever dos desempregados, recompensar a sociedade, com trabalho comunitário para o bem comum ex.: limpar matas, fazendo voluntariado nos hospitais, varias unidades de apoio aos idosos, crianças e pessoas socialmente desenquadradas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;Segurança Social&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Este órgão engloba a gestão das temáticas relacionadas, com o Estado Providencia. A Segurança Social, tem o papel de protecção dos mais desfavorecidos, aspecto central num Estado Providencia este conceito na deve ser confundido com um sistema que promove a subsidio dependência, a que s assiste hoje, por parte de vários Estados Membros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Combate ao Terrorismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O combate ao terrorismo tem de ser uma das prioridades, onde dialogo tem de ser palavra de ordem, porque&lt;span style="color: black; "&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:black"&gt;terrorismo existe e cresce sempre quando o diálogo é impossível.&lt;/span&gt; &lt;span style="color:black"&gt;Os terroristas não nascem, mas são fabricados, porque eles são o produto da opressão. A expansão, a Inquisição, o nazismo e o colonialismo, são algumas passagens de uma assombrosa Historia que se repete, sem que dela se tenha tirado qualquer ilação. Lutar contra o terrorismo é uma palavra de ordem, num mundo onde a morte, deixou de ser cada vez mais uma consequência natural da vida, para se tornar numa questão política, religiosa e de ideologias. O terrorismo é uma ameaça cada vez mais global, e só pode ter uma resposta, também ela global.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Uma união de esforços a nível mundial, independentemente de regimes, ideologias ou crenças religiosas. Cada vez mais se organizam cimeiras por parte dos chefes de Estado nesse sentido, é um passo importante. Tudo o que foi dito e é dito nessas cimeiras, é dito com um estranho sentimento misto, frustração pelo irremediável e de esperança do que há-de ser possível a prazo mais ou menos longo, numa luta que não pode ter tréguas. Nessas cimeiras, muita coisa foi e é dita, mas muita coisa ficou e ficará por dizer. Apesar de tantas promessas, a verdade é que dessas cimeiras só as palavras resistem. Tem que se fazer com que as palavras se tornem em actos, porque não pode haver hesitações, nem tentar encontrar justificações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;O terrorismo é uma aberração, um atentado contra o bem-estar da sociedade, pondo em causa valores tão essenciais como a liberdade e direitos humanos, esse tipo de actos não podem ser tolerados, nem justificados. Fundamental para o vencer é esvazia-lo de qualquer razão de existir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Os desafios do alargamento europeu&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O verdadeiro desafio é de vontade política. O modelo político é o segundo grande desafio. A União Europeia precisa de decidir o seu modelo político e de reformar as suas instituições. Dotá-las de eficácia, de transparência e afrontar, sem equívocos, o seu défice de legitimidade democrática. E é por isso que a União Europeia não pode dar-se ao luxo de não aprovar o projecto de Constituição. Ela é a condição mínima para que as instituições funcionem numa Europa a 27. Mas é mais do que isso. É o caminho mais curto para evitar o Directório. Porque com regras definidas e as instituições a funcionar, a União Europeia será de todos. Sem regras definidas, a lei será a do mais forte e com o Directório a União Europeia será apenas de alguns. E é por isso que a condição de sucesso do alargamento geográfico é o aprofundamento político. Finalmente, o terceiro desafio é o do lugar da Europa no mundo. Durante a Guerra-fria, a Europa estava reduzida à Europa Ocidental e esta não passava de um subsistema do sistema ocidental, sob liderança americana. Hoje, a Europa é todo o continente. Um continente que preza, que quer e que deve manter o vínculo transatlântico. Mas que, quer se goste ou não, não é mais um subsistema de outro sistema. A União Europeia é um actor internacional que aspira e pode ser um actor global.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Entrada de novos Países&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A entrada de novos pises na União não necessita de constituir um entrave ao desenvolvimento, poderá ao invés ser usada no sentido de apoiar a aceleração do crescimento do país. Temos hoje condições que nos permitem introduzir produtos e serviços nestes novos mercados. A entrada dos novos países na União deve e tem de ser vista como uma grande oportunidade que não devemos em circunstancia alguma, desperdiçar, sob pena de a médio prazo estes se tornarem numa ameaça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;mso-pagination:none;page-break-after:avoid;mso-layout-grid-align: none;text-autospace:none"&gt;&lt;b&gt;&lt;span&gt;Alterações Climáticas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:5.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:5.0pt; margin-left:0cm;text-align:justify;mso-pagination:none;page-break-after:avoid; mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;As alterações climáticas constituem um desafio ambiental crucial. Os sucessivos debates têm-se centrado nas incertezas da ciência. Entretanto o relatório de Nicholas Stern realizado para o governo inglês, veio mudar o foco da discussão, e trouxe-o para o terreno da economia. Stern mostrou que o custo da inacção pode ser dramático para a Europa, o PIB global pode diminuir 20% nas próximas décadas se nada for feito no imediato, o que lançará a pobreza nas vastas regiões da Europa. No entanto, se actuarmos já, para salvar esses 20% gastaremos apenas 1%. A UE tem de estar na frente do combate mundial contra as alterações climáticas, dando o exemplo com a adopção de objectivos rigorosos para a redução do consumo de energia e das emissões no seu território. Além disso, tem de promover políticas semelhantes em todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span&gt;Energias Renováveis&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A excessiva dependência do petróleo, na economia da União, associada ao aproximar do fim desta era, deve constituir obrigatoriamente um factor de reflexão prioritária. Neste campo é consensual que as energias renováveis, representam uma oportunidade para um maior desenvolvimento da União. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A força dos ventos permite que o aproveitamento da energia eólica seja mais difundido. Por outro lado, o número de horas de exposição solar possibilita a expansão do uso da energia. Graças á extensão das costas da União a energia das ondas, e das marés é uma aposta promissora para o futuro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.5pt; margin-left:0cm;text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Comercio Externo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="intro" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Primeira potência comercial do mundo, a União Europeia representa 20% do volume total das importações e das exportações a nível mundial. Há 50 anos, o comércio livre entre os seus países membros lançou as bases da União Europeia. A União Europeia continua, pois, interessada na liberalização do comércio mundial, tanto no interesse dos países ricos como dos países pobres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;As trocas comerciais incentivam o crescimento mundial em benefício de todos. Os consumidores têm ao seu dispor uma gama mais vasta de produtos. A concorrência com os produtos importados faz baixar os preços e aumentar a qualidade dos produtos. A liberalização do comércio permite que as empresas europeias mais eficazes operem em condições de concorrência leal com empresas rivais de outros países. Para ajudar os países em desenvolvimento, a União Europeia está disposta a abrir-lhes o seu mercado, mesmo se esses países não puderem oferecer-lhe condições semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A supressão dos entraves ao comércio na União Europeia contribuiu em grande medida para a sua prosperidade e reforçou o seu empenhamento na liberalização do comércio mundial. Além de eliminarem os direitos aduaneiros aplicáveis ao comércio entre si, os países da União Europeia uniformizaram os direitos aduaneiros sobre as mercadorias importadas, o que significa que os produtos passaram a pagar sempre o mesmo direito, independentemente de entrarem na União Europeia através do porto de Génova ou de Hamburgo. Por conseguinte, um automóvel originário do Japão e sujeito a direitos de importação à sua chegada à Alemanha pode ser expedido para a Bélgica ou para a Polónia e aí ser vendido da mesma forma que um automóvel alemão, sem serem cobrados outros direitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-style: normal; " &gt;Economia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-style: normal; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: normal; " &gt;Numa Europa em crise e num mercado único com num bloco comercial tão importante como é a União Europeia tem de se coordenar as políticas económicas nacionais. A coordenação das políticas vão reforçar o dinamismo de mercado, de coesão social e de responsabilidade ambiental que criam mais crescimento e emprego. Quinze países levaram a coordenação ainda mais longe, adoptando o euro como moeda oficial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A União Económica e Monetária (UEM) constitui o quadro para a cooperação no domínio da política económica. Todos os Estados-Membros da UE tem de fazer parte da UEM. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;É neste contexto que se estabelecem as orientações para uma política económica e social, que garante as políticas nacionais que se reforçam mutuamente em vez de divergirem umas das outras. O resultado vai ser mais crescimento, mais empregos e um nível de bem-estar social mais elevado para todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Benefícios do euro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;-&lt;/span&gt;O euro é utilizado diariamente por mais de 60% dos cidadãos da UE. Vários outros Estados‑Membros estão a preparar-se para aderir ao euro. Os países membros da zona euro beneficiam de uma moeda internacionalmente reconhecida, que goza de elevada credibilidade junto dos investidores. Os cidadãos e empresas desses países também beneficiam, uma vez que os custos associados ao câmbio de dinheiro durante as viagens de turismo ou de negócios desapareceram na zona euro, os custos associados aos pagamentos transfronteiras desapareceram na maioria dos casos ou diminuíram significativamente e os consumidores e as empresas podem comparar os preços mais facilmente, o que estimula a concorrência.Pertencer à zona euro é uma garantia para a estabilidade dos preços. Os países da zona euro conferiram a responsabilidade pela fixação das taxas de juro mais importantes ao Banco Central Europeu (BCE). Este último fixa as taxas de juro a um nível destinado a manter, a prazo, a inflação na zona euro abaixo dos 2%. O BCE também pode intervir nos mercados internacionais de divisas para influenciar a taxa de juro do euro e gere as reservas de divisas da UE.&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-style: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Economias coordenadas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: normal; " &gt;O Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) é a ferramenta utilizada para manter as políticas económicas sincronizadas. O pacto estabelece regras que, por um lado, determinam que o défice do orçamento nacional não deve exceder, em geral, 3% do produto interno bruto (PIB) e, por outro, que a dívida pública não deve ultrapassar 60%. Porém, o pacto é suficientemente flexível para permitir que se excedam esses limiares em circunstâncias especiais e que se reconheçam as diferenças existentes entre os países que utilizam o euro e os restantes países.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style="text-align:justify"&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O cumprimento do pacto por cada país da UE é avaliado pelos seus pares no Conselho da União Europeia. O Conselho pode impor medidas correctivas ou mesmo, em última análise, multas no caso de inobservância do pacto. Porém, o primeiro passo é que o Conselho estabeleça objectivos para que as economias em falta possam recuperar. Nos casos até à data, não foi necessário reforçar as medidas previstas. A interpretação do pacto incumbe, em última instância, ao Tribunal de Justiça Europeu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Pagamentos transfronteiriço mais baratos&lt;/span&gt; -&lt;/b&gt;O BCE tem por missão não só manter os preços estáveis, mas também assegurar pagamentos transfronteiriço tão baratos quanto possível para os bancos e os consumidores.É precisamente isto que se propõe fazer o sistema de pagamento em tempo real conhecido por sistema TARGET e que é utilizado pelo BCE e pelos bancos nacionais para pagamentos de grandes montantes. Oferecerá também vantagens semelhantes para as operações sobre títulos, tornando assim muito mais rentável o comércio transfronteiriço. O BCE e a Comissão Europeia colaboram na criação de um Espaço Único de Pagamentos em Euros (SEPA - Single Euro Payments Area) tendo em vista ampliar os benefícios resultantes de pagamentos mais eficientes e baratos. Um dia, todos os pagamentos em euros, independentemente da forma como forem efectuados (por transferência bancária, débito directo ou cartão), serão tratados exactamente do mesmo modo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span&gt;Ajuda Humanitária&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Todas as semanas, as televisões e os jornais não cessam de nos mostrar imagens de guerras e catástrofes. A União Europeia está no centro de uma rede cujo papel consiste em aliviar o sofrimento humano, provocado por essas situações, fazendo chegar ajuda o mais rapidamente possível às pessoas que dela necessitam, independentemente da sua raça, religião, ou ideias políticas, e o facto da crise resultar de conflitos provocados pelo Homem ou de uma catástrofe natural. Para assegurar a ajuda humanitária, a União Europeia dispõe de três instrumentos principais: a ajuda de emergência, a ajuda alimentar e a ajuda aos refugiados, destinada às pessoas que fugiram das zonas de conflito ou se encontram deslocadas no interior de um país ou de uma região em guerra.&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2049551007974471642?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2049551007974471642/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/08/os-desafios-da-uniao-europeia_8161.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2049551007974471642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2049551007974471642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/08/os-desafios-da-uniao-europeia_8161.html' title='Os Desafios da União Europeia'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-8815440716528252133</id><published>2011-07-30T15:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-30T15:23:13.166-07:00</updated><title type='text'>As Instituições da União Europeia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O governo da União Europeia tem sido sempre colocado entre o modelo de conferência inter-governamental, em que os estados mantenham todos os seus privilégios e um modelo supranacional em que uma parte da soberania dos Estados é delegada para a União. No primeiro caso, as decisões comunitárias são, de facto, tratadas entre os Estados e têm de ser tomadas por unanimidade. Este modelo, perto do princípio de organizações intergovernamentais clássicas, é defendido pelos eurocépticos. Segundo eles, são os chefes de Estado e de governo que têm legitimidade democrática para representar os cidadãos. Eles afirmam que as nações é que deveriam controlar as instituições da União Europeia. O segundo caso é o facto da actual &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;eurofila&lt;/span&gt;. Eles salientam que as instituições deveriam representar os cidadãos directamente.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Para eles, com o alargamento da UE em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2004" title="2004"&gt;2004&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;2007&lt;/a&gt;, as modalidades do processo de tomada de decisões no âmbito das instituições deve ser adaptável, a fim de evitar qualquer risco de paralisia. A UE utiliza um modelo híbrido de governo: o Conselho de Ministros é o representante dos Estados (decisões não requerem unanimidade, o voto de cada Estado é definido através do número de habitantes de cada um) e ao &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parlamento_Europeu" title="Parlamento Europeu"&gt;Parlamento Europeu&lt;/a&gt;, que representa os cidadãos. Este modelo é uma chave para a luta de influências entre as três instituições europeias: o Parlamento, a Comissão e o Conselho.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Ao todo, são cinco instituições:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parlamento_Europeu" title="Parlamento Europeu"&gt;Parlamento Europeu&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;É a assembleia parlamentar, eleita por sufrágio universal directo pelos cidadãos da União Europeia. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_da_Uni%C3%83%C2%A3o_Europeia" title="Conselho da União Europeia"&gt;Conselho da União Europeia&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;Anteriormente denominado Conselho de Ministros, é o principal órgão legislativo e de tomada de decisão na UE. Representa os Governos dos Estados-membros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%83%C2%A3o_Europeia" title="Comissão Europeia"&gt;Comissão Europeia&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Instituição politicamente independente que representa e defende os interesses da União como um todo, a proposta de legislação, políticas e programas de acção, e é responsável pela execução das decisões do Parlamento e da SES. É o órgão com poder executivo e de iniciativa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribunal_de_Justi%C3%83%C2%A7a_da_Uni%C3%83%C2%A3o_Europeia" title="Tribunal de Justiça da União Europeia"&gt;Tribunal de Justiça da União Europeia&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;Garante a conformidade com a legislação da União, uma vez que os Estados-membros estão sujeitos judicialmente a ele. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tribunal_de_Contas_Europeu" title="Tribunal de Contas Europeu"&gt;Tribunal de Contas Europeu&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Controla a legalidade e a regularidade da gestão do orçamento da UE. &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Além disso, a UE tem seis órgãos principais: o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_Central_Europeu" title="Banco Central Europeu"&gt;Banco Central Europeu&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comit%C3%83%C2%A9_Econ%C3%83%C2%B3mico_e_Social" title="Comité Económico e Social"&gt;Comité Económico e Social&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comit%C3%83%C2%A9_das_Regi%C3%83%C2%B5es" title="Comité das Regiões"&gt;Comité das Regiões&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_Europeu_de_Investimento" title="Banco Europeu de Investimento"&gt;Banco Europeu de Investimento&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Provedor_de_Justi%C3%83%C2%A7a_Europeu" title="Provedor de Justiça Europeu"&gt;Provedor de Justiça Europeu&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europol" title="Europol"&gt;Europol&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="text-align:justify"&gt;&lt;a name="Poder_de_decis.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;Poder de decisão&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;Os documentos produzidos pela Comissão basicamente os "livros brancos" e os tratados estabelecidos, têm certos princípios. A eles antecedem um grande número de decisões. Dois princípios orientam a tomada de decisões na UE após o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Maastricht" title="Tratado de Maastricht"&gt;Tratado de Maastricht&lt;/a&gt;: o princípio da subsidiariedade e o princípio da proporcionalidade. Estes princípios são objecto de protocolos no Tratado de Amesterdão (1997). A Comissão Europeia tem um monopólio de direito de iniciativa mediante a preparação da maior parte das matérias atinentes ao primeiro pilar da UE (que permite aos cidadãos participarem na formação das deliberações do Conselho e do Parlamento da União) e, partilhadas com os Estados-membros, o direito sobre os outros dois pilares. O presidente da Comissão Europeia participa nas reuniões do Conselho Europeu. No final das cimeiras, o Conselho Europeu realiza as suas conclusões em relatórios para a Comissão Europeia. “Por seu lado, o Conselho Europeu atribui a cada Estado-membro, um número de votos que determinam a adopção de disposições legislativas ou que não votem. Assim, como a única instituição eleita pelos cidadãos, o Parlamento Europeu tem um grande peso: um mero órgão consultivo, no início, comprou um verdadeiro poder de co-decisão, em paridade com o Conselho de Ministros em muitas questões. Assim, em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2004" title="2004"&gt;2004&lt;/a&gt;, o Parlamento pode influenciar a nomeação na Comissão Europeia. A sua representatividade, no entanto, permanece minada por taxas de abstenção nas eleições de deputados, geralmente mais elevada do que nas eleições &lt;a name="Pol.C3.ADtica_externa_e_de_seguran.C3.A7"&gt;&lt;/a&gt;nacionais&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Abilio/Ambiente%20de%20trabalho/UAL%202%C2%BA%20ANO/ASSUNTOS%20EUROPEUS/TRABALHOS/PORTUGAL%20NA%20EUROPA%20E%20OS%20DESAFIOS%20DA%20UNI%C3%83O.doc#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT;mso-fareast-language: PT;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote-list"&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br /&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="mso-element:footnote" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id:ftn1" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Abilio/Ambiente%20de%20trabalho/UAL%202%C2%BA%20ANO/ASSUNTOS%20EUROPEUS/TRABALHOS/PORTUGAL%20NA%20EUROPA%20E%20OS%20DESAFIOS%20DA%20UNI%C3%83O.doc#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-8815440716528252133?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/8815440716528252133/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/as-instituicoes-da-uniao-europeia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8815440716528252133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8815440716528252133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/as-instituicoes-da-uniao-europeia.html' title='As Instituições da União Europeia'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3674615881631241117</id><published>2011-07-28T14:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T14:53:11.461-07:00</updated><title type='text'>Os Estados Unidos da Europa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fazer o saldo da UE, dos seus limites e sucessos é uma tarefa difícil. Porque se hoje encaramos certos acontecimentos como absolutamente normais, certos aspectos da União com certa imparcialidade e indiferença, já o mesmo não pensarão os homens que viveram o flagelo das guerras que já no nosso século assolaram a Europa.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A quantos terá já ocorrido a ideia de que o clima de paz em que se vive na Europa é fruto da União Europeia? Teremos já inquirido alguma vez a razão de tantas lutas e guerras na Europa do passado e da Europa de escassos anos atrás? Uma Europa sempre em destruição, devastada e fumegante de ruínas no final de cada guerra. Hoje alcançamos um equilíbrio verdadeiro, uma estabilidade que só forças externas poderão alterar. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ao desespero dos anos de guerra, ao acordar doloroso e sangrento do pós-guerra, sucedeu-se uma reconstrução económica lenta, mas os laços e relações de trabalho que existiram daí em diante entre os países membros da União, tornaram sólidas as bases sobre as quais esta assentava. Ninguém pode negar que um dos objectivos que os pioneiros da União fixaram, foi atingido, ou seja, o de evitar toda a possibilidade de conflito entre os países da Europa Ocidental e em particular entre a França e a Alemanha. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Toda a possibilidade de um confronto militar entre os Estados membros da União é hoje excluída. As populações francesas e alemãs põem em relevo a vontade de ambos viverem &lt;st1:personname productid="em paz. Uma" st="on"&gt;em paz. Uma&lt;/st1:personname&gt; guerra entre Europeus seria hoje encarada mesmo como uma verdadeira guerra civil. É que na verdade as economias destes países estão estreitamente ligadas, as trocas são tão numerosas, as relações alfandegárias tão harmonizadas, que é impossível imaginarmos um regresso ás condições que determinaram a segunda Guerra Mundial, e que indirectamente estão na base da UE. Embora problemas sociais existam na União, as rivalidades e antagonismos minimizaram-se. Á Europa dos nacionalismos e dos campos de massacre sucedeu a Europa dos mercadores, dos peritos, de vastos programas de cooperação e mesmo de grandes ilusões. As populações da Europa conheceriam consequentemente, uma melhor qualidade de vida, em especial os países da União Europeia. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3674615881631241117?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3674615881631241117/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/os-estados-unidos-da-europa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3674615881631241117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3674615881631241117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/os-estados-unidos-da-europa.html' title='Os Estados Unidos da Europa'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-7328699691531129688</id><published>2011-07-26T15:26:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T15:28:46.581-07:00</updated><title type='text'>Portugal na Europa</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No dia 12 de Junho de 1985, na cerimónia da assinatura da Acta Final da adesão de Portugal e Espanha à Comunidade Económica Europeia, realizada no Mosteiro dos Jerónimos, o primeiro ministro, Mário Soares, afirmou que a adesão à CEE representava para Portugal &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;uma opção fundamental para um futuro de progresso e de modernidade&lt;/span&gt;. Esta opção apresentava-se-lhe como a consequência &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;natural&lt;/span&gt; dos processos de descolonização e de democratização permitidos pela Revolução de 25 de Abril de 1974. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No mesmo dia, o presidente da República, Ramalho Eanes, considerou que a integração comportava &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;factores de insegurança e risco&lt;/span&gt; mas, simultaneamente, &lt;span style="mso-bidi-font-style: italic"&gt;era uma oportunidade de mudança&lt;/span&gt;. Estas interpretações do significado da adesão traduziam não só o ponto de vista da maior parte da classe política do momento, mas também o da maioria da população que os mais críticos, ausentes da cerimónia do Mosteiro dos Jerónimos, afirmavam ser desconhecedora ou estar alheada do moroso processo de negociação - iniciado oito anos antes - e das suas consequências. As críticas mais moderadas provinham da Confederação dos Industriais Portugueses que discordava da forma como o processo de adesão havia sido conduzido; as mais severas tinham origem no Partido Comunista Português e na Intersindical que não podiam aderir, por motivos de ordem ideológica e histórica, a um projecto de economia de mercado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;br /&gt;Fechado o ciclo do império, com a transferência dos poderes na Guiné e Cabo Verde (1974), S. Tomé e Príncipe (1975), Moçambique (1975) e Angola (1975); encerrado o período revolucionário, com a aprovação da Constituição de 1976, na qual se definia a República Portuguesa como um Estado democrático, pluralista, em fase de transição para o socialismo - fórmula que deixa transparecer o consenso político-partidário possível no momento - urgia ultrapassar a crise de identidade entretanto gerada por tão profundas e rápidas mudanças e, simultaneamente, criar as condições para a recuperação do tempo perdido pelo estatismo proteccionista e colonial, anterior ao 25 de Abril e, principalmente, pelo estatismo colectivista e revolucionário que se lhe seguiu. (De facto, o ataque à propriedade privada nos vários sectores económicos (nacionalizações, reforma agrária e controlo operário) e a consequente burocratização da economia; as lutas sociais e as políticas de redistribuição do rendimento e da riqueza a elas ligadas; a fuga de capitais e o desinvestimento; todos estes aspectos, que caracterizaram a conjuntura interna nos anos de 74-75, tinham vindo a agravar as consequências de uma conjuntura económica internacional de crise, desencadeada a partir do final de 1973. Em 1975, o produto interno bruto (PIB) diminui (-4,3%), as exportações e as importações decrescem (-14,1% e -22,7%, respectivamente), também decrescem, acentuadamente, os valores relativos ao comércio com as ex-colónias, às remessas dos emigrantes, ao turismo e à produção agrícola. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O aumento do défice do Orçamento do Estado e do desemprego podem juntar-se aos anteriores indícios de uma crise, que só não teve maiores proporções porque foi acompanhada de um aumento do consumo privado dos beneficiários das políticas sociais entretanto concretizadas. Apesar da crise, os salários reais cresceram 12% em 1974 e 9% em 1975.)&lt;br /&gt;O pedido de adesão à CEE, feito pelo primeiro-ministro do I Governo Constitucional, em 28-3-77, deve ser interpretado no contexto da procura de soluções para a crise conjuntural atrás referida e para as insuficiências estruturais da economia portuguesa (a estagnação da agricultura e a especialização das exportações de produtos de indústrias tradicionais). Aliás, convém recordar que já em Outubro de &lt;st1:metricconverter productid="1975, a" st="on"&gt;1975, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Comunidade pusera à disposição de Portugal um avultado empréstimo, renegociado no ano seguinte para que abrangesse não só a área do comércio mas, também, a da cooperação e a da mão-de-obra. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;De resto, o Estado Novo (1933-74) tinha vindo, forçado pelas circunstâncias, a privilegiar um relacionamento económico com a Europa, a partir dos anos 60, quando a opção industrializadora prosseguida desde a década anterior exigiu a substituição do princípio da integração económica do &lt;span style="mso-bidi-font-style: italic"&gt;império&lt;/span&gt;, pelo da integração económica no espaço europeu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Portugal, que beneficiou da 2ª fase do Plano Marshall (1948) e foi membro fundador da OECE (1948) e da EFTA (1960), acabou por celebrar um acordo com a CEE, em 1973, onde já se encontravam os seus principais parceiros comerciais europeus: a Inglaterra e a Alemanha. Por conseguinte, a adesão à CEE, em 1985, não significou o &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;regresso à Europa&lt;/span&gt;, mas a plena identificação com um projecto de sociedade aberta, democrática e de bem-estar que já vinha sendo desejado por cada vez maior número de portugueses, especialmente desde o final da década de &lt;st1:metricconverter productid="50. A" st="on"&gt;50. A&lt;/st1:metricconverter&gt; fase das negociações para a adesão de Portugal à CEE, de &lt;st1:metricconverter productid="1977 a" st="on"&gt;1977 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1985, pode ser dividida do ponto de vista económico, em 4 períodos: o 1º de &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;normalização&lt;/span&gt;, em 1976-77, em que se procurou restabelecer as condições de funcionamento das empresas, a confiança dos empresários e o controlo do défice externo; o 2º de &lt;span style="mso-bidi-font-style: italic"&gt;viragem&lt;/span&gt;, em 1978-79, em que se acentuou a tendência restritiva anterior, recorrendo-se a avultados empréstimos estrangeiros e ao 1º acordo com o FMI, com vista ao equilíbrio económico externo; o 3º de &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;retorno às dificuldades no equilíbrio externo&lt;/span&gt;, em 1980-83, em consequência de uma política expansionista interna associada à crise internacional; o 4º de &lt;span style="mso-bidi-font-style: italic"&gt;estabilização económica&lt;/span&gt;, de 1983-84, com o 2º acordo com o FMI, através do qual se procurou um reequilibro das contas externas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No momento em que os portugueses aderiram formalmente à CEE, ainda se faziam sentir os custos do sucesso deste último programa do FMI: o desemprego e a inflação tinham aumentado; os salários reais e o consumo privado tinham decrescido. Neste contexto, compreende-se que até os mais entusiastas da adesão não tivessem escondido as suas dúvidas quanto à capacidade e à vontade dos portugueses aplicarem adequadamente os fundos postos à disposição pela CEE. (Uma vitoria moral do PCP.) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;As políticas fortemente restritivas do poder de compra dos trabalhadores, que viram o seu poder aquisitivo severamente diminuído de &lt;st1:metricconverter productid="1976 a" st="on"&gt;1976 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1979 e de 1982-84, provocaram uma contestação menos intensa do que seria de esperar. Tal facto tem conduzido os cientistas sociais a realçar o papel da economia &lt;span style="mso-bidi-font-style:italic"&gt;subterrânea&lt;/span&gt;, das remessas dos emigrantes e da agricultura familiar na criação de um rendimento complementar dos salários, rendimento que tem permitido um consumo acrescido e a moderação dos conflitos sociais. A modernização socio-económica exige respostas que colmatem as formas de solidariedade em extinção e as insuficiências de um Estado Providência recente, pobre e, ele próprio, a precisar de racionalizar as despesas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A conjuntura de expansão económica que se prolongou mais em Portugal do que na Europa de &lt;st1:metricconverter productid="1986 a" st="on"&gt;1986 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1992, os processos de liberalização e de reprivatizações desenvolvidos com vista a adaptar a economia portuguesa às normas comunitárias e o crescimento dos fluxos financeiros provenientes da UE (crescimento limitado pelas exigências de controle das despesas do Estado, geralmente comparticipante nos projectos financiados pela UE), aceleraram e aprofundaram as transformações económicas e sociais já em curso, exigindo respostas para as novas necessidades e para os novos problemas, mas não deixando de criar condições para a persistência do optimismo realista que predomina, ainda hoje, na sociedade portuguesa, face à integração europeia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-7328699691531129688?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/7328699691531129688/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/portugal-na-europa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7328699691531129688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7328699691531129688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/portugal-na-europa.html' title='Portugal na Europa'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-8297915480540655551</id><published>2011-07-25T15:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T15:52:26.995-07:00</updated><title type='text'>A INTEGRAÇAO EUROPEIA</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A unificação da Europa, foi ao longo dos séculos um objectivo que só temporária e superficialmente se conseguiu. Na realidade, todos os conflitos que daí advieram, acabariam por ser solucionados sem que a ambição de homens com Hitler, Napoleão e outros fosse realizada. Tentava-se uma unificação, sem dúvida, mas uma unificação pela via politica que realçava o predomínio de um povo sobre todos os outros, a subjugação de muitos á supremacia de um. Todos os povos reagiram agressivamente ou não, porque a unificação nunca poderia ser feita assente no pilar da opressão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Os sentimentos nacionais não poderiam aceitar a dependência, nem a tirania, e as guerras acabavam assim por deflagrar dizimando milhares e milhares de pessoas e acentuando o fosso que separava os povos. Após a segunda Grande Guerra, começa a esboçar-se a nível de realização, a Europa Unida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Há um frenesi de organizações internacionais, pois os Estados começam a acreditar na interdependência das nações. Surgem organizações culturais, sindicais e económicas, a nível internacional, que nascem de necessidades concretas e diferem quanto á sua natureza jurídica e objecto. Os primeiros passos nesse sentido seriam dados em 1944, numa conferência reunida &lt;st1:personname productid="em Breton Woods" st="on"&gt;em Breton Woods&lt;/st1:personname&gt;, nos EUA da qual resultaram a fundação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Internacional para a reconstrução e desenvolvimento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Em 1951, um novo passo era dado para a unificação da Europa, ou pelo menos, de alguns países Europeus, mais o Ocidente, com o tratado que instituiu a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço a CECA. Seguia-se assim a doutrina de Schuman, segundo a qual a unificação económica da Europa, devia ser o primeiro passo para uma unificação mais eficaz e profunda. Doutrina essa que apoiava o pensamento de Jean Monet, outro nome de relevo na base da CEE, que sonhava não uma ligação de Estados, mas uma verdadeira união de povos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Com o tratado de Roma seria oficialmente estabelecido o Mercado Comum, um mercado comum para os produtos vindos dos países que a compõem. A união alfandegaria, primeira etapa das negociações e de estabelecimento de politicas económicas e monetárias comuns aos seis países signatários do Tratado, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, França, Itália e Holanda, países que assinaram em 1957 em Roma os tratados que alem de instituírem a CEE, instituíram também o EURATOM, Comunidade Europeia de Energia Atómica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Dez anos mais tarde, a Inglaterra, Irlanda, Dinamarca e Noruega solicitaram a adesão á CEE, os quais exceptuando a Noruega, cujo referendo acerca da adesão fora negativo, foram admitidos em 1973 formando-se assim a comunidade dos nove. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No princípio dos anos 70 foi posta em obra por etapas, uma união económica e monetária, uma politica social uma politica mais audaciosa, uma politica visando reduzir as disparidades regionais medidas procurando a protecção dos consumidores e do meio ambiente assim como o reforço da cooperação dos países em matéria de ensino. Várias dificuldades tiveram de ser enfrentadas pelos nove, o aumento do petróleo em 1974 e uma profunda crise económica, com o aumento do desemprego, inflação e mesmo pela primeira vez, uma taxa de crescimento negativo, conhecendo certos países uma baixa no seu nível de vida. A crise serviu contudo, para mostrar as imperfeições da união destes países, as estruturas de base susceptíveis de ruírem os seus limites de e a necessidade imperiosa de uma acção comum mais eficaz. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É certo que em conjunto, estes países atingiram um nível elevado mas as diferenças são nos dias de hoje ainda bem visíveis. Não devemos acreditar que se encontrou na CEE um nível de igualdade entre os países membros, as diferenças subsistem ainda, embora tendam a minimizar-se. Assegurar o desenvolvimento harmonioso da sua economia, reduzindo as diferenças entre as regiões e o atraso dos menos favorecidos foi um dos objectivos dos signatários do Tratado de Roma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;As dificuldades em atingir tais propósitos não foram ainda ultrapassadas. O peso considerável da CEE na vida internacional é o resultado de longos esforços e de acordos de cooperação com países de todo o mundo. “Quaisquer que sejam os nossos inconvenientes no plano interior, a Comunidade dispõe no exterior de um potencial colossal. Ninguém no resto do mundo, põe em causa a importância colectiva da Comunidade. Disse no Parlamento Europeu o presidente inglês M. Crosland. Sem duvida o presidente Crosland tinha consciência de que o peso relevante da Comunidade se devia ao facto de ela ser encarada como um todo e não considerando individualmente os seus países membros. A posição dos Estados Unidos em relação á CEE evoluiu desde a sua criação, embora numa fase inicial fosse olhada pelos Estado Unidos com desconfiança e a defesa rígida dos seus interesses concretos, sustentada pela doutrina de Kissinger, segundo a qual, o mundo ocidental devia representar um bloco compacto dirigido pelos Estados Unidos e em cujo interior a Europa poderia ter no máximo interesses regionais. Doutrina essa que a Comunidade nunca, nem poderia aceitar, tomando atitudes autónomas e independentes. Numa fase posterior, o reconhecimento e uma politica a favor da unidade europeia, o que não significava de modo algum, que os Estados Unidos recuassem na sua politica imperialista perante a Europa e renunciassem a fazer valer os seus interesses. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Esta afirmação é comprovada pela questão da exportação de tecnologia nuclear pela Alemanha. Embora a UE disponha de uma certa liberdade de acção no que respeita ás suas negociações com o mundo árabe e Rússia, é irrefutável uma certa concorrência económica entre estas duas potências, UE e EUA concorrência e atritos existentes numa esfera económica regida por princípios capitalistas. As divergências são contudo mais superficiais, que aquilo que aparentam. A assinatura da Convenção de Lomé em 1975, marca outra etapa nas relações da CEE com a vida internacional, nomeadamente com os países do Terceiro Mundo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Foi após a adesão do Reino Unido que a CEE ofereceu aos países do Commonwelth uma oportunidade de se juntarem á associação que a ligava a alguns dos países africanos. A Convenção de Lomé é aliás, tomada como um modo novo de relações entre países industrializados e países em vias de desenvolvimento. Estabelecida entre os Nove e 46 países da Africa, Caraíbas e Pacifico, a Convenção estabeleceu uma politica de ajuda económica e de cooperação técnica e industrial com esses países, para lhes permitir um desenvolvimento económico mais rápido. Desenvolvimento que, não obstante, tem sido bastante lento. Os países do Comecom não reconheceram a CEE. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Contudo questões de acordos de muitos países da Europa de Leste com a Comunidade e o problema das pescas, levantado a partir das medidas da CEE constituíram uma abertura nas relações entre Moscovo e os Nove. Foram abertas negociações, nas quais o ministro russo que condizia a delegação do seu país observou que o problema da pesca poderia acelerar a evolução das relações globais entre a CEE e o Comecom. Do outro lado a China aceitou o princípio de negociar um acordo comercial com a CEE. Outros acordos de livre troca foram concluídos em 1977, com países dos mais afastados geograficamente, como o Canadá.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Nesta altura Portugal, Espanha e Grécia, pediram adesão á CEE e as negociações com a Grécia desde logo fizeram prever que em breve passaria a ser a comunidade dos 10.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;O que veio a acontecer.   &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:-18.0pt"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:-18.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-8297915480540655551?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/8297915480540655551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/integracao-europeia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8297915480540655551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8297915480540655551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/integracao-europeia.html' title='A INTEGRAÇAO EUROPEIA'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4207736652589606248</id><published>2011-07-24T14:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T14:55:59.596-07:00</updated><title type='text'>Portugal na UE</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;    &lt;span class="Apple-style-span"  &gt; A entrada de Portugal na Comunidade Europeia, ocorrida há vinte anos, foi o corolário de um novo conceito estratégico nacional. O País, estava até aí virado para o Atlântico e de costas para a Europa, tendo dado uma volta de cento e oitenta graus e definiu a integração europeia como uma prioridade estratégica. Entretanto, o mundo mudou. Caiu o Muro de Berlim e acentuou-se a globalização. Pese embora o regime autoritário e o colonialismo, Portugal não era um país isolado antes de 1974. Portugal foi membro fundador da Organização do Tratado do Atlântico Norte em 1949, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico e da Associação Europeia de Comércio Livre (1960). Tinha em 1972, celebrado um acordo de comércio com a Comunidade Económica Europeia. A democratização do regime abriu a Portugal as portas do Conselho da Europa 1976 e a integração nas Comunidades Europeias 1986. Com a descolonização (1975), o País deixou de ser censurado nas Nações Unidas, onde entre 1960 e 1973 tinha sido objecto de 173 condenações e passou à posição inversa de reclamar apoio internacional à autodeterminação de Timor-Leste ocupado pela Indonésia em 1975, desiderato que veio a ser alcançado após o termo da Guerra Fria 1989/1991, em2002. O fim do mundo bipolar facilitou o relacionamento de Portugal com as suas antigas colónias e a criação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (1996), culminando o “ciclo do Império” com a entrega da soberania de Macau à República Popular da China (1999). O País integra hoje três grandes espaços geopolíticos que correspondem a outras tantas fronteiras: de segurança, a OTAN, económico-social a UE e linguístico-cultural (CPLP). O espaço geopolítico a que está mais vinculado é o da UE, fruto do carácter supranacional da União Económica e Monetária. Desde a integração de Portugal nas Comunidades Europeias que aumentou a influencia externa do País, medida, por exemplo, pela ocupação de cargos internacionais relevantes como o de Presidente da Mesa da Assembleia Geral das Nações Unidas (Diogo Freitas do Amaral, em 1995), Secretário Geral da União da Europa Ocidental (Embaixador José Cutileiro, 1994-1999) e, mais recentemente, presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso e Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (António Guterres). Portugal foi membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas 1979/80 e 1997/98 e tem integrado um vasto número de missões humanitárias e de manutenção de paz. A entrada de Portugal para as Comunidades Europeias (1986) coincidiu com a aprovação do Acto Único Europeu que institucionalizou a Cooperação Política Europeia (CPE) que Maastricht transformou em segundo pilar da UE, com a designação de PESC Politica Externa e de Segurança Comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span style="color: black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4207736652589606248?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4207736652589606248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/portugal-na-ue.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4207736652589606248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4207736652589606248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/portugal-na-ue.html' title='Portugal na UE'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4984224587928237285</id><published>2011-07-22T16:12:00.001-07:00</published><updated>2011-07-22T16:22:15.114-07:00</updated><title type='text'>A Divisão da Alemanha</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nZI0QXBju0A/TioGB-W_y-I/AAAAAAAAAFc/UAFV0RuANI8/s1600/alemanha.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 184px; height: 144px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nZI0QXBju0A/TioGB-W_y-I/AAAAAAAAAFc/UAFV0RuANI8/s400/alemanha.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632320914969316322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Após a derrota de 1945, a Alemanha foi dividida em zonas ocupadas pelas potências aliadas, além da localização de Berlim.&lt;br /&gt;Após a derrota na Segunda Guerra, os países vencedores impuseram-lhe pesadas sanções. Dentre as quais a divisão da Alemanha em 4 áreas administrativas, cada uma chefiada por um dos vencedores: Estados Unidos, França, Reino Unido e União Soviética e duas zonas de influência: Capitalista e Socialista.&lt;br /&gt;Berlim foi conquistada pelo Exército Vermelho em Maio de 1945. De comum acordo, acertado pelo tratado de Yalta e confirmado pelo de Potsdam, entre 1944-45. Apesar dos soviéticos tomarem conta da cidade antes, e também de um expressivo território em seu redor, tiveram que ceder o lado ocidental para os três outros membros da Grande Aliança, vitoriosa em 1945. Assim Berlim viu-se administrada, a partir de 8 de Maio de 1945, por quatro sectores: o russo, que era maioritário, o americano, o inglês e o francês. Com o azedar da relação entre os vencedores, em 1948 as quatro zonas reduziram-se a duas: a soviética e a ocidental. Em seguida, Stalin decidiu-se por um bloqueio total contra a cidade em represália ao Plano Marshall, que visava promover o reerguimento económico da Europa destroçada pela guerra. Todas as estradas de rodagem e de ferro que ligavam Berlim com a Alemanha Ocidental foram então fechadas pelos soviéticos, na tentativa de fazer com que os aliados ocidentais desistissem da sua parte na cidade. Ou saíam ou os berlinenses morreriam de fome e frio. Berlim, a capital da Alemanha, também foi dividida, ainda que sob território de influência soviética. A comunicação entre o lado ocidental da cidade fragmentada e as outras zonas era feita por pontes aéreas e terrestres. Em 1948, numa tentativa de controlar a inflação galopante da Alemanha, os Estados Unidos, a França e o Reino Unido criaram uma "trizona" entre suas zonas de influência, para fazer valer nestes territórios o Deutsche Mark (marco alemão). Josef Stalin, então líder da URSS, reprovou a ideia e, como contra-ataque, procurou reunificar Berlim sob a sua influência. Desse modo, em 23 de Junho de 1948, todas as rotas terrestres foram fechadas pelas tropas soviéticas, numa violação dos acordos da Conferência de Ialta. Para não abandonar as zonas ocidentais de Berlim e dar vitória à União Soviética, os países ocidentais prontificaram-se a criar uma grande ponte aérea, em que bombardeiros estadunidenses saíam da "trizona" levando mantimentos aos mais de dois milhões de berlinenses que viviam no ocidente da cidade. Stalin reconheceu a derrota dos seus planos a 12 de Maio de 1949. Pouco depois, as zonas estadunidense, francesa e britânica unificaram-se, originando a Bundesrepublik Deutschland (República Federal da Alemanha, ou Alemanha Ocidental), cuja capital era Bonn. Da zona soviética surgiu a Deutsche Demokratische Republik (República Democrática Alemã, ou Alemanha Oriental), com capital Berlim, a porção oriental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o final da Segunda Guerra Mundial, estabeleceu-se uma política global bipolar, ou seja, centrada em dois grandes pólos (denominadas na época super potências): EUA e URSS. Formadas por ideais distintos, ambos os pólos de poder tinham como principal meta a difusão de seus sistemas políticos e culturais no resto do mundo. Os EUA defendiam a política capitalista, argumentando ser ela a representação da democracia e da liberdade. Em contrapartida a URSS enfatizava o socialismo como resposta ao domínio burguês e solução dos problemas sociais. Sob a influência destas duas doutrinas, o mundo foi dividido por dois blocos liderados cada um por uma das super potências: a Europa Ocidental e a América Central e do Sul sob influência cultural, ideológica e económica estadunidense, e a maior parte da Ásia e o leste europeu, sob domínio soviético. O mundo estava assim polarizado em duas ideologias opostas: O Capitalismo e o Socialismo.&lt;br /&gt;O Muro de Berlim&lt;br /&gt;Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas na altura, sofreu uma experiência ímpar na história moderna: viu a cidade ser dividida por um muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica que cortou a cidade em duas partes, cada uma delas governada por regimes políticos ideologicamente inimigos. Abominação provocada pela guerra-fria, o muro foi durante aqueles anos todos o símbolo da rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado do fracasso do socialismo real em manter-se como um sistema atraente para a maioria da população alemã. O Muro de Berlim foi uma realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em duas entidades estatais:&lt;br /&gt;A República Federal da Alemanha (RFA)&lt;br /&gt;A República Democrática Alemã (RDA).&lt;br /&gt;Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes:&lt;br /&gt;Berlim Ocidental (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos da América&lt;br /&gt;Berlim Oriental (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda.&lt;br /&gt;Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.&lt;br /&gt;O Muro de Berlim caiu no dia 9 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra-fria.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4984224587928237285?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4984224587928237285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/divisao-da-alemanha_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4984224587928237285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4984224587928237285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/divisao-da-alemanha_22.html' title='A Divisão da Alemanha'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nZI0QXBju0A/TioGB-W_y-I/AAAAAAAAAFc/UAFV0RuANI8/s72-c/alemanha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1419847424826515522</id><published>2011-07-21T15:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T15:43:12.030-07:00</updated><title type='text'>Guerra-Fria: uma continuidade da II Guerra Mundial</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O fim da Guerra Fria, com o Tratado de Paris de &lt;st1:metricconverter productid="1990, a" st="on"&gt;1990, a&lt;/st1:metricconverter&gt; plena recuperação da soberania nacional alemã, encerrando de afiance a II Guerra Mundial – e o fim da URSS, em 1991, no mesmo ano da Primeira Guerra do Iraque, afastaram o risco imediato da aniquilação nuclear. Terminou, assim, a Longa Guerra do Estado-Nação no século XX, o mais longo conflito da história. Terminou a longa guerra entre o poder naval e o poder continental, entre as potências das fímbrias da terra e as potências do coração do mundo, com a retirada dos russos para o interior da Ásia e a vitória dos anglo-americanos que avançam pela Ásia Central, ocupando territórios e dominando nações que nem mesmo o poderoso imperialismo britânico, no século XIX, sonhou conquistar.  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Assim, por um lapso de tempo, entre 1991 e 2001, os ponteiros do relógio do fim dos tempos afastaram-se da Meia-Noite atómica, deixando vislumbrar um mundo novo, uma nova ordem mundial, baseada na supremacia branca, anglo-saxã e capitalista expressa no unilateralismo de Bush e dos chamados neoconservadores. De qualquer forma, com o fim da Guerra-Fria terminava também o século XX, que fora breve e violento. O retorno da guerra: algo de errado na nova ordem mundial. Antes mesmo de raiar o novo século e o novo milénio, um novo conflito de proporções mundiais fez a sua aparição &lt;st1:personname productid="em cena. J￡" st="on"&gt;em cena. Já&lt;/st1:personname&gt; em 1993, no estrondo da primeira bomba contra o Word Trade Center, &lt;st1:personname productid="em Nova York" st="on"&gt;em Nova York&lt;/st1:personname&gt;, surgiu a face do novo conflito, assimétrico, entre o poder ocidental – conquistador, modernizador e homogenizador – e elites militantes de sociedades tradicionais, profundamente tocadas pelo novo imperialismo (ou poder imperial) dos Estados Unidos. Para muitos, estavam dadas as condições de uma nova guerra mundial, a Guerra Internacional contra o Terrorismo, largamente ancorada num esquema explicativo culturalista, muitas vezes beirando o racismo cultural, opondo agora civilizações rivais. Para muitos o conflito que aí se iniciou foi de um tipo novo, opondo culturas e civilizações mundiais, criando uma das mais profundas divisões que o mundo poderia conhecer: o choque de civilizações!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;A permanência essencial dos termos do mesmo conflito que atormentara o século XX: no alvorecer do século XXI, quando a principal potência naval, os Estados Unidos, avança sobre os espaços vazios da Europa Oriental e da Ásia Central, ocupando os espaços deixados vazios pelo recuo do Império Soviético, criavam-se as condições para um novo ciclo de enfrentando entre as potências que dominam as fímbrias – agora organizadas. Os novos poderes que. De qualquer forma, a esperança de que a nova ordem mundial oriunda do fim da Guerra Fria em 1991 poderia trazer uma gestão multilateral do mundo, com a pacificação dos conflitos e a gestão organizada dos grandes fluxos comerciais e financeiros, deixou de ser uma expectativa realista a partir, de um lado, da vitória dos neoconservadores de George Bush, e a assunção, por parte dos Estados Unidos, em 2001, do unilateralismo, como uma política de poder e, por outro lado, com os terríveis atentados de 11 de Setembro de 2001. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1419847424826515522?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1419847424826515522/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/guerra-fria-uma-continuidade-da-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1419847424826515522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1419847424826515522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/guerra-fria-uma-continuidade-da-ii.html' title='Guerra-Fria: uma continuidade da II Guerra Mundial'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4157515052027030269</id><published>2011-07-19T15:41:00.000-07:00</published><updated>2011-07-19T15:43:06.096-07:00</updated><title type='text'>A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL  E O  HORROR, 60 ANOS DEPOIS</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style:normal;mso-bidi-font-style:italic"&gt;Com o fim da II Guerra, há 60 anos, vislumbre de paz e segurança não se concretizou por causa da Guerra-fria e, ao fim desta, pela vitória dos neoconservadores aliados a Bush e a adopção pelos EUA do unilateralismo&lt;/span&gt;.&lt;/em&gt; O século XX conheceu três grandes conflitos – entre centenas de outros menores e também mortíferos: a Primeira Guerra Mundial, de &lt;st1:metricconverter productid="1914 a" st="on"&gt;1914 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1918; a II Guerra Mundial, de 1939 até 1945 e, em fim, a Guerra-fria, de 1947 até 1991. Cada um destes conflitos deixou marcas de dor, sofrimento e destruição, algumas vezes com o risco de um holocausto nuclear que aniquilaria toda a humanidade. Para muitos, o fim da Guerra-fria, em 1991, com a desaparição da URSS, foi um vislumbre de paz e de maior segurança. Contudo, uma nova ordem mundial se iniciou com novas guerras, campos de extermínio e genocídios, como na Bósnia, Kossovo, Ruanda Iraque e Darfur.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Uma guerra ou várias guerras?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Muitos historiadores passaram a caracterizar o conjunto dos conflitos do século XX como uma só guerra. A Primeira Grande Guerra não terminou em 1918: parte de uma longa guerra, foi apenas uma pausa, para que os beligerantes, exaustos, se pudessem recuperar, reorganizar as forças, realinhar as alianças estratégicas, para a retomada do conflito em 1939 até 1945. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mesmo assim, a vitória dos aliados em 1945 não encerrou a Grande Guerra do século XX, retomada em 1947, agora sob a forma da Guerra-Fria, estendendo-se até 1990. Com o Tratado de Paris a reunificação das duas Alemanhas – e o colapso da URSS, encerrou-se a Grande Guerra do Século XX. Assim, a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra-Fria podem ser vistas como um só conflito: a Grande Guerra do Século XX. Ou seja uma longa guerra provocada pela irrupção do Estado-Nação competitivo no cenário das relações internacionais, pontilhada de pausas eventuais – uma paz armada e precária – e retomadas cíclicas das hostilidades, como o Japão contra a China, desde 1931, ou a Itália contra a Etiópia, em 1936, além da destruição de nações indefesas, como a Áustria e a, então, Checoslováquia, frente à Alemanha de Hitler, em 1938 ou seja um fenómeno parecido com uma nova Guerra dos Trinta Anos do século XX (em alusão àquela outra Guerra dos Trinta Anos que, no século XVII (1618-1648)), também destruiu a Europa e espalhou o pânico e a dor por todo o continente e suas dependências coloniais. (afinal a historia repete-se) sempre se tentou buscar a paz, quando se criaram instrumentos internacionais – como a criação da Liga das Nações, depois de &lt;st1:metricconverter productid="1919, a" st="on"&gt;1919, a&lt;/st1:metricconverter&gt; ONU, depois de 1945, visando eliminar as guerras nas relações internacionais. Algumas guerras foram pensadas em nome da paz, como a própria Primeira Guerra Mundial. Esta deveria então ser uma guerra para acabar com todas as guerras, culminando numa paz administrada a partir de um tribunal universal de povos, a Liga das Nações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Seguiram-se conferências mundiais de Paz, em Haia, e tratados de banimento perpétuo da guerra, como no Pacto Briand/Kellog, de 1928. Menos de dez anos depois, em 1938, com a invasão da Áustria e da Checoslováquia por Hitler, o mundo foi novamente imerso numa das etapas bélicas da Longa Guerra do Século XX, já conhecendo as agressões do Japão contra a China, em 1931, e da Itália, contra a Etiópia, em 1935. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4157515052027030269?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4157515052027030269/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/segunda-guerra-mundial-e-o-horror-60.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4157515052027030269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4157515052027030269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/segunda-guerra-mundial-e-o-horror-60.html' title='A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL  E O  HORROR, 60 ANOS DEPOIS'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6174773334052780791</id><published>2011-07-05T14:38:00.001-07:00</published><updated>2011-07-05T14:48:01.063-07:00</updated><title type='text'>Imperio Otomano</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:0cm;margin-right:8.8pt;margin-bottom:10.0pt; margin-left:8.8pt;text-align:justify;mso-line-height-alt:13.15pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Seis séculos durou o império Otomano, que representou o estado muçulmano mais importante da era moderna. Os Otomanos, originários do noroeste de Anatólia, estenderam seu poder até a Europa, dos Balcãs à Síria, Egipto e Iraque. A partir do século XVIII, sua decadência começou a manifestar-se, apesar de tentativas isoladas de revitalizar o império, cada vez mais debilitado. As regiões europeias sob domínio Otomano foram-se se tornando independentes: a Grécia, Sérvia, Bulgária etc. O Egipto libertou-se também e, sob o comando de Mohamad Ali, reorganizou a sua estrutura administrativa em moldes ocidentais; e o país obteve a independência com o apoio britânico e conquistou o Sudão. Mesmo assim, a abertura do canal de Suez limitou essa independência, devido ao interesse das potências europeias pela actividade comercial naquela região. A França conquistou a Argélia e estabeleceu um protectorado &lt;st1:personname productid="em Tunis. A It￡lia" st="on"&gt;em Tunis. A Itália&lt;/st1:personname&gt; conquistou a Tripolitana. As províncias orientais do império Otomano desmembraram-se. A Índia, parcialmente islamizada, foi dominada pelo Reino Unido no século XIX, e o Irão sofreu invasões de russos e britânicos.   Após a primeira guerra mundial, os nacionalismos islâmicos acentuaram-se. A Turquia passou por profunda transformação, convertendo-se &lt;st1:personname productid="em rep￺blica. A Turquia" st="on"&gt;em república.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-size:  16.0pt;mso-bidi-font-weight:normal"&gt;A Turquia&lt;/span&gt;&lt;/st1:personname&gt; dos dias de hoje é apenas uma pequena sombra do todo-poderoso Império Otomano dos séculos XVI e XVII, ocasião em que o estandarte do Crescente, comandado pelos sultões de Istambul, metia medo a toda a Europa. No presente, devastada pela recessão económica e pressionada pelos Estados Unidos, encontra-se na embaraçosa situação de ter que ceder o seu território para que dali a grande potência consuma a agressão final ao seu vizinho, o Iraque. Mas por outro lado tem a União Europeia, onde é seu desejo vir a integrá-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top:0cm;margin-right:8.8pt;margin-bottom:10.0pt; margin-left:8.8pt;text-align:justify;mso-line-height-alt:13.15pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A História da Turquia começa a ser escrita com a História do Império Otomano, a História das civilizações que de Ocidente para Oriente passaram pela Turquia. Fronteira entre diferentes civilizações e centro do Império Otomano, um dos maiores da História. A história daquilo que hoje conhecemos como Turquia remonta à época paleolítica, mais concretamente à Caverna de Karain, situada na Anatólia turca. Foi aqui que foram descobertos os primeiros vestígios de actividade humana na região, actividade esta que aumentou durante a época neolítica. Povoados em Canyonu, em Hacilar, Catalhoyu assim surgiram os primeiros estabelecimentos urbanos. Entre os séculos V e XIII antes de Cristo constituíram-se as povoações assírias, instaladas em pleno nas trocas comerciais. Entre os séculos XIII e XX o Império Otomano foi o claro dominador da história da Turquia. A Anatólia, o Médio Oriente, parte de África e do Este da Europa constituiam parte deste Império cuja capital foi Constantinopla, que hoje conhecemos como Istambul. Dando um salto no tempo, muito mudou desde então. O que chegou a ser um dos mais poderosos impérios do mundo transformou-se na Turquia em 1923, com Kemal Ataturk como exponente máximo. Esta transformação ocorreu após a capitulação do Império Otomano na sequência da I Guerra Mundial &lt;a name="_Toc188695499"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc188695335"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;o Império Otomano foi um dos mais importantes estados não-ocidentais a sobreviver dos tempos medievais aos tempos modernos, e desempenhou um papel vital na História europeia e global. Incluía a maior parte dos territórios do Império Romano Oriental e controlava faixas do Norte dos Balcãs e da costa norte do mar Negro, áreas que Bizâncio jamais seria capaz de dominar. Essas possessões também não foram efémeras – o Império foi fundado antes de 1300, tendo resistido para além do término da I Guerra Mundial, e continua a influenciar os povos do Médio Oriente, os Balcãs e a Europa central e ocidental até aos nossos dias.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6174773334052780791?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6174773334052780791/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/imperio-otomano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6174773334052780791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6174773334052780791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/imperio-otomano.html' title='Imperio Otomano'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6677640584428620978</id><published>2011-07-03T09:10:00.000-07:00</published><updated>2011-07-03T09:12:06.162-07:00</updated><title type='text'>Saída da Crise 1929</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A recuperação das economias capitalistas deu-se em ritmos diferentes. Até então as crises do capitalismo tinham sido resolvidas com a conquista de novos mercados em regiões distantes. Entretanto com o mundo dividido e com a criação de novos países isso também se tornava perigoso, ou seja, as chances de conflito eram grandes. Assim a solução teria de vir de uma reorganização económica interna de cada pais. Assim a recuperação americana é um bom exemplo de como isso se deu. Com algumas diferença as medidas adoptadas nesse país foram as mais utilizadas noutras acções capitalistas. A crise de 1929 teve efeitos devastadores sobre a sociedade americana. Quinze milhões de americanos desempregados, fabricas fechadas, agriculturas com as sus propriedades tomadas pelos bancos, greves e revoltas agitando o país. Ao fim ao cabo a América estava á beira de uma revolução social. O povo culpava o presidente pela crise. Assim nas eleições de 1932 os americanos votaram no candidato da oposição o representante do partido democrata Franklin Roosewelt. Ele prometeu fazer a economia voltar a crescer. O seu programa ficou na historia como New Deal. Esse programa implicava uma maior intervenção do Estado na economia. Foram criadas agencias governamentais para administrar inúmeras obras publicas destinas a erguer a economia. Para dar emprego a milhões de desempregados, o governo de Roosewelt mandou construir estradas, barragens, reflorestar florestas etc……. Com isso esses homens agora empregados, voltam a consumir. As indústrias, o comercio, os bancos retomaram lentamente as suas actividades. A agricultura foi beneficiada com muitos créditos e energia barata. Além disso, o governo implementou obras em áreas até então desaproveitadas. Com a ampliação do mercado consumidor nas cidades e com a reorganização dos transportes e da economia, os agricultores sentiram-se novamente estimulados a plantar. As cidades voltavam a ser abastecidas regularmente. A situação dos pobres melhorou. Estabeleceu-se o salário desemprego e um salário mínimo para os trabalhadores. Garantiu-se aos operários o direito de ter os seus sindicatos e de lutar por melhores salários. O resultado dessas medidas fora bastante satisfatórios. Tanto que, em 1936, os indicadores económicos mostravam que a recessão já tinha passado. A expansão dava-se lentamente. De qualquer forma, os tempos de crise profunda tinham ficado para traz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É neste tipo de exemplos que a Europa e a UE se devia centrar, e não na politica dos cortes orçamentais como temos vindo a assistir e que nos abrange.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Há homens que morrem burros e há outros que se tornam sábios por terem conseguido aprender com os próprios erros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6677640584428620978?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6677640584428620978/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/saida-da-crise-1929.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6677640584428620978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6677640584428620978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/saida-da-crise-1929.html' title='Saída da Crise 1929'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1310306587732514171</id><published>2011-07-02T15:48:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T15:49:47.194-07:00</updated><title type='text'>CRISE 1929</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No início do século XX, os Estados Unidos viviam o seu período de prosperidade e de pleno desenvolvimento, até que a partir de 1925, apesar de toda a euforia, a economia norte-americana começou a passa por sérias dificuldades. Podemos identificar dois motivos que acarretaram a crise: O aumento da produção não acompanhou o aumento dos &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.historiadomundo.com.br/"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext;font-weight:normal;mso-bidi-font-weight: bold"&gt;salários&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Além de a mecanização ter gerado muito desemprego. A recuperação dos países europeus, logo após a 1ª Guerra Mundial. Esses eram potenciais compradores dos Estados Unidos, porém reduziram isso drasticamente devido à recuperação de suas económicas. Diante da contínua produção, gerada pela euforia norte-americana, e a falta de consumidores, houve uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo após, perdiam suas terras. As indústrias foram forçadas a diminuir a sua produção e demitir &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.historiadomundo.com.br/"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext;font-weight:normal;mso-bidi-font-weight: bold"&gt;funcionários&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, agravando mais ainda a crise. A crise naturalmente chegou ao mercado de acções. Os preços dos papéis na Bolsa de Nova York, um dos maiores centros capitalistas da época, despencaram, ocasionando o crash (quebra). Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.historiadomundo.com.br/"&gt;&lt;span style="mso-ansi-font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;color:windowtext; font-weight:normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;emprego&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/b&gt;Abalados pela crise, os Estados Unidos reduziram a compra de produtos estrangeiros e suspenderam os empréstimos a outros países, ocasionando uma crise mundial. Um exemplo disso é o Brasil, que tinha os Estados Unidos como principal comprador de café. Com a crise, o preço do café disparou e houve uma superprodução, que gerou milhares de desempregados no Brasil. Para solucionar a crise, o eleito presidente Franklin Roosevelt, propôs mudar a política de intervenção americana. Se antes, o Estado não interferia na economia, deixando tudo agir conforme o mercado, a partir daí passaria a intervir fortemente. O resultado disso foi a criação de grandes obras de infra-estrutura, salário-desemprego e assistência aos trabalhadores, concessão de empréstimos, etc. Com isso, os Estados Unidos conseguiram retomar seu crescimento económico, de forma gradual. A crise 1929 foi grave tanto pela dimensão que assumiu, como pelos problemas sociais que criou. Em 1927 após um período de grandes investimentos no estrangeiro e com uma economia crescente, os financeiros norte americanos que operavam &lt;st1:personname productid="em Wall Street" st="on"&gt;em Wall Street&lt;/st1:personname&gt; centravam-se mais no mercado interno. Quanto mais compravam maior era a subida dos preços, o que atraía mais investimentos. A 24 de Outubro de &lt;st1:metricconverter productid="1929 a" st="on"&gt;1929 a&lt;/st1:metricconverter&gt; “quarta-feira negra” , iniciou-se  um forte movimento vendedor, que produziu o colapso das cotações da bolsa de Waall Street. Embora muitos analistas pensassem no princípio, que se tratava apenas de um ajuste passageiro de mercado, o “crak” de Wall Street marco o início da grande depressão assentando as bases para a criação do New Deal de Franklin D. Roosevelt, em 1933. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1310306587732514171?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1310306587732514171/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/crise-1929.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1310306587732514171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1310306587732514171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/crise-1929.html' title='CRISE 1929'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4067704057440410093</id><published>2011-07-02T15:40:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T15:41:13.087-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO X</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A existência de áreas de refugiados palestinos na capital de Beirute aumentava a tensão e o clima de guerra civil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Na tentativa de capturar ou eliminar o líder Yasser Arafat e destruir bases militares palestinianas, forças israelitas invadiram o Líbano em Junho de 82. Durante vários dias, a capital Libanesa transformou-se num inferno. Milhares de civis foram mortos, embora não tivessem encontrado Arafat, expulsaram a OLP e deixaram o Líbano &lt;st1:personname productid="em ru￭nas. Em Setembro" st="on"&gt;em ruínas. Em Setembro&lt;/st1:personname&gt; de 82, falanges cristãs libanesas apoiadas por Israel, atacaram os campos de refugiados de Sabra e Chatila nos arredores de Beirute.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mais de 2500 civis palestinianos e libaneses desarmados foram mortos. O massacre chocou a opinião pública internacional. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Foi nesse clima extremamente tenso, que se multiplicaram os grupos terroristas no Líbano nos anos 80.A acção terrorista mais famosa dessa época acontecera em 83, quando dois atentados simultâneos mataram mais de 250 fuzileiros americanos e mais de 50 soldados franceses &lt;st1:personname productid="em Beirute. Mas" st="on"&gt;em Beirute. Mas&lt;/st1:personname&gt; os xiitas de Khomeini e os militantes de grupos fanáticos, como o Hamas e o Hezbollah, não limitaram os seus ataques ao Médio Oriente, em nome da Guerra Santa eles organizaram vários atentados na Europa e nos Estados Unidos. No início dos anos 90, o fim da Guerra-Fria e a abertura do diálogo no Médio Oriente e na Irlanda do Norte fez o terrorismo refluir um pouco, abrindo mais espaço para a negociação. Um sintoma dessa trégua foi a prisão em 94 de Carlos, o “Cachadal”o terrorista mais procurado no Mundo. O venezuelano LLitch Ramírez Sanchez, nome verdadeiro do “Chachadal”, foi preso em Agosto de 94 por agentes do serviço secreto francês. O terrorista que agia por dinheiro, é acusado da morte de 93 pessoas e de ferimentos em mais de duzentas, em 20 anos de actividade. Infelizmente, a prisão de terroristas famosos e até mesmo o término da Guerra-Fria, não puseram fim ao terrorismo internacional, que continua a transformar a vida de pessoas inocentes num pesadelo, em diversos lugares do mundo. No Médio Oriente, extremistas matam e ferem para tentar atrapalhar as negociações de paz entre Israel e a Palestina. Na Grã-bretanha, grupos radicais do IRA também apavoram inocentes, procurando reacender a violência dos anos 70.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Um pouco por toda a aparte, fanáticos religiosos passam dos limites tudo em nome do apocalipse. A conclusão a que podemos chegar, é que terror gera terror. Muitas vezes os governos gostam de taxar os terroristas esquecendo-se por vezes das suas próprias responsabilidades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O terrorismo existe e cresce sempre quando o diálogo é impossível. E nunca o diálogo foi tão sufocado como no período da Guerra-Fria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O que suscita o nosso verdadeiro espanto e constitui a dificuldade do conhecimento sócio-historico é a alteridade enorme e maciça que separa as representações, os afectos, as motivações, as intenções dos sujeitos de outra sociedade e os nossos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O ser humano é sempre o mesmo, os valores são imutáveis, existe certamente progresso material, desenvolvimento tecnológico, mas entre o homem que há milhares de anos se desloca em cima de um camelo e aquele que hoje utiliza um avião a jacto não há diferenças de fundo, substanciais, de natureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O bem e o mal há muito que deixaram de constituir duvida e problema. Só espíritos fracos e inseguros poderão levantar questões sobre a tão meridiana dualidade da natureza dos valores. Por conseguinte, todos os agentes e factores que contribuíram no passado e que continuam a trabalhar no presente para a modernização e secularizações das sociedades, para o progresso civilizacional, são naturalmente considerados elementos demoníacos que importa combater e debelar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;E é aqui que se inscrevem as teses da negação, da separação entre a política e a religião e a crítica à democracia e à liberdade como “leis da hipocrisia”.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4067704057440410093?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4067704057440410093/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4067704057440410093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4067704057440410093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-x.html' title='TERRORISMO X'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3907670316103160280</id><published>2011-07-02T10:32:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T10:34:13.067-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO IX</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Criada em 1959 para difundir a cultura e os valores tradicionais do povo Basco, foi perseguida pela ditadura de Francisco Franco e entrou para a clandestinidade e enveredou pelo terrorismo em 1966. O atentado mais ousado fora realizado em 1973, quando a organização fez explodir no centro de Madrid o carro em que viajava o Primeiro-ministro franquista Luís Carrero Blanco. Na década de 70 houve também a acção de grupos terroristas sem vínculos com lutas democráticas ou de libertação nacional, como o grupo Baader-Meinhof, na Alemanha e as Brigadas Vermelhas, na Itália. Eram organizações formadas por intelectuais e universitários que adoptaram a violência em nome de uma genérica “guerra contra a burguesia”. Em Setembro de 77, o Baader-Meinhof ganhou as manchetes dos jornais com o sequestro do industrial Hanss-Martin Schleyer como pressão para libertação de presos políticos. Em Março de &lt;st1:metricconverter productid="78, a" st="on"&gt;78, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Europa assistia a outra acção terrorista que foi, o sequestro do Primeiro-Ministro Italiano Aldo Moro, uma acção audaciosa que surpreendeu o Mundo. Aldo Moro acabaou por ser executado pelos terroristas, apesar dos apelos do Papa e da opinião pública internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No final dos anos 70, o terrorismo ganhou um novo ingrediente religioso, com a ascensão dos muçulmanos xiitas no Irão, em Janeiro de 79. Sob o comando do aiatolá Khomeini, os xiitas derrubaram a ditadura do Xá REZA Pahlevi e implantaram um sistema que fugia à lógica dos dois blocos económicos, liderados por Estados Unidos e União Soviética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A partir da revolução iraniana, foi implantado um sistema de Governo guiado por convicções religiosas radicais e inflexíveis.Khomeini inaugurou a chamada “Jihad” ou seja a “Guerra Santa” contra o grande Satã, representado pelo mundo não xiita. Daí para a prática do terrorismo foi um passo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O inédito nessa história era o carácter oficial do terror, assumido claramente pelo regime dos aiatolás. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A primeira demonstração radical de Khomeini foi a Novembro de 79.Com o apoio do governo, estudantes iranianos invadiram a embaixada norte-americana em Tearão, fazendo 66 reféns.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Eles queriam a extradição do Xá Reza Pahlevi que estava em tratamento de saúde nos Estados Unidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Foi o início de uma longa crise entre os dois países.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mesmo após a morte de Pahlevi, em Julho de 1980 vítima de cancro, os estudantes não desocuparam a embaixada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O impasse prejudicou a campanha de reeleição do presidente dos Estados Unidos Jimmy Cárter, que acabaou derrotado pelo candidato republicano Ronald Reagan. Foram 444 dias de expectativa. A 20 de Janeiro de 1981, dia da posse do novo presidente dos Estados Unidos, os iranianos finalmente libertaram os reféns norte-americanos. Até hoje são ainda obscuras as condições sob as quais o presidente Reagan negociou o fim da crise. Além da vitória de Khomeini no Irão, outro elemento que iria fortalecer a causa dos xiitas, a reacção à invasão do Afeganistão pelos soviéticos, em Dezembro de 1979.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: medium; "&gt;Os afegãos na sua maioria de religião muçulmana sentiram a sua religião ameaçada pela presença do exército soviético. Vários grupos guerrilheiros proclamaram uma “Guerra Santa” contra o invasor. Com a revolução no Irão e a resistência dos rebeldes afegãos, a “Jihad” ficou conhecida no Ocidente e ganhou força junto à população muçulmana de todo o Mundo. O apelo foi reforçado em Fevereiro de 89, com a sentença de morte proferida por Khomeini contra o escritor anglo-indiano Salman Rushdie, autor do livro “Versus Satânicos”, considerado blasfemo pelos aiatolás do Irão. Caçado pelos xiitas, Rushdie passou a viver escondido na&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Inglaterra, sob protecção da Scotland Yard. No começo dos anos 80, o Líbano tornou-se palco de inúmeros atentados. Várias facções disputavam o poder apoiadas por países vizinhos, especialmente Síria e Israel.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3907670316103160280?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3907670316103160280/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-ix.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3907670316103160280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3907670316103160280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-ix.html' title='TERRORISMO IX'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2525708651072684911</id><published>2011-07-01T15:26:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T15:28:33.836-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO VIII</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A crise no Médio Oriente também fez surgir em &lt;st1:metricconverter productid="1964, a" st="on"&gt;1964, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Organização para a Libertação da Palestina, uma frente reunindo diversos grupos. A OLP que tinha como base a Al Fatah, facção liderada por Yasser Arafat, foi criada em decorrência de um quadro político cada vez mais conturbado. Os ânimos na região estavam acirrados desde a criação de Israel, em 1948.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Com o apoio político económico e militar, de soviéticos e americanos, Israel promoveu guerras com alguns vizinhos árabes para expandir o seu território. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Centenas de milhares de palestinianos foram expulsos das suas próprias terras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Organizações terroristas judaicas, como a Irgun, a Stern e a Haganah tiveram um papel importante na intimidação da população palestina, chegando a massacrar aldeias inteiras. O problema palestino era um distúrbio indesejável na Guerra-fria. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O Médio Oriente como quase todo o planeta estava dividido em esferas de influências das superpotencias.Israel e alguns países árabes passaram para a esfera dos Estados Unidos, enquanto outros países árabes ficaram sob influência soviética. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A questão Palestina não se encaixava bem nesse jogo de equilíbrio. O isolamento dos palestinos no Ocidente e a hostilidade dos países árabes acabaram fortalecer a OLP e a acção de grupos radicais pelo terrorismo. Mas nem todos os actos terroristas reivindicados pelos palestinos eram de autoria da OLP. Um dos atentados mais violentos aconteceu em Setembro de 1972, durante os Jogos Olímpicos de Munique na Alemanha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Nove atletas israelitas foram feitos reféns pela organização palestiniana “Setembro Negro”. Os sequestradores exigiam a libertação de cem palestinos presos em Israel e dos terroristas internacionais Andreas Baader e Ulrike Meinhof, da Alemanha e Kozo Okamoto, do Japão. Forças de segurança Alemã cercaram e mataram os sequestradores. Os atletas também foram todos mortos, o que deixou a opinião pública estarrecida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O episódio de Munique preocupou as autoridades porque ficou evidente o vínculo entre diversas organizações clandestinas internacionais. Esse intercâmbio seria percebido novamente em 1976, com o sequestro de um Boeing da Air France que fazia um voo entre Tel Aviv e Paris. O avião com 242 passageiros e 12 tripulantes foi levado para Entebe Uganda, país Africano que vivia sob a ditadura de Idi Amin Dada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Os sequestradores diziam pertencer à Frente Popular para a Libertação da Palestina, um dos grupos mais radicais da OLP. Mantendo como reféns somente os 93 passageiros judeus, os terroristas exigiam a libertação de 53 palestinos presos em Israel. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O governo Israelita, ordenou uma operação de resgate, tendo enviado ao Uganda uma força de elite. Em menos de 15 minutos os terroristas foram mortos e os reféns libertados. Outra organização que se especializou em ataques terroristas nos anos 70 foi o Exercito Republicano Irlandês, ou seja, o IRA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O IRA foi formado em 1919 por grupos da minoria católica que lutavam pela união da Irlanda do Norte à Republica da Irlanda. Nos anos 60, os católicos foram ás ruas pacificamente, contra leis discriminatórias impostas pela minoria protestante. Aproveitando o clima de insatisfação, um grupo de militares relançou o IRA, dessa vez com um verniz ideológico marxista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A fase pacífica do movimento terminou num domingo de Janeiro de 1972, quando tropas britânicas dispararam as suas armas contra os manifestantes, matando 13 pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Incidente esse, que passou à história como “Domingo Sangrento”, desencadeou uma escalada do terrorismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Durante os anos 70, mais de duas mil pessoas morreram e milhares ficaram feridas, em atentados de bombas patrocinados pelo IRA e nos choques de rua entre manifestantes e forças de segurança. Outros grupos surgiram com fins pacíficos e também foram empurrados para a prática de terror!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É o caso da ETA, organização que luta pela autonomia do País Basco em relação à Espanha. (ETA no idioma Basco, são as iniciais de “ Pátria Basca e Liberdade”).&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2525708651072684911?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2525708651072684911/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-viii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2525708651072684911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2525708651072684911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/07/terrorismo-viii.html' title='TERRORISMO VIII'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-5568176208986371590</id><published>2011-06-30T16:21:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T16:22:25.595-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO VII</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O desenvolvimento da tecnologia nuclear, a partir do fim da Segunda Guerra, causou uma importante mudança na mentalidade das pessoas, do ponto de vista psicológico e cultural. A preservação da espécie humana, passou a depender da decisão das super potencias de iniciar ou não, um confronto nuclear fatal para o planeta. O mundo dos anos 50 não apresentava perspectivas muito animadoras. Na primeira metade do século, guerras, revoluções e conflitos localizados haviam consumido a vida de pelo menos 150 milhões de pessoas. Além disso, a tragédia atómica em Hiroshima e Nagasaki havia colocado o mundo sob a sombra permanente de um holocausto nuclear. No final dos anos 50, o êxito da revolução Cubana abriu novos horizontes para uma juventude desiludida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A vitória de Fidel Castro, contra uma ditadura corrupta sustentada pelos Estados Unidos, representou para muitos jovens a vitória do idealismo. Militantes de todo o Mundo ganharam nova disposição de luta. Embora muitos jovens optaram pela vida clandestina, que oferece dois caminhos, a guerrilha e o terrorismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A guerrilha de um modo geral, realiza ataques contra objectivos militares e alvos estratégicos, tenta conquistar a simpatia da população para formar o seu próprio exercito e, eventualmente, tomar o poder. Os grupos terroristas utilizam o método inverso, intimidando pessoas inocentes para alcançar os seus objectivos. Nos anos &lt;st1:metricconverter productid="70, a" st="on"&gt;70, a&lt;/st1:metricconverter&gt; actividade dos grupos terroristas atingia o seu ponto máximo. Era época de questionamento dos valores tradicionais e do “velho modo” de fazer política, nos dois blocos. O escândalo de Watergate em 72, e a derrota dos Estados Unidos na guerra do Vietname, reconhecida em 1975, acentuaram a decadência da ordem política internacional. Em Africa, a independência havia sido conquistada em diversos países. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Inúmeras guerras tribais estimularam o tráfico de armas e a formação de grupos paramilitares. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Na Europa grupos separatistas como IRA e ETA, radicalizavam as formas de luta. E no Médio Oriente o fervor religioso estimulava o surgimento de grupos extremistas. Apesar da violência em comum, existem diferenças entre os grupos terroristas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O fundamentalismo islâmico, por exemplo, não tinha carácter terrorista, na época em que surgiu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;A Irmandade Muçulmana apareceu em 1929 no Egipto, com preocupações sociais e propósitos religiosos. Mas a partir dos anos 30, fora perseguida pelo rei Fuad e pelo seu sucessor, o rei Faruk, favoráveis à dominação britânica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A Irmandade partiu para a radicalização e o terrorismo no início dos anos 50 com a ascensão do líder nacionalista Gamal Abdel Nasser, acusado de defender interesses ocidentais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Uma das acções mais violentas da Irmandade Muçulmana fora o assassinato do presidente egípcio Anuar Sadat, em 1981.Sadat foi considerado traidor, por parte da Irmandade Muçulmana, por ter assinado os acordos de Camp David em 1978, que reconheciam o direito de existência do Estado de Israel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A crise no Médio Oriente também fez surgir em &lt;st1:metricconverter productid="1964, a" st="on"&gt;1964, a&lt;/st1:metricconverter&gt; Organização para a Libertação da Palestina, uma frente reunindo diversos grupos. A OLP que tinha como base a Al Fatah, facção liderada por Yasser Arafat, foi criada em decorrência de um quadro político cada vez mais conturbado. Os ânimos na região estavam acirrados desde a criação de Israel, em 1948.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Com o apoio político económico e militar, de soviéticos e americanos, Israel promoveu guerras com alguns vizinhos árabes para expandir o seu território. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Centenas de milhares de palestinianos foram expulsos das suas próprias terras.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-5568176208986371590?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/5568176208986371590/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-vii_30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5568176208986371590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5568176208986371590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-vii_30.html' title='TERRORISMO VII'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6875822536829237430</id><published>2011-06-30T15:17:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T15:22:39.608-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO VI</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Nem sempre um acto de violência é terrorista mesmo quando a vitima ou as vitimas são personalidades políticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, Ronal Regan, em 1981, é um exemplo de violência sem conotação política. Uma vez que o autor dos disparos John Hincklej Jr., agiu isoladamente e motivado por questões pessoais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Ao passo que o assassinato de Yitzhak Rabin por um extremista judeu, em 1995, este sim, foi um acto terrorista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O atentado contra Reagan não teve objectivo de fazer propaganda política ou ideológica, ao passo que a morte de Rabin fazia parte da estratégia política de uma organização radical. O objectivo principal era interromper o processo de paz no Médio Oriente. De qualquer modo, atentados contra chefes de Estado fazem parte de uma longa história de praticas terroristas pelo mundo fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A França conheceu o regime de terror implantado pelos jacobinos de Robespierre a partir de 1793, pouco depois da Revolução Francesa. Quase um século depois, em 1881, o czar Alexandre Segundo da Rússia foi assassinado pela organização terrorista “vontade do povo”. No início de século XX, o estopim que deflagrou a Primeira Guerra Mundial foi atentado contra o arquiduque austro-húngaro Francisco Ferdinando em 1914.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Ele foi morto pelo estudante Gavrilo Prinzip do grupo terrorista sérvio “mão negra”. Até aos anos 20, o terrorismo era um fenómeno confinado num tempo e num espaço, de dimensões relativamente pequenas, transitórias e restritas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Ele começara a ganhar maior abrangência e importância com o surgimento dos regimes totalitários de Josef Stalin e Adolf Hitler. Já no final dos anos 20, Stalin enviava aos campos de concentração centenas de milhares de opositores ao seu regime, sem contar os treze milhões de camponeses executados por resistirem à colectivização das suas terras, entre 1929 e 1932.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Na Alemanha dos anos 30, Hitler iniciou a perseguição aos comunistas, judeus, ciganos e outras minorias étnicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Até ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1945 seriam assassinados mais de seis milhões de seres humanos pela máquina nazista. Os dois regimes de terror tinham algumas características muito semelhantes, o culto à personalidade do dirigente, no caso Stalin e Hitler e os poderes absolutos da polícia política, no caso a JGB e a Gestapo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6875822536829237430?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6875822536829237430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-vi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6875822536829237430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6875822536829237430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-vi.html' title='TERRORISMO VI'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4263572481514782357</id><published>2011-06-30T10:28:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T10:29:55.349-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO V</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A guerra-fria pode ser descrita como um sistema de equilíbrio entre dois blocos inimigos que se baseavam no terror. Afinal, o poder de destruição nuclear dos Estados Unidos e União Soviética, era tão grande que ninguém poderia iniciar uma guerra total, porque aí seria o fim da espécie humana. Essa mentalidade consagrou o terror, como forma de relacionamento entre Estados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Por isso, a chamada “cultura da Guerra-fria” foi a semente, o grande estímulo à multiplicação de grupos terroristas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Formalmente, o terrorismo é o uso da violência sistemática, com objectivos políticos, contra civis e militares que não estão em operação de guerra. Existem muitas formas de terrorismo. Os terroristas religiosos, praticam atentados em nome de deus, já os mercenários, recebem dinheiro pelas suas acções, os nacionalistas, agem movidos por um ideal patriótico. Há ainda os ideólogos, que armam bombas motivados por uma determinada visão do mundo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;E muitas vezes, o que se vê é uma mistura de tudo isto, com desespero e ódio. Por outro lado, houve no século XX o crescimento do terrorismo de Estado, em que é adoptada a política de eliminação física de minorias étnicas ou adversários de um regime. Um exemplo é o regime racista da Africa do Sul, responsável por acções terroristas contra a maioria “negra” do país até ao fim do apartheid, no início dos anos 90.Na América Latina, as ditaduras militares dos anos 60 e 70 promoveram o terrorismo de Estado contra os seus opositores, torturando e matando milhares de pessoas. No Médio Oriente, os palestinianos de cidadania israelita e os habitantes dos territórios de Gaza e Cisjordania foram segregados e sofreram ataques das forças armadas de Israel, entre 1967 e 1993. (Se bem que ainda continue!)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O terrorismo de extremistas muçulmanos, contra judeus de Israel, por sua vez, também aterrorizou e matou milhares de inocentes, principalmente a partir da década de 80.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Mas as bombas atómicas, lançadas pelos Estados Unidos sobre o Japão, em Agosto de 1945, foram o maior atentado terrorista até hoje praticado. Mais de 170 mil civis perderam a vida num ataque que não tinha como objectivo vencer a guerra, mas sim, fazer uma demonstração de força para a União Soviética.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Muitas vezes ouvimos dizer que todo o acto de violência é terrorismo, mas isso é força de expressão.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4263572481514782357?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4263572481514782357/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-v.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4263572481514782357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4263572481514782357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-v.html' title='TERRORISMO V'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4392012035176721387</id><published>2011-06-29T09:41:00.002-07:00</published><updated>2011-06-29T09:42:35.161-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO IV</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Nos últimos anos, o mundo tornou-se mais seguro, mais pacífico, mais equilibrado, mais justo e democrático? Pelo contrário, maior insegurança, disseminação de conflitos, acentuação de desigualdades, delapidação A “guerra ao terrorismo” acarretou mais prejuízos ou benefícios? de recursos naturais, instabilidade económica, ataques a direitos, liberdades e garantias conquistados ao longo de décadas de lutas, degradação das condições de vida e de trabalho, tudo isto são traços de um retrato sucinto, em que se transformou a situação contemporânea.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Uma conclusão parece legitima, os pressupostos da designada “guerra ao terrorismo” são, mais do que concretizados de forma incompetente, falsos pois tem, objectivamente, constituído a melhor cobertura legitimadora para a acentuação da supremacia imperialista Norte-Americana.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Como imediata reacção aos atentados nos Estados Unidos, todos os Europeus se sentiam americanos, unidos como parentes. O Velho Continente, com silêncio consensual, apoiou cegamente os Estados Unidos no ataque ao Afeganistão, onde se supõe que ainda esteja Bin Laden.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Passada a ressaca do sangue derramado, despertam as diferenças que não são só actuais e sim derivadas de uma longa historia. Os Europeus tentam entender as causas do terrorismo, fazendo uma análise profunda, analisando as causas do terror que nascem das condições económicas e da miséria. Já os Americanos querem destruir os efeitos do terrorismo (mas para isso têm de destruir-se a si próprios), identificando um inimigo externo para poder elimina-lo. É evidente a distinção entre o combater a causa e a consequência. Os Estados Unidos aplicam a politica pragmática do branco e preto, do sim e do não. A tradição Europeia é pela mediação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;A Europa é multilateral e os Estados Unidos unilateral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;A diferença de pensamento entre as margens do Atlântico é clara. Ao longo da história, a Europa sofreu varias ocupações, por diversas raças, culturas e religiões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Os Europeus tiveram que conviver com os ocupantes e aprender a mediar. Já os Estados Unidos são um só país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Apesar de ser formado por milhões de emigrantes, os Norte-Americanos têm uma única identidade patriótica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Em compensação, as diversas línguas Europeias acabam por dificultar que a Europa se pronuncie politicamente com uma única voz e continue dividida nas grades decisões, enquanto os Estados Unidos falam uma só língua com tom vocal determinante e dominante (por vezes até aberrante).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;O método básico do terrorismo é a destruição da vida humana, em nome de certos princípios ideológicos, políticos e religiosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Nos dias presentes não será difícil reconhecer que o terrorismo representa uma ameaça extremamente séria à dignidade da vida humana, à convivência entre sociedades, religiões e civilizações, aos mais elementares direitos e liberdades dos seres humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Dos quatro cantos do mundo e com as origens mais diversas verificamos o despoletar de acções terroristas produzindo as mesmas consequências: mais sangue, mais mortes, ressentimento, destruição e raiva, numa espiral de violência que parece não ter fim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="color: black; "  &gt;Como fenómeno complexo que é, quer nas suas causas, quer nos seus modos de expressão, seria mais correcto usarmos o termo no plural, pois de facto haverá diferenças assinaláveis entre um acto terrorista desencadeado por um grupo “mais ou menos” desconhecido e clandestino e um outro da responsabilidade de um estado soberano. Embora não tenha sido no nosso século que tenha surgido, mas o seu auge aconteceu durante os anos da Guerra-fria, depois da Segunda Guerra Mundial. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: black; "  &gt;Não foi por acaso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4392012035176721387?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4392012035176721387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-iv_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4392012035176721387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4392012035176721387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-iv_29.html' title='TERRORISMO IV'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3153224462171970333</id><published>2011-06-28T16:29:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T16:35:35.791-07:00</updated><title type='text'>TERRORISMO III</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial, sans-serif; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Sempre que ouvimos falar de terrorismo, lembramo-nos logo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: medium; "&gt;dos atentados à bomba, sequestros de avião e de muitas outras &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: medium; "&gt;acções violentas praticadas, por extremistas. E pensamos nas &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; font-size: medium; "&gt;vítimas, quase sempre pessoas inocentes, muitas vezes mulheres e crianças, que apenas estavam no lugar errado e á na hora errada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Quando se discute sobre as relações entre a Europa e Estados Unidos, a retórica atlântica usa a frase: “há mais coisas que os unem do que as dividem”. Por um lado esta afirmação é óbvia, por ser genérica e fazer parte das boas relações diplomáticas, principalmente, depois da vitória do capitalismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Por outro lado, é enganadora, portanto perigosa, porque tende a subestimar os contrastes que dividem as duas faces do Ocidente, que emergiram claramente depois da guerra no Iraque. Subestimando as diferenças impede-se uma analise lúcida dos novos elementos de convergência que poderiam favorecer uma evolução entre as relações não só transatlânticas. E só entendendo a necessidade de convergência entre pontos diversos, entre vários modelos, culturas e religiões, é que se pode distinguir a profunda diferença entre a guerra e a luta contra o terrorismo. Mas apesar das diferenças entre Europeus e Americanos, o 11 de Setembro deixou em todos os continentes uma herança em comum: o medo colectivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A tragédia do 11 de Setembro de 2001 na qual perderam a vida mais de 5000 pessoas abalou e alterou o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Por detrás dos ataques contra o coração da América, encontra-se o líder islâmico Osama Bin Laden.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;(Osama Bin Laden é o 17-º de 57 filhos de Mohamed Bin Laden.) As informações sobre o seu ano de nascimento variam, uns apontam que fora em 1955, outros defendem que foi em 1957. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Seu pai era do sul da Arábia, um dos maiores empresários de construção civil da Arábia Saudita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Entre os projectos gigantescos que o tornaram milionário, encontra-se a ampliação do complexo de mesquitas de Meca, o local mais sagrado do Islão. Osama cresceu no seio duma das famílias mais ricas da Arábia Saudita. Muitos dos seus irmãos foram para os EUA ou para estudar ou par fazer negócios, mas, Osama nunca teve grandes ambições escolares. No final dos anos 70, Osama começou a ler escrituras islâmicas, que depressa o apaixonaram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Calcula-se que a riqueza de Osama Bin Laden ronde os 270 milhões de dólares, no entanto poderá ser maior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;É-lhe fácil recrutar seguidores em países pobres de terceiro mundo através de aliciamento financeiro ás famílias desfavorecidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Os milhões que possui permitem a Bin Laden dar aos seus colaboradores documentos falsos e subornar quem for necessário. Além disso, a sua riqueza permite-lhe equipar-se a si e à sua rede operacional com aparelhos de tecnologia de ponta, especialmente meios de comunicação modernos. Uma grande parte das suas receitas provém do contrabando e do tráfico de drogas e da rede dos islamitas. Até à data, praticamente, nenhuma conta de Bin Laden ou dos talibãs foi congelada nos países do Golfo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Com grande habilidade, foi ocupando, ao longo dos anos, as posições estratégicas para a sua rede.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No decorrer de quase 20 anos como guerrilheiro, não foi vítima de nenhuma conspiração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Ele tem a capacidade muito especial de atrair pessoas, de não repudiar os seus companheiros e de lhes confiar a coordenação das suas actividades. Estas capacidades foram muito necessárias aquando da junção das organizações egípcias rivais, a Gama`a e a Jihad. Embora não tivesse tido um êxito total, mas mesmo assim conseguiu enormes avanços. Em Março de 2000, alguns Jiahdistas do Egipto verificaram que a sua ligação a Bin Laden era um grande erro. Assim, conseguiram que Zawahiri se demitisse da liderança da Jihad. Mas fora essa a única consequência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Para Bin Laden não houve cortes e a sua capacidade de acção não fora reduzida, pelo contrário, o número dos seus seguidores aumentou substancialmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;No decorrer dos anos adquiriu grandes conhecimentos religiosos. Osama viveu em diversos países.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Uma das suas mulheres é filipina, talvez isso explique a razão de em 1996, os serviços secretos das Filipinas enviarem aos Estados Unidos um relatório ultra-secreto em que defendiam a ideia de que os terroristas de Oklahoma tinham ligações com a Abu Sayyef, um grupo terrorista islâmico activo nas Filipinas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Este relatório fez com que se suspeitasse da ligação de Bin Laden com o atentado de Oklahoma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;A administração Americana não disse, porém, uma palavra sobre o assunto. Ao contrário do que acontece com outros líderes islâmicos, Bin Laden não quer libertar um determinado pais. O que ele pretende é que os Americanos estejam fora da Península Arábica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O 11 de Setembro marcou as relações entre Estados Unidos e Europa, mas foi a guerra do Iraque que delineou as diferenças transatlânticas. O caos criado no Iraque é talvez o caso mais recente mais flagrante, nos termos dos seus autores, dos “riscos decorrentes do direito auto-atribuido de atacar o inimigo antes de ser atacado por ele.” Problemas novos e inescapáveis devem ter respostas novas e arrojadas, mas devem estas ser objecto de ponderação e de apreciação criteriosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Ora, um desses critérios deve ser um simples critério consciensialista; a aplicação da estratégia da guerra premiativa que implicações teve?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3153224462171970333?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3153224462171970333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3153224462171970333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3153224462171970333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2011/06/terrorismo-iii.html' title='TERRORISMO III'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3536459386680693324</id><published>2010-11-24T10:17:00.000-08:00</published><updated>2010-11-24T10:20:07.886-08:00</updated><title type='text'>TERRORISMO II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O mundo somente terá paz quando houver respeito mútuo.                                                        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black"&gt; &lt;/span&gt;Mas, até que isso aconteça, não teremos a “Justiça Infinita”, mas sim a estupidez infinita. A maior prova disso é a facilidade com que certos governantes conseguem chegar ao poder, utilizando o dinheiro, a demagogia, a mentira, a corrupção ou o fanatismo religioso para enganar o povo. A nossa inteligência é tão limitada, que entregamos a direcção do Estado e do Mundo a uma pessoa qualquer, sem que esta seja previamente submetida, pelo menos, a um exame psicológico. Num dos seus patéticos discursos à nação Americana, o Sr. Bush disse que o ataque terrorista contra o World Trade Center e o Pentágono seria tratado como acto de guerra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Como é que o Sr. Bush, sendo líder de um pais que detém a hegemonia imperialista e foi responsável pelos actos de guerra como aqueles que aconteceram no Vietname, (milhares de camponeses queimados com napalm americano) ou no Iraque, (milhares de idosos, mulheres e crianças iraquianos massacrados no recesso das suas residências, por mísseis ianques), não mede o alcance das suas sentenças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ou como é que não mede o teor das suas declarações quando se associa a outras nações, como Inglaterra, em actos de guerra como os que aconteceram em Dresden a treze de Fevereiro de &lt;st1:metricconverter productid="1945, a" st="on"&gt;1945, a&lt;/st1:metricconverter&gt; (Florença do Elba), cidade cultural sem qualquer importância bélico-estrategica, foi devastada em cinquenta e seis minutos, por milhões de toneladas de bombas explosivas e incendiárias?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Em cinquenta e seis minutos, cerca de 250 mil vitimas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Guerra ou terrorismo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, quando Hiroshima e Nagasaki foram desnecessariamente arrasadas por explosões atómicas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Terrorismo ou guerra?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;A diferença é pouca, porque as filigranas sociológicas e políticas que separam o terrorismo da guerra, acabam no efeito que normalmente os une: a violência. O terrorismo é a guerra de poucos, mas a guerra essa é o terrorismo de muitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O terrorismo é a guerra solitária, a guerra é o terrorismo colectivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O Chanceler alemão dissera que o atentado contra os Estados Unidos era uma declaração de guerra ao mundo civilizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Desconheço qual seja o conceito de civilização desse senhor, mas certamente que não lhe serve par qualificar a orgulhosa Alemanha da década de 1940. Ou será que a Alemanha só se civilizou depois de 1945? Não acho, e no entanto ela produziu o holocausto de milhões de judeus, em nome da civilização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Guerra e terrorismo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O primeiro-ministro inglês afirmara: “Esse atentado é uma agressão à democracia mundial”. Será que ele pensa o mesmo acerca do massacre que Israel, armado e financiado pela sua ex-colónia perpetra contra o seu antigo Protetorado, no Médio Oriente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Terrorismo e Guerra?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3536459386680693324?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3536459386680693324/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/11/terrorismo-ii.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3536459386680693324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3536459386680693324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/11/terrorismo-ii.html' title='TERRORISMO II'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1947285906720886481</id><published>2010-11-22T16:37:00.000-08:00</published><updated>2010-11-22T16:41:37.772-08:00</updated><title type='text'>TERRORISMO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:black"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A não-violência é a maior força de que a Humanidade dispõe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Ela é a mais poderosa do que qualquer arma de destruição imaginada pela ingenuidade da Humanidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O presidente Bush foi o autor da declaração mais absurda, de que tenho memoria, ao afirmar, com a maior tranquilidade, que o seu país, é um país pacífico. Mas não tem razão, mesmo que se referisse apenas à violência física, porque o seu país foi responsável, entre muitas coisas, pelo pior e mais bárbaro atentado de todos os tempos, muito mais grave do que aquele praticado contra Nova York e Washington, ou seja, o lançamento de duas bombas atómicas, que arrasaram Hiroshima e Nagasaki e deixaram a contaminação radioactiva que até hoje produz os seus efeitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Nem se pode dizer que essa barbaridade pode ser justificada pelo facto de que eles estavam em guerra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Afinal, a Alemanha de Hitler, também estava em guerra e mesmo assim ele é considerado um monstro, um dos maiores, senão o maior anticristo. Qual poderia ser a diferença?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Quem perde a guerra é um criminoso, um genocida, mas o vencedor torna-se num herói porque estava a defender a democracia, a justiça e a liberdade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Por isso não podemos ser tão simplórios porque nada justifica a violência e o terrorismo. Porque não faz diferença alguma para os inocentes mortos, feridos e órfãos, se a destruição suicida se dá em nome da justiça, da liberdade, da vingança, da paz ou de um deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Também não tem cabimento afirmar que o inimigo é fanático, louco e bárbaro, para justificar o seu extermínio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O Sr. Bush quer fazer crer que o perigo é representado apenas pelos talibãs, lideres religiosos fanáticos que controlam aqueles povos miseráveis e por algumas outras organizações radicais, porque a religião tradicional da maior parte dos muçulmanos é tolerante e moderada, com grande ênfase na virtude e na caridade e perfeitamente compatível com a democracia e o pluralismo religioso. Apenas alguns países, como o Iraque e o Afeganistão, China etc.. se caracterizam pelo totalitarismo religioso, pela supressão das liberdades fundamentais, pelas perseguições ás minorias religiosas e pelo apoio ao terrorismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Também nos Estados Unidos existem muitas pessoas de bom senso que têm realizado inúmeras manifestações contra a retaliação indiscriminada. Na verdade, nenhuma guerra é uma guerra do Bem contra o Mal, como afirmou o Sr. Bush, assim como também não pode ser uma Guerra Santa a Jihad, como querem fazer crer os talibãs. Também não se trata de nenhuma “Justiça Infinita”, em evidente alusão à “Justiça Divina”. Não é possível que alguém, que não seja completamente louco, acredite que Deus seja capaz de ordenar o extermínio de inocentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Nenhum governante, seja ele um ditador talibã cujo o poder se funda na cega obediência à pretensa vontade de Alá, ou um governante que chegou ao poder através do voto popular, tem o direito de ordenar a matança de outros povos, nem mesmo como forma de vingança. A paz não pode ser garantida pela violência, porque a violência pode, apenas, gerar mais violência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O ódio somente pode gerar mais ódio, mais violência, mais terrorismo e mais guerras. O mundo somente terá paz quando a Humanidade compreender a necessidade da convivência pacífica entre nações, as raças e religiões. Se Deus existe, é só um, embora cada religião lhe dê um nome diferente e muitos fanáticos acham que somente o seu é o verdadeiro Deus. O mundo somente terá paz quando houver respeito mútuo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 14pt; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1947285906720886481?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1947285906720886481/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/11/terrorismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1947285906720886481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1947285906720886481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/11/terrorismo.html' title='TERRORISMO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-520600513938201141</id><published>2010-10-31T08:49:00.000-07:00</published><updated>2010-10-31T08:51:36.750-07:00</updated><title type='text'>CONVENÇÃO DOS ESTREITOS</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(64, 69, 75); line-height: 18px; "&gt;A Convenção dos Estreitos veio substituir o anterior Tratado de Unkian-Skelessi de Julho de 1832, pelo qual a Turquia aceitou a protecção russa. Neste tratado de 13 de Julho de 1841 acordado entre a Rússia e o Império Otomano ficou estabelecido um pacto de mútua assistência, do qual resultou o encerramento do estreito do Bósforo e do estreito de Dardanelos a todas as frotas de países com excepção, obviamente, dos promotores do acordo, durante um período de oito anos. O que implicava a transformação do mar Negro numa gigantesca enseada russa. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 12px; color: rgb(64, 69, 75); line-height: 18px; "&gt;O estreito do Bósforo fora aberto à navegação de todas as nações pelo tratado de Adrianópolis em 1829, que celebrava a independência da Grécia e a concessão do protectorado da Moldávia e da Valáquia aos russos. Esta convenção russo-turca impossibilita, portanto, a navegação de qualquer navio militar nas águas do mar Negro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1 style="margin-right:-3.0cm"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; color:#40454B"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-520600513938201141?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/520600513938201141/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/10/convencao-dos-estreitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/520600513938201141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/520600513938201141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/10/convencao-dos-estreitos.html' title='CONVENÇÃO DOS ESTREITOS'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2622827496255817906</id><published>2010-08-03T09:02:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T09:11:55.570-07:00</updated><title type='text'>Estreito de Bering</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg_aadfwOI/AAAAAAAAAEA/WNs7VFGxL_M/s1600/bering.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 169px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg_aadfwOI/AAAAAAAAAEA/WNs7VFGxL_M/s400/bering.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501216667845247202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Estreito de Bering&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;O &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Estreito de Bering&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt; é um estreito entre o Cabo Dezhnev, o ponto extremo oriental do continente asiático e o CaboPrince of Wales, o extremo ocidental do continente americano, com cerca de &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="85 km" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;85 km&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt; de largura e uma profundidade de 30–50 m. O estreito liga o Mal Chukchi (parte do Oceano Árctico), no norte, com o Mar de Bering (parte do Oceano Pacífico), no sul. Tem seu nome do explorador Vitus Jonassen Bering, nascido na Dinamarca e de nacionalidade russa, que atravessou o estreito em 1728.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;As Ilhas Diomedes situam-se exactamente no meio do Estreito Bering.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Durante as últimas glaciações, com a recessão da água dos oceanos, a área do estreito transformou-se numa ponte natural entre a Ásia e as Américas, denominada actualmente Ponte Terrestre de Bering, por onde poderiam ter chegado à América os povos que primeiro a colonizaram (ver Arqueologia das Américas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Sugestões foram feitas para a construção de uma ponte sobre o Estreito de Bering, entre o Alasca e a Sibéria, aclamada por alguns como a Ponte Intercontinental da Paz, e, alternativamente, para a construção de um túnel sob o estreito.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2622827496255817906?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2622827496255817906/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/08/estreito-de-bering.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2622827496255817906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2622827496255817906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/08/estreito-de-bering.html' title='Estreito de Bering'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg_aadfwOI/AAAAAAAAAEA/WNs7VFGxL_M/s72-c/bering.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-9087543151906711881</id><published>2010-08-03T08:54:00.001-07:00</published><updated>2010-08-03T09:02:33.038-07:00</updated><title type='text'>Estreito de Bass</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg8_pyQ_TI/AAAAAAAAAD4/OZnMFmfg48I/s1600/bass.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 144px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg8_pyQ_TI/AAAAAAAAAD4/OZnMFmfg48I/s400/bass.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501214009079168306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:18.0pt"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#990000;"&gt;Localização do Estreito de Bass&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;O &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;i&gt;Estreito de Bass&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; (em inglês é um estreito marítimo que separa a Tasmânia do sul da Austrália, nomeadamente do estado de Victoria. O europeu que o descobriu foi Matthew Flinders em 1798. Flinders deu-lhe o nome do médico de bordo, George Bass.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Tem aproximadamente &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="240 km" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;240 km&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; de largura no ponto mais estreito e uma profundidade próxima dos &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="50 metros" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;50 metros&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;. Esteve praticamente seco durante a última era glacial. Neste estreito encontram-se várias ilhas, entre as quais a Ilha King e a Ilha Flinders que contam com importante ocupação humana.&lt;a name="Ver_tamb.C3.A9m"&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-9087543151906711881?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/9087543151906711881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/08/estreito-de-bass.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/9087543151906711881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/9087543151906711881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/08/estreito-de-bass.html' title='Estreito de Bass'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TFg8_pyQ_TI/AAAAAAAAAD4/OZnMFmfg48I/s72-c/bass.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-688028913475317420</id><published>2010-07-26T10:16:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T10:39:53.368-07:00</updated><title type='text'>ESTREITOS</title><content type='html'>&lt;h1 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6666;"&gt;DEFINIÇÃO DE ESTREITOS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em Geografia, um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;estreito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; é um canal de água que une dois corpos aquosos (oceanos, mares) e separa duas massas de terra. Os estreitos fazem por vezes parte de rotas comerciais importantes e por isso têm relevância estratégica, do ponto de vista económico e militar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um estreito pode ser visto como o negativo de um istmo, a ligação entre duas massas de terra, e é análogo de um canal, embora esta expressão possa ter outros significados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="Estreitos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'times new roman';"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:120%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:120%;font-size:16.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6666;"&gt;Convenção dos Estreitos &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="line-height:150%;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:9.0pt;color:#40454B;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A Convenção dos Estreitos veio substituir o anterior Tratado de Unkian-Skelessi de Julho de 1832, pelo qual a Turquia aceitou a protecção russa. Neste tratado de 13 de Julho de 1841 acordado entre a Rússia e o Império Otomano ficou estabelecido um pacto de mútua assistência, do qual resultou o encerramento do estreito do Bósforo e do estreito de Dardanelos a todas as frotas de países com excepção, obviamente, dos promotores do acordo, durante um período de oito anos. O que implicava a transformação do mar Negro numa gigantesca enseada russa.&lt;br /&gt;O estreito do Bósforo fora aberto à navegação de todas as nações pelo tratado de Adrianópolis em 1829, que celebrava a independência da Grécia e a concessão do protectorado da Moldávia e da Valáquia aos russos.&lt;br /&gt;Esta convenção russo-turca impossibilita, portanto, a navegação de qualquer navio militar nas águas do mar Negro.&lt;/p&gt;  &lt;h1 style="margin-right:-3.0cm"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF6666;"&gt;Estreitos mais conhecidos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 style="margin-right:-3.0cm"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Estreito de Bass, Estreito de Bering, Bósforo, Estreito de Cook, Dardanelos,      Estreito de Dover, Estreito da Florida, Estreito de Gibraltar, Estreito de      Kerch &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" font-weight: normal; font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Kattegatt, Estreito de Magalhães, Estreito de Messina, Canal de      Moçambique, Öresund, Estreito de Ormuz, Estreito de Palk, Skagerrak,      Estreito de Sunda, Estreito de Taiwan, Estreito de Torres"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-688028913475317420?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/688028913475317420/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/07/estreitos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/688028913475317420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/688028913475317420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/07/estreitos.html' title='ESTREITOS'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2106061302574656463</id><published>2010-03-08T18:22:00.000-08:00</published><updated>2010-03-08T18:24:42.184-08:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL IV</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A tese Anarquista&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Anarquistas e Voluntaristas negam a existência do Direito Internacional Público. Os primeiros fazem-no frontalmente. Dos acordos, actos livremente revogáveis pelo Estado mais forte, não pode nascer Direito. Falar em segurança colectiva é insistir numa utopia.&lt;br /&gt;Embora frequentemente o panorama internacional se possa pintar com cores tão negras, há um aspecto essencial à questão que urge pôr em relevo: quando surge um litígio internacional, logo se tentam utilizar métodos e fórmulas jurídicas na sua resolução, citam-se precedentes judiciais, procura-se saber qual o sentido do Costume ou do Tratado aplicável ao caso, que se trata como jurídico, como relevante para uma certa ordem jurídica e que é exactamente a ordem jurídica internacional. Quer dizer, o exagero dos Anarquistas está em ligarem demasiado às violações espectaculares do Direito Internacional e não ao cumprimento de que muitíssimas vezes é objecto de uma forma espontânea. É certo que há violações constantes do Direito Internacional. Mas então a metodologia Anarquista peca pelo alvo que escolhe para sua crítica: o problema em causa é mais de imperfeição de grau, do que de inexistência. Corrigidas as proporções da Tese Anarquista, há todavia conceder o que se segue. Por um lado, os Estados só se submetem à jurisdição dum Tribunal Arbitral Internacional ou do Tribunal Internacional de Justiça se quiserem. Em segundo lugar, e embora o nascimento de normas jurídicas internacionais não constitua um problema real, dado o seu contínuo surgimento sobre tudo por meio de Tratados Bi e Multilaterais e para não falar em competência “legislativa” das organizações de carácter supranacional, é óbvio que a inexistência de órgãos internacionalmente instituídos para a execução forçada de sanções leva cada Estado a munir-se individualmente de medidas de auto protecção que, para fazermos nossas as palavras de Truyul Y Serra, pecam por “dois grandes defeitos: por um lado, há frequentes desproporções entre o direito tutelado e a força que há-de aplicar-se para a sua satisfação; por outro lado, o êxito depende, em última análise, da distribuição de forças entre os respectivos Estados ou outros sujeitos internacionais, pelo que, de facto, a coacção será dificilmente operante contra grandes potências”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2106061302574656463?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2106061302574656463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/03/direito-internacional-iv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2106061302574656463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2106061302574656463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/03/direito-internacional-iv.html' title='DIREITO INTERNACIONAL IV'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-8862744266617380948</id><published>2010-03-04T03:26:00.000-08:00</published><updated>2010-03-04T03:29:10.662-08:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL III</title><content type='html'>.      &lt;strong&gt;As doutrinas Voluntaristas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Também a Doutrina Voluntarista, em qualquer das suas variantes, acaba por negar o Direito Internacional Público. Mas fá-lo duma forma sub-reptícia. Afirmando o Estado como entidade soberana e omnipotente, conclui muito logicamente que a obrigação internacional só pode derivar da sua própria vontade. Ou seja, a vinculação depende da vontade obrigada. Melhor dizendo, não existe obrigação.&lt;br /&gt;a)      As doutrinas de Auto limitação e do Direito Estadual Externo:&lt;br /&gt;O Estado, como poder independente e supremo, situa-se acima de todo e qualquer princípio ou norma jurídica. De forma que qualquer obrigação que surja só pode basear-se no seu consentimento, quer dizer, só pode ser uma auto-obrigação, já que nenhum órgão internacional nem nenhum outro Estado podem ditar leis que se imponham a um outro ente supremo que para tal não manifestou o seu consentimento;&lt;br /&gt;b)      A doutrina do Tratado-lei ou da Vontade Colectiva (“Vereinbarung”):&lt;br /&gt;Quando se juntam duas ou mais vontades num acordo, pode ser para satisfazerem interesses antagónicos ou para prosseguirem finalidades comuns. Quando os Estados querem prosseguir um interesse comum, manifestam um único feixe de vontades no mesmo sentido, originando obrigações idênticas para todos, assim surge Verinbarung, acordo colectivo ou Tratado-lei. Nesta figura não se distinguem partes mas antes legisladores.&lt;br /&gt;c)      A teoria Marxista-leninista:&lt;br /&gt;Para esta teoria, cada Estado é caracterizado por uma formação social, de cuja super estrutura também faz parte o Direito Internacional, condicionado e determinado pela infra-estrutura económica e influenciando ainda pelo Direito Constitucional, pela moral, pela filosofia, etc. O Direito Internacional não surge, portanto, dum vogo comunitarismo, mas é antes o resultado de um complexo processo em que actuam sistemas sociais opostos. De forma que, se são diferentes as vontades dos Estados, por representarem interesses de classes diferentes, o Direito Internacional deixa de ser um Direito Universal. Começa então a distinguir-se o Direito Internacional do Sistema Capitalista e o Direito Internacional do Sistema Socialista.&lt;br /&gt;Foi sobretudo a partir de 1958 que Tunkin, começou a desenvolver a ideia e os princípios do Direito Internacional Socialista. Os Estados Sociais estão ligados por relações diferentes das que os ligam os Estado Capitalistas. A base económica dessas relações é a propriedade social dos meios de produção; o regime político é dirigido pela classe trabalhadora; a ideologia é o Marxismo-leninismo; e o interesse da defesa das conquistas revolucionárias contra os ataques do Capitalismo é o comum dos indivíduos de todos os Estados Socialistas: o internacionalismo proletário torna-se o princípio fundamental do Direito Internacional Socialista.&lt;br /&gt;A teoria Marxista-leninista, leva a uma contradição no campo dos princípios e a outras consequências práticas que apenas podem ser justificadas pela legitimação do uso da força.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-8862744266617380948?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/8862744266617380948/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/03/direito-internacional-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8862744266617380948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8862744266617380948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/03/direito-internacional-iii.html' title='DIREITO INTERNACIONAL III'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6370129845696845686</id><published>2010-02-26T01:15:00.000-08:00</published><updated>2010-02-26T01:17:09.271-08:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O &lt;b&gt;&lt;i&gt;Direito das Gentes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; regula as relações entre Estados, entre Organizações Internacionais, ou entre Estados e Organizações Internacionais. Mas não será correcto afirmar que regula as relações entre Estados e Indivíduos nem as relações entre Indivíduos: umas e outras são subordinadas a um qualquer Direito Interno e não ao direito ora em apreço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;     &lt;b&gt;Tipos de Direito Internacional Público&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;É usual, na Doutrina e na Jurisprudência, falar-se de Direito Internacional Geral ou Comum e de Direito Internacional Particular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O primeiro, formado pelo Costume geral, pelos Princípios de Direito Reconhecidos pelas Nações civilizadas e pelas Convenções universais, é de aplicação universal. O segundo é de aplicação restrita a um certo número de sujeitos de Direito Internacional Público e formam-no o Costume regional e local e a grande maioria dos Tratados e Acordos Internacionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;      &lt;b&gt;Distinção entre Direito Internacional Público e Direito Internacional Privado&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;Há alguns pontos de contacto entre ambos. Primeiro, há um grande número de Convenções de Haia e de Genebra sobre direito de conflitos. Depois, há certos princípios ou normas de Direito Internacional Geral em matéria de Direito Internacional Privado, como acontece com a lei reguladora da forma dos actos com a lei aplicável aos crimes e delitos, com a lei aplicável ao regime jurídico dos imóveis e ainda quanto à lei definidora do estatuto das pessoas. Verifica-se, além do exposto, uma semelhança notável entre as regras de conflitos e o direito consular sobre matérias de Direito Privado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;O chamado Direito Internacional Privado ou Direito de Conflitos não passa de Direito Interno. Só é &lt;i&gt;“internacional”&lt;/i&gt; pela simples razão de regular actos ou factos do comércio jurídico internacional. De resto, é construído por um conjunto de regras ditadas por cada Estado para que, quando surja uma relação conectada com duas ou mais ordens jurídicas, se possa escolher a lei material de uma delas que indique a solução mais apropriada ao problema suscitado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6370129845696845686?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6370129845696845686/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/02/direito-internacional-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6370129845696845686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6370129845696845686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/02/direito-internacional-ii.html' title='DIREITO INTERNACIONAL II'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-5345383219017075825</id><published>2010-02-24T01:06:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T01:09:17.036-08:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;b&gt;                 &lt;/b&gt;     &lt;b&gt;Delimitação do conceito de Direito Internacional Público.&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:18.0pt;text-align:justify;text-indent: -18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:Georgia, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;      A Sociedade Internacional não segue um modelo homogéneo de organização: é assim que  enquanto na sua maior parte impera um tipo de relações de coordenação – ditadas pelo peso da soberania justa postas, em modernas sociedades de integração económica, como a União Europeia, prevalecem as relações de subordinação.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Não existe, quanto à origem, qualquer comparação possível entre as vulgares normas que constituem o Direito Internacional de coordenação e aquelas normas de Direito Privado, de Direito Processual, de Direito Penal e de Direito Administrativo referentes à actividade dos funcionários das Organizações Internacionais. Enquanto as primeiras têm uma origem interestadual, estas últimas, que constituem aquilo a que se convencionou chamar &lt;i&gt;Direito Interno das Organizações Internacionais,&lt;/i&gt; tem uma origem centralizada num órgão de uma Organização Internacional e a sua estrutura e garantia é sobremaneira semelhante à das normas de Direito Interno de qualquer Estado aplicáveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A definição de Direito Internacional Público não é fácil de fazer a partir dos respectivos sujeitos. O recurso a este critério apresenta dificuldades de monta: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A primeira consiste na enumeração de tais sujeitos, que varia consideravelmente entre os autores de Leste e Ocidentais, verificando-se assinaláveis divergências entre estes últimos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Depois, nem todas as actividades desenvolvidas por tais sujeitos subordinadas ao Direito Internacional Público, mas apenas as que aqueles levam acabamos enquanto tais, ou seja, na qualidade de sujeitos de tal ramo da ordem jurídica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:18.0pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-5345383219017075825?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/5345383219017075825/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/02/direito-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5345383219017075825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5345383219017075825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2010/02/direito-internacional.html' title='DIREITO INTERNACIONAL'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6165599439419178776</id><published>2009-06-28T03:33:00.000-07:00</published><updated>2009-06-28T03:38:43.260-07:00</updated><title type='text'>QUEDA DO IMPERIO ROMANO</title><content type='html'>A queda do Império Romano foi causada por uma série de problemas internos que fragilizaram o Império e colocaram-noà disposição de invasões de outros povos. Apesar de ser uma&lt;br /&gt;obviedade, todo Império começa a decair após alcançar o seu apogeu, e com Roma não foi diferente. Durante o seu auge nos séculos I e II, o sistema económico do Império Romano era&lt;br /&gt;o mais avançado que já havia existidoe que viria a existir até a Revolução Industrial. Mas o seu gradual declínio, durante os séculos III, IV e V, contribuiu enormemente para a queda do império. A massiva inflação promovida pelos imperadores durante a crise do século III destruiu a moeda corrente, anulando a prática do cálculo económico a longo prazo e consequentemente a acumulação de capital, que somada ao controle estatal da maioria dos preços teve efeitos desastrosos. Essas medidas tiveram consequências desastrosas já que, com quase todos preços artificialmente baixos, a lucratividade de qualquer empreendimento foi anulada, resultando num colapso completo da produção e do comércio em larga escala e da relativamente complexa divisão do trabalho que existia durante a Pax Romana. A população das cidades caiu por todo império devido ao colapso comercial e industrial. Enquanto o número de cidadãos (homens adultos e livres) durante o Principado em Roma era de 320 mil, em Constantinopla no século V haviam apenas oitenta mil cidadãos (25% do número de cidadãos em Roma); considerando que em Constantinopla existia um número menor de escravos, isso poderia resultar em uma população total cinco vezes menor. Os trabalhadores desempregados fixaram-se no campo e tentaram produzir eles mesmos os bens que queriam, desmonetizando a economia e acabando com a divisão de trabalho, ocorrendo uma drástica redução da produtividade da economia. Esses fenómenos resultaram na criação do primitivo sistema feudal baseado na auto-suficiência de pequenos territórios economicamente independentes. Com seu sistema económico destruído, a produção de armas e a manutenção de uma força militar defensiva se tornaram infinanciáveis, o que facilitou enormemente as invasões dos bárbaros&lt;a name="O_decl.C3.ADnio_cultural"&gt;&lt;/a&gt;. Outra vertente que contribuiu para a sua queda foi a diversificação cultural que Roma se tornou após o contacto com as colónias e com a naturalização dos Bárbaros, fato que possibilitou à população insatisfeita duvidar da influencia dos deuses nas decisões políticas, explicação tal que legitimava o poder do imperador. A importância do exército no sistema Romano foi descoberta por eles que passaram a exigir status e melhores remunerações e o Império não tinha condições de corresponder às exigências com sua economia em ruínas, mas dependia directamente da força do exército. Razões tais nos levam a concluir que a queda do império foi ocasionada por factores internos do próprio Império. É lógico que após a consumação do fato fica fácil analisar o problema, pois estamos fazendo o estudo retrospectivo, e na época do Império, apesar desses problemas terem sido alertados por alguns Senadores, não se podia prever com situações hipotéticas o que poderia acontecer, até porque quando esses problemas começaram a aparecer o Império estava em sua melhor fase&lt;a name="O_ex.C3.A9rcito"&gt;&lt;/a&gt;. Roma conquistou o seu império graças às forças das suas legiões. E os seus exércitos no baixo-império eram muito diferentes do que tinham sido na época da república e do alto império, eram tropas inferiores sob todos os aspectos. Para recrutar soldados recorria-se a vários métodos em simultâneo: voluntários, recrutamento por conscrição (e aí a influência dos grandes proprietários era determinante pois não queriam perder os seus melhores homens e falseavam o sistema), hereditariedade, ou então rusga pura e simples até se preencher as necessidades. De fato, ao contrário do que se disse por muito tempo, o exército romano continuou a ser constituído por gente de dentro do império com excepção de algumas unidades: a barbarização dos quadros só se dá em meados do século V e mesmo assim a defesa local ficou sempre a cargo dos romanos, mantendo-se algumas unidades romanas ofensivas. Quanto ao valor do soldado romano, poderia ter perdido algumas das suas qualidades (as unidades mais importantes já não eram consideradas as velhas legiões mas sim as auxiliares), mas a realidade é que a guerra modificara-se: raramente se travavam grandes batalhas entre exércitos regulares o que era muito caro para as frágeis estruturas financeiras do império tardio, mas sim emboscadas e guerrilha que exigia sobretudo flexibilidade e improvisação e menos automatismo nas formações. Ora, outro elemento a considerar é que o exército romano era uma força permanente, e não recrutada de acordo com as necessidades por algum tempo. Logo, para se manter um grande exército é preciso muito dinheiro e o Ocidente não o tinha, por causa do declínio económico que se procedia desde o século III: apesar de ter espremido as províncias até levar à revolta dos camponeses (sobretudo na Península Ibérica e Gália), os imperadores do Ocidente não conseguiram preservar o seu Estado. Poder-se-ia argumentar que o Cristianismo enfraquecera o patriotismo romano, mas essa é uma falsa questão; soldados romanos nunca passaram para o lado do inimigo externo, entretanto, frequentemente tendiam a querer nomear um novo imperador, entrando em conflito contra outras legiões. Isso vinha acontecendo desde o fim da república, assim que terminou a conscrição por períodos limitados.   No princípio do século V, a maioria do exército romano era ainda constituído por "romanos" (com as devidas aspas que tal termo implica, e com os limitados conhecimentos que temos do real recrutamento nessa época). À medida que os bárbaros foram entrando pelo império, começou-se a fazer acordos em que eles deveriam fixar-se num determinado território, recebendo terras e, em troca, ficando a serviço do imperador para lutar contra seus inimigos. Ora se a situação de bárbaros ao serviço de Roma não era nova, o recrutamento sempre fora feito por indivíduos que eram treinados, ensinados a falar latim e equipados por oficiais romanos (esta era uma das formas de romanização), tornando-se romanos indistinguíveis na geração seguinte; na nova situação, eles vinham em grupos com os seus próprios líderes. O resultado foi que as tribos foram, progressivamente, emancipando-se da tutela romana e formando reinos.&lt;a name="O_cristianismo"&gt;&lt;/a&gt; Uma das questões sociológicas muito debatidas ao longo da história é a questão de saber se o Cristianismo contribuiu ou não para a queda do Império Romano do Ocidente. Santo Agostinho, pensador e religioso cristão do século V, refutava esta conexão. Edward Gibbon e David Hume, propagadores da ideologia anti-religiosa do Iluminismo no século XVIII, foram da opinião contrária. O Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano em 380. O Império Romano do Ocidente cairia cerca de 100 anos depois. (Ver Cristianismo). Entre os séculos II e III, séculos em que o Cristianismo ganhou cada vez mais adeptos entre os Romanos, o Império começou a sentir os sinais da crise: a diminuição do número de escravos, as rebeliões nas províncias, a anarquia militar e as invasões bárbaras. Com relação às invasões, é importante notar que a região europeia do império passou a ser ocupada por povos nómadas, de diferentes origens e em alguns casos, que realizavam um processo de migração, ou seja, sem a utilização de guerra contra os romanos. Vários desses povos foram considerados aliados de Roma e o Império Romano foi dividido por causa de invasores em quase toda parte de Roma. Por outro lado, quando se fala em "sinais da crise" que estariam pretensamente relacionados ao cristianismo, na verdade se fala de um período extremamente conturbado, no qual o Império chegou a estar muito perto da derrocada. Por volta de 285, o imperador Diocleciano salvou o Império Romano do colapso, dando a ele um último fôlego. Tudo isso já ocorria numa época em que os cristãos eram somente uma minoria marginalizada. A tentativa de responsabilizar o cristianismo pelos fortes problemas vividos em Roma durante os séculos II e III fica bastante enfraquecida quando se percebe que mesmo no início do século IV apenas cinco a sete por cento dos romanos tinham se tornado cristãos; quase todos eles na parte Oriental do império, exactamente o lado que permanecera mais forte e estruturado durante a crise. Além disso, mesmo na época da queda definitiva de Roma, o lado oriental continuava sendo o mais cristianizado. E foi esse lado mais cristão que continuou de pé na forma do Império Bizantino. Se a Igreja tivera reticências ao serviço militar nos tempos da perseguição, a partir do momento que o império se tornou cristão considerava um crime grave alguém furtar-se ao seu dever (a pena por deserção no exército era ser queimado a fogo lento). A Igreja tornou-se fervorosamente patriótica e romana (a ponto de desgostar um neo-pagão como o imperador Juliano, o Apóstata que achava que os cristãos só deviam poder ensinar coisas relacionadas com o cristianismo e não cultura clássica). De alguma maneira aumentou a consistência do império. Um outro argumento que se apresenta normalmente, é que enquanto o Império pagão fora tolerante, o cristianismo era intolerante perseguindo pagãos, cristãos considerados heréticos e judeus. Roma, de fato, fora relativamente tolerante (se perseguira pontualmente grupos como os cristãos fora por motivos muito específicos), mas depois das dificuldades do século III. (uma série de invasões bárbaras, guerras civis e declínio económico), vários imperadores procuraram centralizar mais o estado, obter um maior controle dos cidadãos (para que deste modo fosse mais fácil mobilizar recursos humanos e financeiros para defender o fragilizado império), e unificar o império em torno de uma ideologia. Com Constantino I tornou-se o cristianismo a religião a obter esse monopólio.  Os historiadores têm revisto o conceito de decadência. Se analisarmos os séculos IV e V, estes são muito ricos em termos artísticos e culturais, sobretudo se comparados com os séculos II e III. Temos os Padres da Igreja, os Neo-Platônicos, os primeiros passos da arte bizantina (a não ser que não se goste dessas manifestações artísticas, mas aí é questão de opinião) a mostrar a vitalidade do império que continuou com Bizâncio. É que quando se fala de que o império se desmoronou, existe a tendência a esquecer que o Império Romano do Oriente, fortemente cristianizado e urbano, ainda existiu mais mil anos, embora em declínio territorial, enquanto que a metade ocidental pagã e menos urbanizada é que foi conquistada pelos bárbaros    De certo modo, Roma ainda vive em nós. Nossa língua, assim como outras línguas europeias derivam do latim, mesmo idiomas não-latinos tem muitas palavras de origem latina. As bases de nossa justiça, exército e família são de raízes romanas.&lt;a name="O_fim"&gt;&lt;/a&gt; Quando o último imperador romano foi deposto, em 476 d.C., por um grupo de mercenários, poucos territórios (e tropas) restavam ao seu serviço. Os comandantes e chefes que tentavam manter o Estado Romano nos últimos anos também eram, na maioria dos casos, de origem bárbara. Só faltava que um decidisse tomar a púrpura, coisa que não sucedeu. O imperador deposto, Rômulo Augústulo, era filho de um general de origem bárbara, Orestes, que havia servido antes a Átilo o Huno, e havia obtido o trono graças ao pai que havia derrubado o último imperador legítimo, Júlio Nepos, que porém manteve sua autoridade sobre a Dalmácia. Os aliados de Orestes (hérulos e rugios) depois se desentenderam com seu patrono e, sob as ordens de Odoacro, depuseram Rômulo Augústulo. Observa-se que a deposição do último imperador não foi um acontecimento repentino e que trouxesse mudança social drástica, mas sim foi o resultado de um longo processo que se desenrolava há quase um século. Convencionou-se esta data como o fim da Antiguidade, mas é provável que poucos naqueles anos considerassem aquele fato como o fim de uma era. Muito diferente, portanto, de outros marcos da história como, por exemplo, a Queda da Bastilha durante a Revolução Francesa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6165599439419178776?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6165599439419178776/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/06/queda-do-imperio-romano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6165599439419178776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6165599439419178776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/06/queda-do-imperio-romano.html' title='QUEDA DO IMPERIO ROMANO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6185580213520980089</id><published>2009-05-26T15:19:00.000-07:00</published><updated>2009-05-26T15:28:19.617-07:00</updated><title type='text'>MURO DE BERLIM</title><content type='html'>Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim,&lt;br /&gt;ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões&lt;br /&gt;de pessoas na altura, sofreu uma experiência ímpar na&lt;br /&gt;história moderna: viu a cidade ser dividida por um&lt;br /&gt;muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica&lt;br /&gt;que cortou a cidade em duas partes, cada uma delas&lt;br /&gt;governada por regimes políticos ideologicamente&lt;br /&gt;inimigos. Abominação provocada pela guerra-fria,&lt;br /&gt;o muro foi durante aqueles anos todos o símbolo da&lt;br /&gt;rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado&lt;br /&gt;do fracasso do socialismo real em manter-se como um&lt;br /&gt;sistema atraente para a maioria da população alemã.&lt;br /&gt;O Muro de Berlim foi uma realidade e um símbolo da&lt;br /&gt;divisão da &lt;a title="Alemanha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha"&gt;Alemanha&lt;/a&gt; em duas entidades estatais:&lt;br /&gt;A República Federal da Alemanha (RFA)&lt;br /&gt;A República Democrática Alemã (RDA).&lt;br /&gt;Este muro, além de dividir a cidade de Berlim&lt;br /&gt;ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois&lt;br /&gt;blocos ou partes:Berlim Ocidental (RFA),&lt;br /&gt;era constituído pelos países capitalistas encabeçados&lt;br /&gt;pelos Estados Unidos da AméricaBerlim Oriental&lt;br /&gt;(RDA), constituído pelos países&lt;br /&gt;socialistas simpatizantes do regime soviético.&lt;br /&gt;Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961,&lt;br /&gt;dele faziam parte 66,5 km de gradeamento&lt;br /&gt;302 torres de observação, 127 redes metálicas&lt;br /&gt;electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida&lt;br /&gt;para ferozes cães de guarda.&lt;br /&gt;Este muro provocou a morte a 80&lt;br /&gt;identificadas, 112 ficaram feridas e milhares&lt;br /&gt;aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.&lt;br /&gt;O Muro de Berlim caiu no dia 9 de Novembro&lt;br /&gt;de 1989, acto inicial da reunificação das duas&lt;br /&gt;Alemanhas, que formaram finalmente a&lt;br /&gt;&lt;a title="República Federal da Alemanha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Federal_da_Alemanha"&gt;República Federal da Alemanha&lt;/a&gt;, acabando também&lt;br /&gt;a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam&lt;br /&gt;este momento também como o fim da &lt;a title="Guerra Fria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Fria"&gt;Guerra-fria&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6185580213520980089?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6185580213520980089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/muro-de-berlim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6185580213520980089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6185580213520980089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/muro-de-berlim.html' title='MURO DE BERLIM'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1636428236441072600</id><published>2009-05-13T14:38:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T14:42:24.962-07:00</updated><title type='text'>ZEE "CONCLUSÃO"</title><content type='html'>Como foi exposto nos respectivos textos, vemos que as recentes medidas tomadas nas&lt;br /&gt;Ultimas Convenções, foram de enorme importância para harmonizar o tráfego, as explorações, e consequentemente as relações Inter-Estados., no que concerne a questões marítimas.&lt;br /&gt;As decisões aceites unanimemente, pelos Estados signatários das Convenções, 1973 e especialmente de 1982, trouxeram elementos completamente novos, muito abrangentes e diversificados e muito abrangentes.&lt;br /&gt;Também se deve referir que, pela primeira vez na historia das relações marítimas internacionais, se fixaram as 12 milhas, como zona exclusiva económica.&lt;br /&gt;Até então vigoravam entre Estado, respectivamente e ao longo de vários séculos , três , cinquenta e 200 milhas.&lt;br /&gt;Verifica-se também a criação de uma nova zona contígua de igual dimensão á anterior ZEE, portanto mais 12 milhas, onde ainda o Estado costeiro pode exercer a sua jurisdição e ter o controle e acção fiscalizadora, sobre actividades lesivas ao respectivo Estado, tais como, emigração ilegal, contrabando, ou actos dolosos á soberania de Estados.  costeiros.&lt;br /&gt;Uma terceira faixa foi acrescentada com o alargamento para as 200 milhas, aumentando assim a zona de influencia do Estado costeiro, mas limitando o seu exercício a estudos e pesquisas cientificas, nas aguas respectivas, no leito do mar e subsolo, exploração de recursos naturais etc, o que pressupõe um alargamento de riquezas naturais, e que estes podem defender de Estados terceiros.&lt;br /&gt;Nessa Convenção foi ainda abordada a possibilidade de alargamento para além das &lt;br /&gt;Um outro conceito, este mais vago, foi ratificado pelos signatários, uma questão oportuna , sobre a  grande parte restante das aguas oceânicas até então nunca sujeitas  a qualquer regime ,ou sujeitas a qualquer Tutela – O Alto Mar. Esta imensa massa Universal , que constituem os  cinco Oceanos, que no seu todo formam uma Grande Província , que a Convenção regula a luz do Direito Internacional concretamente o Direito do Mar Regulada pelo Tribunal Internacional dos Direitos do Mar, sedeado em Hamburgo.&lt;br /&gt;Não obstante todas estas disposições vigentes actualmente, a Rússia depois do constante degelo do Árctico, anunciou recentemente, quer ampliar a sua presença no Oceano Árctico.&lt;br /&gt;Este pais anunciaram recentemente nova expedição ao pólo Norte onde afirma existir nove a 10 biliões de toneladas de combustíveis fora outros materiais. Os cinco países limítrofes ao Oceano Árctico, criaram já uma plataforma e preparam-se para a provável exploração dos seus recursos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1636428236441072600?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1636428236441072600/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/zee-conclusao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1636428236441072600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1636428236441072600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/zee-conclusao.html' title='ZEE &quot;CONCLUSÃO&quot;'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-8108824519854920138</id><published>2009-05-03T13:33:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T13:41:27.149-07:00</updated><title type='text'>ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA "ALTO-MAR"</title><content type='html'>Define-se o alto-mar como as zonas marítimas&lt;br /&gt;que não se encontram sob &lt;a title="Jurisdição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurisdi%C3%A7%C3%A3o"&gt;jurisdição&lt;/a&gt; de&lt;br /&gt;nenhum &lt;a title="Estado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado"&gt;Estado&lt;/a&gt;. Nos termos do direito do&lt;br /&gt;mar, qualquer reivindicação de &lt;a title="Soberania" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soberania"&gt;soberania&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;sobre tais zonas, da parte de um Estado, é&lt;br /&gt;ilegítima. O limite interior do alto-mar&lt;br /&gt;corresponde ao limite exterior da zona&lt;br /&gt;económica exclusiva, que é fixado a no máximo&lt;br /&gt; 200 &lt;a title="Milha náutica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Milha_n%C3%A1utica"&gt;milhas náuticas&lt;/a&gt; da costa. No alto-mar,&lt;br /&gt;vigora o princípio da liberdade: de &lt;a title="Navegação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Navega%C3%A7%C3%A3o"&gt;navegação&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;sobrevoo, &lt;a title="Pesca" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesca"&gt;pesca&lt;/a&gt;, &lt;a title="Pesquisa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisa"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; científica, instalação&lt;br /&gt;de cabos, condutas e construção de ilhas artificias&lt;br /&gt; jurisdição aplicável a um navio em alto-mar é a&lt;br /&gt; do Estado cuja bandeira a embarcação arvora.&lt;br /&gt;Os oceanos da &lt;a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra"&gt;Terra&lt;/a&gt; vistos a partir da região&lt;br /&gt;antárctica. Note-se a existência de um único&lt;br /&gt;oceano global. Quase três quartos (71%) da&lt;br /&gt;superfície da &lt;a title="Terra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra"&gt;Terra&lt;/a&gt; são cobertos pelo oceano&lt;br /&gt; (Cerca de 61% do &lt;a title="Hemisfério Norte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_Norte"&gt;Hemisfério Norte&lt;/a&gt; e de 81%&lt;br /&gt;do &lt;a title="Hemisfério Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hemisf%C3%A9rio_Sul"&gt;Hemisfério Sul&lt;/a&gt;). Este corpo de água global&lt;br /&gt;inter conectado de &lt;a title="Água do mar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua_do_mar"&gt;água salgada&lt;/a&gt; é dividido pelos&lt;br /&gt; &lt;a title="Continente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Continente"&gt;continentes&lt;/a&gt; e grandes &lt;a title="Arquipélago" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquip%C3%A9lago"&gt;arquipélagos&lt;/a&gt; em cinco&lt;br /&gt;oceanos, como segue:&lt;br /&gt;·  &lt;a title="Oceano Pacífico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Pac%C3%ADfico"&gt;Oceano Pacífico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;·  &lt;a title="Oceano Atlântico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Atl%C3%A2ntico"&gt;Oceano Atlântico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;·  &lt;a title="Oceano Índico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_%C3%8Dndico"&gt;Oceano Índico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;·  &lt;a title="Oceano Ártico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_%C3%81rtico"&gt;Oceano Glacial Árctico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;·  &lt;a title="Oceano Antártico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano_Ant%C3%A1rtico"&gt;Oceano Glacial Antárctico&lt;/a&gt; – definido em&lt;br /&gt;2000 pela &lt;a title="Organização Hidrográfica Internacional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Hidrogr%C3%A1fica_Internacional"&gt;Organização Hidrográfica Internacional&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;da qual Portugal também é membro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fronteiras entre os oceanos são estabelecidas pela&lt;br /&gt;&lt;a title="Organização Hidrográfica Internacional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_Hidrogr%C3%A1fica_Internacional"&gt;Organização Hidrográfica Internacional&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-8108824519854920138?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/8108824519854920138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/zona-economica-exclusiva-alto-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8108824519854920138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8108824519854920138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/05/zona-economica-exclusiva-alto-mar.html' title='ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA &quot;ALTO-MAR&quot;'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-7174573618357168172</id><published>2009-04-30T15:20:00.000-07:00</published><updated>2009-04-30T15:27:28.300-07:00</updated><title type='text'>MAR TERRITORIAL ECONCEITOS CONEXOS</title><content type='html'>A convenção fixa o limite exterior do mar territorial&lt;br /&gt;em 12 milhas náuticas (22 km), definindo-o como uma&lt;br /&gt;zona marítima contígua ao território do Estado&lt;br /&gt;costeiro e sobre a qual se estende a sua soberania.&lt;br /&gt;Cria, ademais, uma zona contígua também com 12&lt;br /&gt;milhas náuticas, dentro da qual o Estado costeiro&lt;br /&gt;pode exercer &lt;a title="Jurisdição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurisdi%C3%A7%C3%A3o"&gt;jurisdição&lt;/a&gt; com respeito a certas&lt;br /&gt;actividades como contrabando, imigração ilegal, e uma&lt;br /&gt;zona económica exclusiva (ZEE), tendo como limite&lt;br /&gt;externo uma linha a 200 milhas náuticas da costa e&lt;br /&gt;como limite interno a borda exterior do mar territorial,&lt;br /&gt;na qual o Estado costeiro pode exercer soberania sobre&lt;br /&gt;os recursos naturais na água, no leito do mar e no&lt;br /&gt;seu subsolo.Segundo a Convenção, os navios estrangeiros&lt;br /&gt;estão sujeitos à jurisdição do Estado em cujas&lt;br /&gt;águas se encontrem; exceptuam-se os navios&lt;br /&gt; militares e os de Estado, que gozam de imunidade&lt;br /&gt; de jurisdição. Os navios em alto-mar sujeitam-se&lt;br /&gt; à jurisdição do Estado cuja bandeira arvoram.&lt;br /&gt;Os navios estrangeiros encontrados no mar territorial&lt;br /&gt;gozam do chamado "direito de passagem inocente"&lt;br /&gt; (definida como contínua, rápida e ordeira), pelo&lt;br /&gt; qual o Estado costeiro deve abster-se de exercer&lt;br /&gt; jurisdição civil ou penal sobre tais embarcações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-7174573618357168172?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/7174573618357168172/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/mar-territorial-econceitos-conexos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7174573618357168172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7174573618357168172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/mar-territorial-econceitos-conexos.html' title='MAR TERRITORIAL ECONCEITOS CONEXOS'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-6534656712365328498</id><published>2009-04-29T12:33:00.000-07:00</published><updated>2009-04-29T12:37:55.082-07:00</updated><title type='text'>ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA "HITORIA"</title><content type='html'>História&lt;br /&gt;As cidades marítimas da &lt;a title="Itália" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia"&gt;Itália&lt;/a&gt; procuraram, a partir do século XIV, estabelecer uma base jurídica para o exercício da sua autoridade no mar, pois já haviam obtido a supremacia marinha contra os piratas sarracenos e outros países cristãos e então procuravam consolidar no direito o que já possuíam de facto. Preocupavam-se também em cobrar impostos sobre a navegação, preservar para si a pesca, policiar as suas costas contra piratas etc. Outros Estados passaram a reivindicar uma zona marítima, como &lt;a title="Flandres" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flandres"&gt;Flandres&lt;/a&gt;. No século XVI, afirma-se a jurisdição do Estado costeiro sobre um mar territorial.&lt;br /&gt;Do século XVIII até meados do século XX, as águas territoriais do &lt;a title="Império Britânico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Brit%C3%A2nico"&gt;Império Britânico&lt;/a&gt;, dos Estados Unidos, da França e de diversos outros Estados eram fixadas em 3 milhas náuticas (6 km), o que equivalia, de início, ao alcance de um disparo de canhão e, portanto, à área do oceano que um Estado soberano podia defender desde o litoral. O conceito é elegantemente exposto por juristas da época em latim: terrae potestas finitur ubi finitur armorum vis ("o poder da terra acaba onde acaba a força das armas").&lt;br /&gt;No século XIX, as 3 milhas náuticas passam a ser a prática internacional. Devido a incidentes no século XX, tais como testes nucleares e controvérsias acerca de direitos de pesca, diversos Estados estenderam unilateralmente o seu mar territorial, alguns para 50, outros para até 200 milhas náuticas.&lt;br /&gt;O actual regime das 12 milhas náuticas foi finalmente adoptado pela &lt;a title="Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conven%C3%A7%C3%A3o_das_Na%C3%A7%C3%B5es_Unidas_sobre_o_Direito_do_Mar"&gt;Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar&lt;/a&gt;, celebrada em 1982 em Montego Bay, Jamaica, resultado da Terceira Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Nova York, 1973-1982) e constitui o mais recente grande esforço de codificação do&lt;br /&gt;&lt;a title="Direito internacional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_internacional"&gt;direito internacional&lt;/a&gt; que regula os &lt;a title="Oceano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano"&gt;oceanos&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-6534656712365328498?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/6534656712365328498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/zona-economica-exclusiva-hitoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6534656712365328498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/6534656712365328498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/zona-economica-exclusiva-hitoria.html' title='ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA &quot;HITORIA&quot;'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2364833585189651932</id><published>2009-04-25T14:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-25T14:35:55.846-07:00</updated><title type='text'>MAR TERRITORIAL</title><content type='html'>O Mar territorial é uma faixa de águas costeiras&lt;br /&gt;que alcança 12 milhas náuticas (22 km) a partir&lt;br /&gt;do litoral de um Estado que são consideradas parte&lt;br /&gt;do território soberano daquele Estado (exceptuados&lt;br /&gt;os acordos com Estados vizinhos cujas costas distem&lt;br /&gt;menos de 24 milhas náuticas). A largura do mar&lt;br /&gt;territorial é contada a partir da linha de base, isto&lt;br /&gt;é, a linha de baixa-mar ao longo da costa, tal como&lt;br /&gt;indicada nas cartas marítimas de grande escala&lt;br /&gt;reconhecidas oficialmente pelo Estado costeiro.&lt;br /&gt;Dentro do mar territorial, o Estado costeiro dispõe&lt;br /&gt;de direitos soberanos idênticos aos de que goza&lt;br /&gt;em seu território e das suas águas interiores, para&lt;br /&gt;exercer jurisdição, aplicar as suas leis e&lt;br /&gt;regulamentar o uso e a exploração dos recursos.&lt;br /&gt;Entretanto, as embarcações estrangeiras civis e&lt;br /&gt;militares têm o "direito de passagem inocente"&lt;br /&gt;pelo mar territorial, desde que não violem as leis&lt;br /&gt;do Estado costeiro nem constituam ameaça à&lt;br /&gt;segurança.O mar territorial e seus conceitos&lt;br /&gt;correlatos - zona contígua, zona económica&lt;br /&gt;exclusiva, plataforma continental etc. - são&lt;br /&gt;regulados pela Convenção das Nações Unidas&lt;br /&gt;sobre o Direito do Mar (CDM), de 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/SfOAAULbMRI/AAAAAAAAADA/_STcWnB9XIM/s1600-h/350px-Portugal_Exclusive_Economic_Zone_%2528pt%2529_svg.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328743527014412562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/SfOAAULbMRI/AAAAAAAAADA/_STcWnB9XIM/s400/350px-Portugal_Exclusive_Economic_Zone_%2528pt%2529_svg.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2364833585189651932?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2364833585189651932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/mar-territorial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2364833585189651932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2364833585189651932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/mar-territorial.html' title='MAR TERRITORIAL'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/SfOAAULbMRI/AAAAAAAAADA/_STcWnB9XIM/s72-c/350px-Portugal_Exclusive_Economic_Zone_%2528pt%2529_svg.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-8897372860901190980</id><published>2009-04-24T17:02:00.000-07:00</published><updated>2009-04-24T17:04:02.433-07:00</updated><title type='text'>ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA</title><content type='html'>De acordo com a Convenção das Nações Unidas&lt;br /&gt;sobre o Direito do Mar, os países costeiros têm&lt;br /&gt;direito a declarar uma Zona Económica Exclusiva&lt;br /&gt;(ou ZEE) de espaço marítimo para além das suas&lt;br /&gt;águas territoriais, no qual têm prerrogativas na&lt;br /&gt;utilização dos recursos, tanto vivos como não -&lt;br /&gt;vivos, e responsabilidade na sua gestão.A ZEE,&lt;br /&gt;é delimitada por uma linha imaginária situada&lt;br /&gt;a 200 milhas marítimas da costa. A ZEE, separa&lt;br /&gt;águas nacionais das águas internacionais ou comuns.&lt;br /&gt;Dentro da sua ZEE, cada estado goza de direitos.&lt;br /&gt;Alguns exemplos: Direito à exploração dos recursos&lt;br /&gt;marítimos; Direito à investigação científica;&lt;br /&gt;Direito a controlar a pesca por parte de&lt;br /&gt;barcos estrangeiros&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-8897372860901190980?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/8897372860901190980/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/zona-economica-exclusiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8897372860901190980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/8897372860901190980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/zona-economica-exclusiva.html' title='ZONA ECONOMICA EXCLUSIVA'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2471522695992201847</id><published>2009-04-23T14:18:00.000-07:00</published><updated>2009-04-23T16:01:48.679-07:00</updated><title type='text'>CODIFICAÇÃO E FUNDAMENTO DO COSTUME</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os Costumes Internacionais, tendem a perder&lt;br /&gt; espaço para os Tratados, mormente pela clareza&lt;br /&gt;que o texto afirmado propicia aos sujeitos envolvidos,&lt;br /&gt;e pela complicação litigiosa oriunda dos Costumes&lt;br /&gt;Internacionais.Entende-se, no entanto, que ainda que&lt;br /&gt; a celebração de um tratado multilateral seja realizado&lt;br /&gt; sem que todas as partes tivessem o mesmo consenso&lt;br /&gt; sobre todos os pontos, é indiscutível que, o Costume&lt;br /&gt;Internacional está subjacente à construção do conteúdo&lt;br /&gt; do Tratado então celebrado, seja de forma mais&lt;br /&gt;uniforme ou não pelos sujeitos que se sentam à mesa&lt;br /&gt;de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O Costume Internacional e a doutrina do “Tacitum Pactum”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Costume é uma prática reiterada e constante com&lt;br /&gt;convicção de obrigatoriedade. É uma concepção&lt;br /&gt;Voluntarista, reduzindo toda a regra consuetudinária&lt;br /&gt;aos Costumes particulares, fundamenta a&lt;br /&gt;obrigatoriedade do Direito Internacional do acordo&lt;br /&gt; interestadual, que, quanto ao Costume, revestiria a&lt;br /&gt; forma de um Tacitum Pactum. A doutrina do Tacitum&lt;br /&gt; Pactum, destrói completamente o fundamento do&lt;br /&gt;Costume Internacional e diverge em pleno do seu&lt;br /&gt; entendimento clássico.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; FUNDAMNETO DA OBRIGATORIEDADE&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para que se possa considerar existente&lt;br /&gt;um costume jurídico internacional, o uso&lt;br /&gt;deve ser contínuo, ou seja, deve consistir&lt;br /&gt; numa pratica constante dos sujeitos de&lt;br /&gt; Direito Internacional que se encontrem&lt;br /&gt; em situação de o aplicar. Geral, quer&lt;br /&gt; dizer deve consistir numa pratica&lt;br /&gt; comum. Embora não seja de exigir a&lt;br /&gt; unanimidade de todos os membros&lt;br /&gt; da sociedade internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Elemento Subjectivo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Elemento Subjectivo também é&lt;br /&gt; denominado de Elemento Psicológico,&lt;br /&gt; cujo nome técnico consiste em&lt;br /&gt;"Opinio Juris" ou "Opinio Necessitatis".&lt;br /&gt;O professor José Francisco Rezek (p. 115)&lt;br /&gt;salienta que "o elemento material não seria&lt;br /&gt; bastante para dar ensejo à norma&lt;br /&gt;costumeira. É necessário, para tanto,&lt;br /&gt; que a prática seja determinada pela&lt;br /&gt;"opinio juris", vale dizer, pelo entendimento,&lt;br /&gt; pela convicção de que assim se procede&lt;br /&gt; por necessário, correcto, justo, e, de&lt;br /&gt;bom direito."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2471522695992201847?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2471522695992201847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/codificacao-e-fundamento-do-costume.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2471522695992201847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2471522695992201847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/codificacao-e-fundamento-do-costume.html' title='CODIFICAÇÃO E FUNDAMENTO DO COSTUME'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-5770945902763979103</id><published>2009-04-21T14:11:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T14:13:11.419-07:00</updated><title type='text'>PROVA DO COSTUME INTERNACIONAL</title><content type='html'>O professor Rezek, ressalva a decisão do&lt;br /&gt;Tribunal Internacional de Justiça acerca do&lt;br /&gt;caso de Asilo Político, afirmando que "a parte&lt;br /&gt;que alega em seu prol certa regra costumeira deve&lt;br /&gt;provar sua existência e sua oponibilidade à parte&lt;br /&gt;adversa".Os Costume Internacionais encontram&lt;br /&gt;prova nos actos estatais, nos textos legais e nas&lt;br /&gt;decisões judiciárias acerca de temas relacionados ao&lt;br /&gt;"jus cogens". No plano internacional, busca-se a prova&lt;br /&gt;do Costume Internacional na jurisprudência&lt;br /&gt;internacional e/ou nos tratados.Por isso, não é difícil&lt;br /&gt;conceber que todo Tratado, e principalmente as&lt;br /&gt;jurisprudências internacionais, foram&lt;br /&gt;(quase indiscutivelmente) um Costume&lt;br /&gt;Internacional generalizado, que eram nada mais&lt;br /&gt;nada menos que um facto, que recebeu um valor pelos&lt;br /&gt;sujeitos internacionais, e transformou-se&lt;br /&gt;numa Norma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-5770945902763979103?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/5770945902763979103/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/prova-do-costume-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5770945902763979103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5770945902763979103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/prova-do-costume-internacional.html' title='PROVA DO COSTUME INTERNACIONAL'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3098530552992725429</id><published>2009-04-20T15:58:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T16:03:13.680-07:00</updated><title type='text'>CONCEITUAÇÃO DO COSTUME INTERNACIONAl</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Conceituação &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;O Costume Internacional encontra definição no&lt;br /&gt;art. 38 (1) (b) do Estatuto do Tribunal Internacional&lt;br /&gt;de Justiça, que diz:&lt;br /&gt;"O costume internacional como prova de uma prática&lt;br /&gt;geral aceite como direito".&lt;br /&gt;Portanto, trata-se de uma espécie de norma formada&lt;br /&gt;pela reiterada prática dos sujeitos do Direito Internacional,&lt;br /&gt;consiste numa prática geral aceite como sendo de /o direito.&lt;br /&gt;Convêm destacar, que a tendência moderna é a da&lt;br /&gt;codificação dos Costumes Internacionais, de forma que os&lt;br /&gt;Tratados obtenham um crescimento maior, enquanto&lt;br /&gt; os Costumes Internacionais cursem para um decréscimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Hierarquia entre Costumes Internacionais e Tratados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não há uma hierarquia entre as normas costumadas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;e as realizadas, isto porque uma e outra se anulam.&lt;br /&gt;Inegável que, uma vez visto os elementos materiais&lt;br /&gt;e subjectivos dos Costumes Internacionais, que os&lt;br /&gt;Tratados, ou seja a essência do direito posto na ordem&lt;br /&gt;internacional, possuem uma maior segurança jurídica&lt;br /&gt;dada a sua clareza e certeza. Entretanto, O'Connell,&lt;br /&gt;por exemplo, defende que os costumes consistem na&lt;br /&gt;principal, quando não única fonte verdadeira do&lt;br /&gt;"jus cogens".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3098530552992725429?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3098530552992725429/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/conceituacao-do-costume-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3098530552992725429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3098530552992725429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/conceituacao-do-costume-internacional.html' title='CONCEITUAÇÃO DO COSTUME INTERNACIONAl'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-5274287980699765716</id><published>2009-04-18T14:16:00.000-07:00</published><updated>2009-04-18T14:21:43.627-07:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL "COSTUME"</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;COSTUME&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Costume é o nome dado a qualquer regra social&lt;br /&gt;resultante de uma prática reiterada de forma&lt;br /&gt; generalizada e prolongada, o que resulta numa&lt;br /&gt;certa convicção de obrigatoriedade, de acordo com&lt;br /&gt;cada sociedade e cultura específica.&lt;br /&gt;O costume jurídico é definido como a prática social&lt;br /&gt;reiterada e obrigatória. Trata-se em geral, de regras&lt;br /&gt;não escritas, introduzidas pelo uso continuado e com&lt;br /&gt;o consentimento implícito de todas as pessoas que as&lt;br /&gt;dmitiram como norma de conduta. O costume é,&lt;br /&gt;evidentemente, considerado como obrigatório e a sua&lt;br /&gt;violação acarreta responsabilidades jurídicas.&lt;br /&gt;Os juristas defendem dois elementos constitutivos do&lt;br /&gt;costume jurídico, o material que é a prática reiterada&lt;br /&gt;do comportamento costumeiro e o subjectivo ou seja a&lt;br /&gt;convicção geral de que ele é necessário e obrigatório DI&lt;br /&gt;foi, até meados do século XIX, na sua maior parte um&lt;br /&gt;direito costumeiro e não escrito.&lt;br /&gt;Os tratados eram episódicos e, sempre bilaterais, não&lt;br /&gt;criavam regras universais de conduta, ao contrário do&lt;br /&gt;costume. A situação inverteu-se com a celebração dos&lt;br /&gt;rimeiros tratados multilaterais e hoje fala-se da codificação&lt;br /&gt;do DI, isto é, a consolidação das normas costumeiras em&lt;br /&gt;textos convencionais, os chamados tratados.&lt;br /&gt;No âmbito do DI, independentemente dos tratados, o&lt;br /&gt;costume é obrigatório para todos os sujeitos de DI.&lt;br /&gt;O DI contempla a possibilidade de costumes regionais.&lt;br /&gt;O costume é mais maleável do que o tratado, pois&lt;br /&gt;adapta-se mais facilmente à evolução das relações&lt;br /&gt;internacionais. Por outro lado, é mais inseguro do que &lt;br /&gt;acordo escrito, devido a suas constantes mudanças e&lt;br /&gt;à dificuldade de prová-lo e de apontar a data de sua&lt;br /&gt;vigência. No DI, não há hierarquia entre tratado e&lt;br /&gt;costume. o costume termina ou deixa de ser praticado,&lt;br /&gt; com um novo costume ou com um tratado que o&lt;br /&gt;codifica ou revoga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-5274287980699765716?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/5274287980699765716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/direito-internacional-costume.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5274287980699765716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/5274287980699765716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/direito-internacional-costume.html' title='DIREITO INTERNACIONAL &quot;COSTUME&quot;'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-4239940860136904112</id><published>2009-04-16T13:52:00.000-07:00</published><updated>2009-04-20T16:04:09.183-07:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DE ESTADO</title><content type='html'>Em geral reconhecimento é o acto jurudico&lt;br /&gt;internacional pelo qual um sujeito afirma que&lt;br /&gt;determibada situação é conforme co o Direito&lt;br /&gt;Internacional, ou pelo qual afirma que se veruficam&lt;br /&gt;os prossopostos exigidos por uma norma internacional&lt;br /&gt;para a produçao de certos efeitos. Como se disse&lt;br /&gt;anteriormente o Direito pode ter natureza constituva ou&lt;br /&gt;declarativa e durante muitos anos foi controvertido o&lt;br /&gt;problema de saber se no caso do Estado o reconhecimento&lt;br /&gt;revestiria uma ou outra.&lt;br /&gt;Por norma só a paritr de reconhecimento é que o&lt;br /&gt;Estado existe. O reconhecimento vem dar-lhe a&lt;br /&gt;qualidade de sujeito de Direito Internacional, e portanto,&lt;br /&gt;quaisquer eventos a ele anteriores são “em principio&lt;br /&gt;irrelevantes”. Ao inves para os que defendem a natureza&lt;br /&gt;declaratica, o Estado existia desde que efectivamnete se&lt;br /&gt;achassem reunidas a suas condiçoes de existencia, aí o&lt;br /&gt;reconhecimento limitar-se-ia a verifica-las e em nada&lt;br /&gt;acrescentaria de novo e consequentemente teria efeitos&lt;br /&gt;rectroactivos. A concepçao da natureza constitutiva do&lt;br /&gt;reconhecimento, poderá ter feito carreira noutras epocas,&lt;br /&gt;mas com um numero restrito de Estado, com o preduminio&lt;br /&gt;das relações bilaterais e pouco intensas e com uma&lt;br /&gt;comunidade Internacional pouco institucionalizada.&lt;br /&gt;Mas nos dias de hoje, prevalece a tese da natureza&lt;br /&gt;declarativa do reconhecimento, por ser a que melhor&lt;br /&gt;traduz a realidade de uma vida juridico-internacional&lt;br /&gt;muito mais desenvolvida e apertada, muito mais&lt;br /&gt;institucionalizada em que avultam as relações multilaterais.&lt;br /&gt;É assim quanto aos Estados e seria tambem para as&lt;br /&gt;organizações para-universais se carecessem de&lt;br /&gt;reconhecimento. Já o reconhecimento como beligerantes de&lt;br /&gt;movimento nacionais e de outras entidades é de natureza&lt;br /&gt;constitutiva. Está aqui patente a diferença entre Estados e&lt;br /&gt;os restantes e os restantes sujeitos de Direito Internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-4239940860136904112?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/4239940860136904112/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconecimento-de-estado_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4239940860136904112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/4239940860136904112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconecimento-de-estado_16.html' title='RECONHECIMENTO DE ESTADO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-3674000115425749458</id><published>2009-04-14T12:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-14T13:07:45.457-07:00</updated><title type='text'>MODALIDADES DE RECONHECIMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;De jure&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A mais utilizada.&lt;br /&gt;Trata-se de reconhecimento definitivo,&lt;br /&gt;irrevogávele pleno, produzindo imediatamente seus&lt;br /&gt;efeitosjurídicos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;De facto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aplicada, ou seja, quando novos&lt;br /&gt;Estados ainda não estãoconsolidados.&lt;br /&gt;De alcance limitado, a sua utilização evita um&lt;br /&gt;reconhecimento prematuro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Individual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Geralmente utilizada, o Estado manifesta o&lt;br /&gt;reconhecimentocomprometendo exclusivamente a si&lt;br /&gt;próprio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Colectiva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando um grupo de Estados decide, por razões&lt;br /&gt;de oportunidade política, conceder reconhecimento&lt;br /&gt;de formacolectiva. O princípio desta colegialidade&lt;br /&gt;nãose aplica às organizações Internacionais, porque&lt;br /&gt;estasnão dispõem do atributo para a concessão&lt;br /&gt;colectiva doreconhecimento.&lt;br /&gt;ExplícitaManeira formal, escrita e, por vezes, solene,&lt;br /&gt;deexpressar o reconhecimento.TácitaAmbígua, de difícil&lt;br /&gt;prova, ela tende a cristalizar ocarácter discricionário do&lt;br /&gt; reconhecimento. Pode serprovado pela manutenção ou&lt;br /&gt;troca de agentesdiplomáticos consulares, ou ainda pela&lt;br /&gt;assinaturade um tratado.DiscricionáriaAutonomia&lt;br /&gt;absoluta do concedente, que julgao conteúdo de sua&lt;br /&gt;declaração de reconhecimento, a forma de divulgá-la&lt;br /&gt;e omomento considerado mais propício.&lt;br /&gt;Vinculada concedente condiciona o reconhecimentodo&lt;br /&gt;facto novo (sobretudo surgimento de novosEstados)&lt;br /&gt;à oferta de compensações peloconcessionário.&lt;br /&gt;Trata-se de prática condenável, porém corrente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-3674000115425749458?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/3674000115425749458/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/modalidades-de-reconhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3674000115425749458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/3674000115425749458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/modalidades-de-reconhecimento.html' title='MODALIDADES DE RECONHECIMENTO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-7838551982243720798</id><published>2009-04-13T12:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-13T12:32:18.258-07:00</updated><title type='text'>Reconhecimento de Estado e de Governo</title><content type='html'>O reconhecimento é um acto unilateral através do qual&lt;br /&gt;um sujeito de direito internacional, sobretudo o Estado,&lt;br /&gt;constatando a existência de um facto novo ou seja, Estado,&lt;br /&gt;Governo, situação ou tratado, cujo evento de criação não teve&lt;br /&gt;a sua participação, declara, ou admite implicitamente, que o&lt;br /&gt;considera como sendo um elemento com quem manterá&lt;br /&gt;relações no plano jurídico. Trata-se, portanto, de um acto&lt;br /&gt;afirmativo que introduz um facto novo nas relações jurídicas&lt;br /&gt; entre os sujeitos de direito internacional.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Características do Reconhecimento&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Formulação de pedido da parte interessada, acto unilateral,&lt;br /&gt; ou seja, exceção, proibição por parte do Conselho de&lt;br /&gt; Segurança da ONU, irrevogável e discricionário daquele&lt;br /&gt; que reconhece o novo Estado ou Governo, que pode ser&lt;br /&gt;tardio ou prematuro.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Natureza Jurídica&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Constitutiva, ou atributiva, significa que o&lt;br /&gt; reconhecimento é requisito fundamental na&lt;br /&gt; constituição do facto novo, e declarativa, o facto novo&lt;br /&gt; independe de intenções ou apreciações de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Teoria constitutiva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Acto individual, acto discricionário e acto&lt;br /&gt;condicionado a modalidades e acto político.&lt;br /&gt;Teoria declarativa&lt;br /&gt;Acto coletivo, acto obrigatório, acto puro&lt;br /&gt;e simples e acto jurídico.&lt;br /&gt;De acordo com o art. 3.º da Convenção de&lt;br /&gt;Montevidéu sobre Direitos e Deveres do&lt;br /&gt;Estado (1933), “a existência política do Estado&lt;br /&gt;é independente do seu reconhecimento pelos&lt;br /&gt;outros Estados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-7838551982243720798?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/7838551982243720798/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-e-de-governo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7838551982243720798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/7838551982243720798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-e-de-governo.html' title='Reconhecimento de Estado e de Governo'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-535532715093474752</id><published>2009-04-12T14:57:00.000-07:00</published><updated>2009-04-13T12:35:21.177-07:00</updated><title type='text'>Reconhecimento Constitutivo dos Beligerantes e dos Insurrectos</title><content type='html'>O reconhecimento como Estado pode ser precedido do&lt;br /&gt;reconhecimento como grupo beligerante ou insurrecto.&lt;br /&gt;Um grupo é Beligerante quando uma parte da população&lt;br /&gt;se revolta, dando origem a uma guerra civil, pretendendo&lt;br /&gt;desmembrar-se do Estado de que faz parte e/ou pretende&lt;br /&gt;ocupar definitivamente o poder.&lt;br /&gt;Neste caso, quando o grupo sublevado constitui um Governo&lt;br /&gt;estável, mantém um exército organizado com o qual domina&lt;br /&gt;uma parte considerável do Território nacional e se mostra&lt;br /&gt;disposto a respeitar os deveres de neutralidade de qualque&lt;br /&gt;Estado atingido pela luta ou que não possa ficar indiferente&lt;br /&gt;perante ela pode reconhecer-lhe o carácter de beligerante.&lt;br /&gt;Reconhecidos, os beligerantes adquirem, de facto, os direitos&lt;br /&gt;e deveres de um Estado. Por vezes, tem sucedido que uma&lt;br /&gt;esquadra se amotina contra o Governo legal, exercendo sobre&lt;br /&gt;o mesmo uma grande pressão política. Nestes casos, se os&lt;br /&gt;Estados estrangeiros ou o Governo legal reconhecerem&lt;br /&gt;os amotinados como Insurrectos, obrigam-se a não os&lt;br /&gt;tratar como piratas ou malfeitores, desonerando-se&lt;br /&gt;ainda o Governo legal da responsabilidade dos&lt;br /&gt;seus actos. Todavia, tais insurrectos, mesmo quando&lt;br /&gt;reconhecidos, não podem exercer direitos de visita, de&lt;br /&gt; captura de contrabando&lt;br /&gt;de guerra, etc.&lt;br /&gt;O Direito Internacional não se impõe às legislações&lt;br /&gt;internacionais quanto aos efeitos do reconhecimento,&lt;br /&gt;porque não regula as consequências na ordem jurídica&lt;br /&gt;estadual da atitude do poder executivo perante uma&lt;br /&gt;entidade que possui todas as&lt;br /&gt;características dum Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-535532715093474752?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/535532715093474752/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-constitutivo-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/535532715093474752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/535532715093474752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-constitutivo-dos.html' title='Reconhecimento Constitutivo dos Beligerantes e dos Insurrectos'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1909676795200213838</id><published>2009-04-11T15:06:00.000-07:00</published><updated>2009-04-11T15:13:50.979-07:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DECLARATIVO DO ESTADO</title><content type='html'>Os Estados são as pessoas jurídicas internacionais por excelência.&lt;br /&gt;Ao contrário de outros sujeitos de Direito Internacional, cuja a&lt;br /&gt;personalidade é criada e cuja capacidade é delimitada por Tratado&lt;br /&gt;e muito raramente pelo Costume Internacional, “os Estados são&lt;br /&gt;sujeitos imediatos ou primários da ordem jurídica internacional”.&lt;br /&gt;O Estado é hoje a forma política essencial por meio da qual toda a&lt;br /&gt;colectividade tem acesso à vida internacional. O reconhecimento&lt;br /&gt;é um acto unilateral e livre pelo qual um Estado manifesta ter&lt;br /&gt;tomado conhecimento da existência de outro, como membro&lt;br /&gt;da comunidade internacional. Nesta definição está já pressuposto&lt;br /&gt;um modo de ver quanto ao problema da natureza do&lt;br /&gt;reconhecimento como declarativo ou constitutivo. De facto,&lt;br /&gt;quem considerar o acto de reconhecimento&lt;br /&gt;como unilateral, enfileira na tese dos defensores do seu carácter&lt;br /&gt;declarativo, acontecendo o contrário com os defensores do&lt;br /&gt;reconhecimento como acto bilateral. Além do voluntarismo&lt;br /&gt;inerente a esta concepção, repudiamos a doutrina do efeito&lt;br /&gt;constitutivo por várias razões: primeiro, porque a prática&lt;br /&gt;internacional é justamente no sentido do efeito declarativo;&lt;br /&gt;por outro lado, se o reconhecimento tivesse efeito constitutivo,&lt;br /&gt;seria um acto retroactivo, e só perante ele o Estado reconhecido&lt;br /&gt;assumiria em face do reconhecer os seus&lt;br /&gt;deveres e responsabilidades desde o momento em que constituiu&lt;br /&gt;e nunca os assumiria se não fosse reconhecido. A personalidade&lt;br /&gt;jurídica do Estado não surge com o reconhecimento, mas antes&lt;br /&gt;quando se reúnem todos os elementos constitutivos.&lt;br /&gt;O reconhecimento apenas consigna um facto preexistente.&lt;br /&gt;O reconhecImento de um Estado pode ser expresso ou tácito.&lt;br /&gt;No primeiro caso, há uma declaração explícita numa nota ou&lt;br /&gt;num Tratado. O reconhecimento tácito é aquele que resulta&lt;br /&gt;de um acto que, implicitamente, mostra a intenção de tratar&lt;br /&gt;o novo Estado como membro da comunidade internacional.&lt;br /&gt;O facto de um Estado ser membro de uma Organização&lt;br /&gt;Internacional não implica que tenha reconhecido todos os&lt;br /&gt;Estados da mesma. Costuma-se falar ainda em reconhecimento&lt;br /&gt;de iure e de facto, considerando-se o segundo como um&lt;br /&gt;reconhecimento provisório, ou apenas referente a certo&lt;br /&gt;número de relações, enquanto o primeiro é definitivo e&lt;br /&gt;completo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1909676795200213838?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1909676795200213838/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-declarativo-do-estado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1909676795200213838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1909676795200213838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-declarativo-do-estado.html' title='RECONHECIMENTO DECLARATIVO DO ESTADO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2038226804258430028</id><published>2009-04-10T13:31:00.000-07:00</published><updated>2009-04-13T12:51:55.703-07:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DE ESTADO III</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Segundo o prof. Mazzuoli, Estado é “um ente jurídico, dotado de&lt;br /&gt;personalidade internacional, formado de uma reunião&lt;br /&gt;(comunidade) de indivíduos estabelecidos de maneira&lt;br /&gt;permanente num território determinado, sob a autoridade de&lt;br /&gt;um governo independente e com a finalidade precípua de zelar&lt;br /&gt;pelo bem comum daqueles que o habitam”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;De acordo com esta definição, quatro são os elementos do Estado:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) povo;&lt;br /&gt;b) território;&lt;br /&gt;c) governo;&lt;br /&gt;d) finalidade.&lt;br /&gt;Há quem inclua entre os elementos do Estado a capacidade para&lt;br /&gt;manter relações com outros Estados, como fez a Convenção Pan-&lt;br /&gt;americana sobre Direitos e Deveres dos Estados, art. 1.º&lt;br /&gt;(LER em MAZZUOLI, Curso, p. 178). O primeiro elemento é&lt;br /&gt;formado pela comunidade de indivíduos que habite&lt;br /&gt;permanentemente o território com ânimo definitivo,&lt;br /&gt;independentemente da eventual união por laços comuns.&lt;br /&gt;É o elemento humano do Estado.&lt;br /&gt;Há que distinguir povo, que é o conjunto dos nacionais, natos e&lt;br /&gt;naturalizados, de população, que é o povo mais os estrangeiros e&lt;br /&gt;apátridas. O princípio das nacionalidades propõe que o Estado é o&lt;br /&gt;conjunto de indivíduos unidos por laços comuns (raça, idioma, etc.).&lt;br /&gt;Tal princípio levou a regimes totalitários e racistas. Hoje defende-se&lt;br /&gt;que o Estado é formado pela comunidade de indivíduos que habite&lt;br /&gt;permanentemente o território com ânimo definitivo.&lt;br /&gt;Diferença entre Nação e Estado. Nação é a comunidade moldada por&lt;br /&gt;uma origem, uma cultura, uma história e uma ideologia comuns,&lt;br /&gt;constituída por pessoas de mesma ascendência, ainda não organizada&lt;br /&gt;na forma de Estado. Já este é o órgão controlador criado pela Nação e&lt;br /&gt;que a personifica. O segundo elemento é o território fixo e determinado,&lt;br /&gt;que corresponde à fracção do planeta em que o Estado se assenta com a&lt;br /&gt;população, delimitada por faixas de fronteiras formadoras dos limites.&lt;br /&gt;É o elemento material, base física ou âmbito espacial do Estado.&lt;br /&gt;Sobre este território o Estado exercerá a soberania em duplo aspecto:&lt;br /&gt;a) imperium: exercício de jurisdição&lt;br /&gt;sobre a grande massa daqueles que nele se encontram;&lt;br /&gt;b) dominium: regência do território, por sua própria e exclusiva&lt;br /&gt;vontade. O direito que o Estado tem sobre seu território exclui que&lt;br /&gt;outros entes exerçam ali qualquer tipo de poder e lhe atribui&lt;br /&gt;amplíssimo direito de uso, gozo e disposição.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O território inclui&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a)&lt;/span&gt; o solo, dentro dos seus limites reconhecidos;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;b)&lt;/span&gt; o subsolo e as regiões separadas do solo;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;c)&lt;/span&gt; os rios, lagos e mares interiores;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;d)&lt;/span&gt; os golfos, baías e portos;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;e)&lt;/span&gt; a faixa de mar territorial e a plataforma submarina, para os Estados&lt;br /&gt;que têm litoral;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;f)&lt;/span&gt; o espaço aéreo correspondente ao solo.&lt;br /&gt;O território não precisa estar perfeitamente demarcado para ser&lt;br /&gt;elemento do Estado. Basta que haja um mínimo de estabilidade&lt;br /&gt;territorial e sua delimitação. Hugo Grotius defendia que a&lt;br /&gt;embaixada era uma extensão do território do seu Estado.&lt;br /&gt;Esta teoria, chamada de teoria da extraterritorialidade,&lt;br /&gt;que depois foi estendida também aos navios e aeronaves&lt;br /&gt;militares, foi sendo abandonada hodiernamente.&lt;br /&gt;Tais locais gozam apenas de imunidade de jurisdição em&lt;br /&gt;relação ao Estado reditante, mas continuam sendo parte do&lt;br /&gt;seu território (os navios e aeronaves militares quando ali estejam).&lt;br /&gt;O governo autónomo e independente é o elemento político do&lt;br /&gt;Estado e pode ser definido como aquele capaz de decidir de&lt;br /&gt;modo definitivo dentro do território estatal, não admitindo a&lt;br /&gt;ingerência de nenhuma outra autoridade exterior&lt;br /&gt;(função interna), bem como participar da arena internacional&lt;br /&gt;e de conduzir sua política externa (função externa).&lt;br /&gt;O conceito de governo autónomo e independente leva à ideia de&lt;br /&gt;Estado soberano. Soberania é o poder supremo que não reconhece&lt;br /&gt;outro acima de si (suprema protestas superiorem non recognoscens).&lt;br /&gt;Hoje já não se pode falar em soberania absoluta dos Estados, enquanto&lt;br /&gt;poder ilimitado e ilimitável, já que a soberania hoje encontra limites nas&lt;br /&gt;próprias regras de Direito Internacional Público.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nos dias hoje entende-se soberania como:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;a) o poder que o Estado tem de impor e resguardar, dentro das&lt;br /&gt;fronteiras do seu território e em último grau, as suas decisões&lt;br /&gt;(soberania interna);&lt;br /&gt;b) a faculdade que o Estado detém de manter relações com&lt;br /&gt;Estados estrangeiros e de participar das relações internacionais,&lt;br /&gt;em pé de igualdade com os outros actores da sociedade&lt;br /&gt;internacional (soberania externa).&lt;br /&gt;Tal governo autónomo e independente deve ter autocapacidade,&lt;br /&gt;ou seja, actuar com liberdade interna e internacionalmente.&lt;br /&gt;Os Estados que têm um governo autónomo, independente e com&lt;br /&gt;autocapacidade, têm soberania (ou capacidade internacional)&lt;br /&gt;plena. A finalidade é o elemento social do Estado.&lt;br /&gt;Não é reconhecido por toda a doutrina.&lt;br /&gt;Traduz-se na ideia de que o Estado deve perseguir uma&lt;br /&gt;finalidade, que deve ser o bem comum dos indivíduos que o&lt;br /&gt;compõe. A formação dos Estados, que ocorre quando seus&lt;br /&gt;elementos constitutivos se integram, interessa ao Direito&lt;br /&gt;Internacional Público por suas consequências no plano&lt;br /&gt;internacional. Tal integração leva à soberania.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A formação dos Estados, faticamente, pode se dar por:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a)&lt;/span&gt; Fundação directa: consistente no estabelecimento permanente&lt;br /&gt;de uma população em um dado território sem dono (res nullius),&lt;br /&gt;com a instituição de um governo organizado e permanente;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;b)&lt;/span&gt; Emancipação: por meio do qual um Estado se liberta de ser&lt;br /&gt;dominante ou do jugo estrangeiro, seja de forma pacífica, seja&lt;br /&gt;em virtude de rebelião;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;c)&lt;/span&gt; Separação ou desmembramento: ocorre quando um Estado se&lt;br /&gt;separa ou se desmembra, para dar lugar à formação de outros.&lt;br /&gt;Chama-se secessão o desmembramento estranho à processo de&lt;br /&gt;descolonização, retirando daí sua diferença com a emancipação.d)&lt;br /&gt;Fusão: por meio do qual um Estado-núcleo absorve dois ou mais&lt;br /&gt;Estados, reunindo-os em um só ente para a formação de um só&lt;br /&gt;Estado, ou ainda pela junção de territórios formando um&lt;br /&gt;Estado novo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Por actos jurídicos, um Estado pode se formar por:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) uma lei interna;&lt;br /&gt;b) um tratado internacional (Irlanda, 1921);&lt;br /&gt;c) decisão de um organismo internacional (Israel, 1947).&lt;br /&gt;Surgido o novo Estado, surge o problema de seu reconhecimento.&lt;br /&gt;O reconhecimento de um Estado é o “ato livre pelo qual um ou mais&lt;br /&gt;Estados reconhecem a sua existência, num território determinado,&lt;br /&gt;de uma sociedade humana politicamente organizada, independente&lt;br /&gt;de qualquer outro Estado existente e capaz de observar as&lt;br /&gt;prescrições do Direito Internacional”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O reconhecimento do Estado tem dupla característica:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) demonstra a existência do Estado como sujeito de Direito&lt;br /&gt;Internacional Público;&lt;br /&gt;b) constata que o Estado possui as condições necessárias para&lt;br /&gt;participar das relações internacionais e que a sua existência não contrasta&lt;br /&gt;com os interesses dos Estados que o reconhecem.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A natureza jurídica do reconhecimento é explicada por duas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;correntes distintas&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a)&lt;/span&gt; teoria constitutiva, para a qual o reconhecimento é que atribui ao Estado&lt;br /&gt;a condição de sujeito de Direito Internacional Público;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;b)&lt;/span&gt; teoria declaratória, para a qual o reconhecimento apenas declara que&lt;br /&gt;o novo Estado é sujeito de Direito Internacional Público.&lt;br /&gt;A segunda corrente é a mais aceita, estando inclusive positivada no&lt;br /&gt;art. 13 da Carta da OEA.Há uma divergência teórica acerca da&lt;br /&gt;obrigatoriedade ou não do reconhecimento de um novo Estado.&lt;br /&gt;Para alguns, o reconhecimento é acto voluntário e unilateral dos Estados,&lt;br /&gt;que decidem politicamente se querem ou não reconhecer o novo Estado.&lt;br /&gt;Para outros, entretanto, o reconhecimento de um Estado novo é um direito&lt;br /&gt;deste, desde que reúna todos os elementos de um Estado, e um dever dos&lt;br /&gt;demais atores da sociedade internacional. O não-reconhecimento só pode ter&lt;br /&gt;lugar quando o novo Estado tenha sido criado em desacordo com o&lt;br /&gt;Direito Internacional Público.O ato de reconhecimento pode ser classificado&lt;br /&gt;de forma, individual ou colectiva, conforme seja feito por um Estado ou por&lt;br /&gt;vários deles em conjunto em um único documento diplomático.&lt;br /&gt;Actualmente se entende que o admissão de um Estado na ONU representa&lt;br /&gt;o reconhecimento deste Estado por todos os seus membros.&lt;br /&gt;Também quando a ONU não-reconhece um Estado, manifestando-se no&lt;br /&gt;sentido de que um Estado é fruto de ato ilegal, há o chamado&lt;br /&gt;não-reconhecimento colectivo de direito (de jure) ou de fato&lt;br /&gt;(de facto): é de direito o reconhecimento resultante quer de uma&lt;br /&gt;declaração expressa, quer de um ato positivo que indique&lt;br /&gt;com clareza a intenção de conceder esse reconhecimento, que&lt;br /&gt;será definitivo e irrevogável. É de fato o reconhecimento decorrente&lt;br /&gt;de um fato que implique a intenção de conceder esse reconhecimento,&lt;br /&gt;que será provisório e revogável expresso ou tácito: é expresso o&lt;br /&gt;reconhecimento que consta de documento escrito.&lt;br /&gt;É tácito o reconhecimento que se puder inferir, pela prática e pela&lt;br /&gt;atitude implícita dos demais membros estatais da sociedade&lt;br /&gt;internacional, a vontade de reconhecer como ente soberano o novo&lt;br /&gt;Estado, por serem tais práticas incompatíveis com a vontade&lt;br /&gt;de não-reconhecimento Incondicionado ou condicionado:&lt;br /&gt;é incondicionado e irrevogável o reconhecimento feito sem&lt;br /&gt;a imposição de condições. É condicionado o reconhecimento&lt;br /&gt;feito com a imposição de certas condições que, se&lt;br /&gt;desrespeitadas, o reconhecimento. O reconhecimento&lt;br /&gt;condicionado contraria a teoria declaratória do reconhecimento.&lt;br /&gt;A forma mais comum de se dar o reconhecimento é por&lt;br /&gt;acto do órgão das relações exteriores do Estado, geralmente&lt;br /&gt;por nota diplomática ou decreto do Chefe de Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2038226804258430028?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2038226804258430028/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2038226804258430028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2038226804258430028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-iii.html' title='RECONHECIMENTO DE ESTADO III'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-2831297906877813988</id><published>2009-04-08T12:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T12:58:51.461-07:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DE ESTADO II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Conceitos de Estado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Agrupamento humano estabelecido permanentemente num território determinado e sob um governo independente. O Estado é um agrupamento humano, estabelecido em determinado território e submetido a um poder soberano que lhe dá unidade orgânica.O Estado é o órgão executor da soberania nacional. O Estado sucede à nação o que é uma realidade sociológica de caráter subjetivo. Ao contrário da nação, o Estado apresenta um caráter objetivo. Contudo, apesar do Estado apresentar um caráter objetivo, há um aspecto subjetivo que diz respeito principalmente à origem do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Elementos Indispensáveis à Formação do Estado:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Território base territorial&lt;br /&gt;Espaço terrestre, marítimo e aéreo;&lt;br /&gt;População&lt;br /&gt;Governo representação da soberania nacional, ou conjunto de funções imprescindíveis à conservação da ordem jurídica e da administraçãopública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Nacionalidade &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os elementos território e população, surge a questão da nacionalidade. A nacionalidade não é reconhecida de forma uniforme por todos os Estados. Os dois principais critérios de definição da nacionalidade são: jure soli e jure sanguinis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Jurisdição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Generalidade, legislativa, administrativa, jurisdicional, exclusividade.&lt;br /&gt;Classificação dos Estados imples e compostos&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estados Simples&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Plenamente soberanos em relação aos negócios externos e sem divisão de autonomias no que toca aos internos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estados Compostos por Coordenação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Associação de Estados soberanos ou pela associação de unidades estatais que, em pé de igualdade, conservam apenas uma autonomia de ordem interna, enquanto o poder soberano é investido num órgão central.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;União Pessoal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Reunião acidental e temporária; autoridade de um soberano comum.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;União Real&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Conservação da autonomia interna, delegação a um órgão único da representação externa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Confederação de Estados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Associação de Estados, conservação da autonomia e personalidade internacional, cessão permanentemente de parte da liberdade de ação a um órgão central, a chamada Dieta. União Federal, Estado Federal ou Federação de Estados&lt;br /&gt;União permanente, preservação da autonomia interna dos membros da federação, soberania externa exercida por um órgão central.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estados Compostos por Subordinação&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estados vassalos, autonomia interna, dependentes de outro Estado na condução dos negócios externos, pagamento de tributo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Protetorados&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Estados protegidos ou sejas, cessão de parte dos direitos soberanos, soberania externa subordinação voluntária.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Estados clientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Defesa de alguns negócios ou interesses executados por outro Estado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Território&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Aquisição e perda - descoberta, conquista, cessão onerosa e/ou gratuita.&lt;br /&gt;Delimitação territorial - linhas limítrofes ou seja, naturais e artificiais &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Continua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-2831297906877813988?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/2831297906877813988/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2831297906877813988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/2831297906877813988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconhecimento-de-estado-ii.html' title='RECONHECIMENTO DE ESTADO II'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1004632036265094758</id><published>2009-04-07T12:42:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T12:58:12.899-07:00</updated><title type='text'>RECONHECIMENTO DE ESTADO</title><content type='html'>O Estado foi o primeiro elemento que surgiu na sociedade&lt;br /&gt;internacional, sendo os únicos sujeitos de Direito&lt;br /&gt;Internacional Público até o início do século XX.&lt;br /&gt;Por isso, os Estados são chamados de sujeitos clássicos&lt;br /&gt;ou originários de Direito Internacional Público.&lt;br /&gt;Alguns autores sustentam que os demais sujeitos de&lt;br /&gt;Direito Internacional Público são derivados do Estado.&lt;br /&gt;Assim, as colectividades e os indivíduos têm a sua&lt;br /&gt;personalidade jurídica internacional derivada da&lt;br /&gt;personalidade dos Estados que as compõe cuja condição&lt;br /&gt;jurídica pertencem, respectivamente. Mas essa doutrina&lt;br /&gt;não explica como certas ordens religiosas e movimentos&lt;br /&gt;de libertação nacional podem, eventualmente, ser sujeitos&lt;br /&gt;de Direito Internacional Público. Estado não se confunde&lt;br /&gt;com Nação (da qual é a organização jurídico-política),&lt;br /&gt;nem com povo ou grupo de pessoas. Os Estados são&lt;br /&gt;juridicamente iguais para o Direito Internacional Público.&lt;br /&gt;As colectividades inter estatais são formadas pelas&lt;br /&gt;Organizações Internacionais, criadas por acordos&lt;br /&gt;constitutivos e que têm personalidade jurídica distinta&lt;br /&gt;dos seus membros. A sua existência deriva do seu tratado&lt;br /&gt;constitutivo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;As colectividades não-estatais podem ser classificadas em:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a)beligerantes&lt;br /&gt;b) insurgentes&lt;br /&gt;c) movimentos de libertação nacional&lt;br /&gt;d) Soberana Ordem Militar de Malta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beligerantes são movimentos armados da população,&lt;br /&gt;politicamente organizados, que utilizem a luta armada&lt;br /&gt;(a ponto de constituir guerra civil) para fins políticos.&lt;br /&gt;Quando tais grupos mostram ter força suficiente para&lt;br /&gt;possuir e exercer poderes similares ao do Estado contra&lt;br /&gt;o qual se rebelam, inclusive controlando partes do&lt;br /&gt;território do Estado, a sociedade internacional pode&lt;br /&gt;reconhecer a sua condição de beligerantes, atribuindo-lhes&lt;br /&gt;status de Estado, inclusive para submetê-los aos tratados&lt;br /&gt;sobre guerra.&lt;br /&gt;Insurgentes são grupos sublevados dentro de um Estado que&lt;br /&gt;visam a tomada do poder, cuja luta atinge certo grau de&lt;br /&gt;efectividade, sem, no entanto, constituir guerra civil ou&lt;br /&gt;zona livre. Os direitos e deveres dos insurgentes dependem&lt;br /&gt;do que lhes é atribuído pelos Estados que os reconhecem.&lt;br /&gt;Movimentos de libertação nacional são movimentos que visam&lt;br /&gt;à independência de povos. A sua personalidade jurídica dá-se&lt;br /&gt;em três âmbitos: no direito humanitário, no direito dos&lt;br /&gt;tratados e nas relações internacionais. O maior exemplo de&lt;br /&gt;movimento de libertação nacional é a OLP, reconhecida pela&lt;br /&gt;ONU como representante do povo palestiniano junto a si e&lt;br /&gt;aos seus órgãos, diante dos quais a OLP age na qualidade de&lt;br /&gt;observadora, com direito de voz e não de voto. A Soberana&lt;br /&gt;Ordem Militar de Malta é uma comunidade monástica, localizada&lt;br /&gt;em Roma, que embora tenha uma Constituição na qual se diz&lt;br /&gt;soberana e sujeito de Direito Internacional Público, e&lt;br /&gt;mantenha “relações diplomáticas” com mais de 90 Estados,&lt;br /&gt;inclusive o Portugal, não é reconhecida pela comunidade&lt;br /&gt;internacional como Estado soberano, por funcionar em estreita&lt;br /&gt;dependência da Santa Sé.&lt;br /&gt;O Estado da Cidade do Vaticano teve a sua condição de&lt;br /&gt;Estado reconhecida pelos tratados de Latrão de 1929.&lt;br /&gt;A Santa Sé, instituição máxima da Igreja Católica, não&lt;br /&gt;se confunde com o Estado do Vaticano. Entretanto, formam&lt;br /&gt;um só ente jurídico, pois o último está submetido ao poder&lt;br /&gt;da primeira. O território do Vaticano encontra-se dentro&lt;br /&gt;da cidade de Roma, configurando o enclave. O Vaticano é um&lt;br /&gt;Estado sem o elemento pessoal, qual seja, o povo, já que&lt;br /&gt;possui apenas cidadãos e não nacionais. Aqueles que possuem&lt;br /&gt;a cidadania vaticana não perdem a sua nacionalidade originária.&lt;br /&gt;O Vaticano tem capacidade para firmar tratados, como Estado&lt;br /&gt;que é, mas não faz parte da ONU nem fez parte da Liga das Nações.&lt;br /&gt;Os tratados concluídos com a Santa Sé sobre matéria religiosa&lt;br /&gt;e que prevêem privilégios para católicos são chamados de&lt;br /&gt;concordatas. Portugal mantém relações diplomáticas com o&lt;br /&gt;Vaticano, embora muitos considerem isso inconstitucional.&lt;br /&gt;Outros, entretanto, entendem que não há inconstitucionalidade&lt;br /&gt;por ser o Vaticano um Estado como outro qualquer. O Comité&lt;br /&gt;Internacional da Cruz Vermelha é uma organização independente&lt;br /&gt;e neutra que tem por fim proporcionar protecção e assistência&lt;br /&gt;às vítimas da guerra e da violência armada. Embora a Suíça e&lt;br /&gt;outros Estados atribuam a tal comité personalidade jurídica&lt;br /&gt;internacional, tal personalidade é, na verdade, uma pseudo&lt;br /&gt;personalidade, já que a Cruz Vermelha é uma entidade de&lt;br /&gt;direito privado, caracterizando-se como organização&lt;br /&gt;internacional não-governamental, não se confundindo com&lt;br /&gt;as Organizações Internacionais. Logo, o comité não pode&lt;br /&gt;celebrar tratados com Estados ou Organizações Internacionais.&lt;br /&gt;Alguns autores têm considerado os indivíduos como sujeitos de&lt;br /&gt;Direito Internacional Público por terem conquistado, no século&lt;br /&gt;XX, principalmente com o desenvolvimento do Direito&lt;br /&gt;Internacional dos Direitos Humanos, direitos reconhecidos&lt;br /&gt;na ordem internacional, inclusive com instrumentos processuais&lt;br /&gt;que permitem a eles ingressar directamente em instâncias&lt;br /&gt;internacionais, como por exemplo, a Convenção Europeia de&lt;br /&gt;Direitos Humanos de 1950. Reconheceu-se, ainda, poderem&lt;br /&gt;ser os indivíduos responsabilizados internacionalmente&lt;br /&gt;por crimes de guerra e genocídio. Por poderem participar&lt;br /&gt;das relações internacionais contemporâneas tanto no pólo&lt;br /&gt;activo como no passivo, reconhecem-se os indivíduos como&lt;br /&gt;sujeitos de Direito Internacional Público. Reforçam esta&lt;br /&gt;ideia o Tribunal de Nuremberg e os tribunais ad hoc criados&lt;br /&gt;pela ONU, em 1993 e 1994, para julgar os crimes cometidos&lt;br /&gt;na ex-Iugoslávia no Ruanda e o Estatuto de Roma, que criou&lt;br /&gt;o Tribunal Penal Internacional. Além dos sujeitos formais de&lt;br /&gt;Direito Internacional Público, é de indagar da existência&lt;br /&gt;de sujeitos não-formais que, apesar de se situarem à margem&lt;br /&gt;do Direito Internacional Público formal, participam de modo&lt;br /&gt;não regulamentado da cena internacional. Embora o presente&lt;br /&gt;estágio de desenvolvimento do Direito Internacional Público&lt;br /&gt;não permite uma certeza científica acerca destes sujeitos,&lt;br /&gt;pode-se falar de dois deles como os mais importantes: as&lt;br /&gt;empresas transnacionais e a mídia global. Empresas&lt;br /&gt;transnacionais são aquelas que têm representações ou&lt;br /&gt;filiais em vários países. Já multinacionais são empresas&lt;br /&gt;cujo capital provenha de mais de um Estado, podendo ser&lt;br /&gt;bilaterais (quando o capital é proveniente de dois países)&lt;br /&gt;ou multilaterais (quando o capital é proveniente de três&lt;br /&gt;ou mais países). Tais empresas não podem celebrar nem&lt;br /&gt;tratados nem exercer outros direitos de sujeitos do Direito&lt;br /&gt;Internacional Público, mas, na prática, celebram muitos&lt;br /&gt;acordos com países que, apesar de não serem regidos pelo&lt;br /&gt;Direito Internacional Público, permitem que tais empresas&lt;br /&gt;sejam consideradas sujeitos não-formais de Direito&lt;br /&gt;Internacional Público. Além disso, o NAFTA deu a estas&lt;br /&gt;empresas capacidade postulatória internacional, outorgando&lt;br /&gt;de fato a tais empresas direitos inerentes à condição de&lt;br /&gt;Estado. Sobre a média global, embora seja verdade que ela&lt;br /&gt;exerce enorme influência no mundo actual, por ser ainda&lt;br /&gt;um conceito abstracto e despersonalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CONTINUA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1004632036265094758?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1004632036265094758/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconecimento-de-estado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1004632036265094758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1004632036265094758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/reconecimento-de-estado.html' title='RECONHECIMENTO DE ESTADO'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1805889099177878264</id><published>2009-04-06T15:18:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T12:57:16.001-07:00</updated><title type='text'>COSTUME II</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;COSTUME&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Costume é o nome dado a qualquer regra social&lt;br /&gt;resultantede uma prática reiterada de forma generalizada&lt;br /&gt;e prolongada,o que resulta numa certa convicção de&lt;br /&gt;obrigatoriedade,de acordo com cada sociedade e cultura&lt;br /&gt;específica.O costume jurídico é definido como a prática&lt;br /&gt;social reiterada e obrigatória. Trata-se em geral, de&lt;br /&gt;regras não escritas, introduzidas pelo uso continuado&lt;br /&gt;e com o consentimento implícito de todas as pessoas que&lt;br /&gt;as admitiramcomo norma de conduta. O costume é,&lt;br /&gt;evidentemente, considerado como obrigatório e a sua&lt;br /&gt;violação acarreta responsabilidades jurídicas.&lt;br /&gt;Os juristas defendem dois elementos constitutivos do&lt;br /&gt;costumejurídico, o material que é a prática reiterada do&lt;br /&gt;comportamento costumeiro e o subjectivo ou seja a convicção&lt;br /&gt;geral de que ele é necessário e obrigatório DI foi, até&lt;br /&gt;meadosdo século XIX, na sua maior parte um direito costumeiro&lt;br /&gt;e nãoescrito. Os tratados eram episódicos e, sempre bilaterais,&lt;br /&gt;não criavam regras universais de conduta, ao contrário do&lt;br /&gt;costume. A situação inverteu-se com a celebração dos primeiros&lt;br /&gt;tratados multilaterais e hoje fala-se da codificação do DI, isto&lt;br /&gt;é, a consolidação das normas costumeiras em textos convencionais,&lt;br /&gt;os chamados tratados.&lt;br /&gt;No âmbito do DI, independentemente dos tratados, o costume é&lt;br /&gt;obrigatório para todos os sujeitos de DI. O DI contempla a&lt;br /&gt;possibilidade de costumes regionais. O costume é mais maleável&lt;br /&gt;do que o tratado, pois adapta-se mais facilmente à evolução das&lt;br /&gt;relações internacionais. Por outro lado, é mais inseguro do que&lt;br /&gt;o acordo escrito, devido a suas constantes mudanças e à dificuldade&lt;br /&gt;de prová-lo e de apontar a data de sua vigência. No DI, não há&lt;br /&gt;hierarquia entre tratado e costume. o costume termina ou deixa de&lt;br /&gt;ser praticado, com um novo costume ou com um tratado que o codifica&lt;br /&gt;ou revoga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CONCEITUAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Costume Internacional encontra definição no art. 38 (1) (b)&lt;br /&gt;do Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça, que diz:&lt;br /&gt;b) O costume internacional como prova de uma prática geral&lt;br /&gt;aceite como direito.&lt;br /&gt;Portanto, trata-se de uma espécie de norma formada pela reiterada&lt;br /&gt;prática dos sujeitos do Direito Internacional, consiste numa&lt;br /&gt;prática geral aceite como sendo de /o direito.&lt;br /&gt;Convêm destacar, que a tendência moderna é a da codificação&lt;br /&gt;dos Costumes Internacionais, de forma que os Tratados obtenham&lt;br /&gt;um crescimento maior, enquanto os Costumes Internacionais cursem&lt;br /&gt;para um decréscimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;HIERARQUIA ENTRE COSTUMES E TRATADOS INTERNACIONAIS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não há uma hierarquia entre as normas costumadas e as realizadas,&lt;br /&gt;isto porque uma e outra se anulam. Inegável que, uma vez visto&lt;br /&gt;os elementos materiais e subjectivos dos Costumes Internacionais,&lt;br /&gt;que os Tratados, ou seja a essência do direito posto na ordem&lt;br /&gt;internacional, possuem uma maior segurança jurídica dada a sua&lt;br /&gt;clareza e certeza. Entretanto, O'Connell, por exemplo, defende&lt;br /&gt;que os costumes consistem na principal, quando não única fonte&lt;br /&gt;verdadeira do "jus cogens".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;PROVA DE CUSTUME INTERNACIONAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Rezek, ressalva a decisão do Tribunal Internacional&lt;br /&gt;de Justiça acerca do caso de Asilo Político, afirmando que&lt;br /&gt;"a parte que alega em seu prol certa regra costumeira deve&lt;br /&gt;provar sua existência e sua oponibilidade à parte adversa".&lt;br /&gt;Os Costume Internacionais encontram prova nos actos estatais,&lt;br /&gt;nos textos legais e nas decisões judiciárias acerca de temas&lt;br /&gt;relacionados ao "jus cogens". No plano internacional, busca-se&lt;br /&gt;a prova do Costume Internacional na jurisprudência&lt;br /&gt;internacional e/ou nos tratados.&lt;br /&gt;Por isso, não é difícil conceber que todo Tratado,&lt;br /&gt;e principalmente as jurisprudências internacionais, foram&lt;br /&gt;(quase indiscutivelmente) um Costume Internacional&lt;br /&gt;generalizado, que eram nada mais nada menos que um facto,&lt;br /&gt;que recebeu um valor pelos sujeitos internacionais, e&lt;br /&gt;transformou-se numa Norma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CODIFICAÇÃO E FUNDAMNETO DE VALIDADE DO COSTUME INTERNACIONAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Costumes Internacionais, tendem a perder espaço para&lt;br /&gt;os Tratados, mormente pela clareza que o texto afirmado&lt;br /&gt;propicia aos sujeitos envolvidos, e pela complicação&lt;br /&gt;litigiosa oriunda dos Costumes Internacionais.&lt;br /&gt;Entende-se, no entanto, que ainda que a celebração de um&lt;br /&gt;tratado multilateral seja realizado sem que todas as&lt;br /&gt;partes tivessem o mesmo consenso sobre todos os pontos,&lt;br /&gt;é indiscutível que, o Costume Internacional está subjacente&lt;br /&gt;à construção do conteúdo do Tratado então celebrado,&lt;br /&gt;seja de forma mais uniforme ou não pelos sujeitos que&lt;br /&gt;se sentam à mesa de negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O COSTUME INTERNACIONAL E A DOUTRINA DO TACTIUM PACTUM&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Costume é uma prática reiterada e constante com convicção&lt;br /&gt;de obrigatoriedade. É uma concepção Voluntarista, reduzindo&lt;br /&gt;toda a regra consuetudinária aos Costumes particulares,&lt;br /&gt;fundamenta a obrigatoriedade do Direito Internacional do&lt;br /&gt;acordo interestadual, que, quanto ao Costume, revestiria&lt;br /&gt;a forma de um Tacitum Pactum. A doutrina do Tacitum Pactum,&lt;br /&gt;destrói completamente o fundamento do Costume Internacional&lt;br /&gt;e diverge em pleno do seu entendimento clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;FUNDAMNETO DA OBRIGATORIEDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se possa considerar existente um costume jurídico&lt;br /&gt;internacional, o uso deve ser contínuo, ou seja, deve&lt;br /&gt;consistir numa pratica constante dos sujeitos de Direito&lt;br /&gt;Internacional que se encontrem em situação de o aplicar.&lt;br /&gt;Geral, quer dizer deve consistir numa pratica comum.&lt;br /&gt;Embora não seja de exigir a unanimidade de todos os membros&lt;br /&gt;da sociedade internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Elemento Subjectivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Elemento Subjectivo também é denominado de Elemento&lt;br /&gt;Psicológico, cujo nome técnico consiste em "Opinio Juris"&lt;br /&gt;ou "Opinio Necessitatis". O professor José Francisco&lt;br /&gt;Rezek (p. 115) salienta que "o elemento material não&lt;br /&gt;seria bastante para dar ensejo à norma costumeira.&lt;br /&gt;É necessário, para tanto, que a prática seja determinada&lt;br /&gt;pela "opinio juris", vale dizer, pelo entendimento, pela&lt;br /&gt;convicção de que assim se procede por necessário, correcto,&lt;br /&gt;justo, e, de bom direito."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1805889099177878264?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1805889099177878264/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/costume-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1805889099177878264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1805889099177878264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/costume-ii.html' title='COSTUME II'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5571853515521507926.post-1929499267330692156</id><published>2009-04-05T14:25:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T12:54:03.057-07:00</updated><title type='text'>DIREITO INTERNACIONAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Direito Internacional é o conjunto de normas&lt;br /&gt;que rege as normas entre Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;COSTUME&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para que haja costume tem de se verificar dois elementos: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Corpus ou seja o Uso, que é a pratica social reiterada e Animus, que é a convicção de obrigatoriedade. Tal como no Direito Interno, também no Direito Internacional, o uso só se converte em costume se for acompanhado pela convicção no agente da obrigatoriedade dessa pratica, a opinio iuris. Só quando os Estados actuam na esfera Internacional na convicção de exercer um direito ou de cumprir um dever é que se pode por o problema da existência do costume. As dificuldades na averiguação da opinio iuris são ainda maiores no Direito Internacional que no Direito Interno, porque devido á maior influencia que na actuação internacional tem os motivos políticos. O problema é como devemos averiguar a motivação dos titulares dos órgãos externos do Estado?&lt;br /&gt;É que nunca se vê na esfera Internacional um Estado agir reconhecendo que está a violar o Direito. A actuação Internacional dos Estados, é normalmente acompanhada de fundamentação mais ou menos convincente em normas de Direito Internacional. Então podemos pensar que quando se alega o Direito poderão ser considerações politicas que estão na base da acção. A nossa grande dificuldade é distinguir as acções baseadas na opinio iuris, daquelas que são fruto de considerações de conveniência ou oportunidade, quando todos afirmam serem conformes ao Direito. Devido a estas dificuldades certos autores normativistas negam que seja de exigir o elemento psicológico. E é por isso que o elemento psicológico é formalmente exigido pelo art. 38 do Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça e a sua necessidade resulta expressamente de&lt;br /&gt;vários acordos do Tribunal, como do seu antecessor o Tribunal Permanente de Justiça Internacional. Assim na questão do Lótus, o TPJI afirmou que “só se a abstenção for motivada pela consciência do dever de se abster é que se pode falar de Costume Internacional. No caso Haya de la Torre a Colômbia tinha alegado que o elemento psicológico não era necessário e que o Costume deveria vincular o Peru, que nunca participara na opinio iuris. Mas o Tribunal Internacional de Justiça não a seguiu nesse ponto, reafirmando antes a doutrina contrária. Por isso só pelo elemento psicológico podemos diferenciar o costume das práticas gerais e constantes,&lt;br /&gt;mas não obrigatórias. Por ex. as notas diplomáticas são sempre escritas em branco, mas não há daí uma violação de Direito Internacional se for utilizado papel doutra cor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conclusão é imprescindível a opinio iuris para que suja o Costume, mas como a sua averiguação é particularmente difícil, o TIJ tem seguido o critério de em primeiro lugar supor que a pratica constante é acompanhada da opinio iuris, quando se defronta com um uso geral, constante e uniforme, presume estar perante um Costume, a menos que aos olhos do TIJ lhe seja demonstrado a não existência de convicção de obrigatoriedade, mas que a pratica resulta&lt;br /&gt;apenas de motivos de conveniência e oportunidade. Havendo assim uma espécie de presunção iuris tantum, a favor da obrigatoriedade de uma pratica geral, constante e uniforme.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5571853515521507926-1929499267330692156?l=axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/feeds/1929499267330692156/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/direito-internacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1929499267330692156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5571853515521507926/posts/default/1929499267330692156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://axadresado-relaoes-internacionais.blogspot.com/2009/04/direito-internacional.html' title='DIREITO INTERNACIONAL'/><author><name>axadresado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13407424601674900695</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_4Gu0jeMUd1g/TM8Wvj1LD4I/AAAAAAAAAEQ/CjwH-XMWfgw/S220/gritodasverdadesmudas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
